O Professor tira dúvidas

Setembro 15 2016

Resultado de imagem para avaliações

As avaliações incidirão nos seguintes domínios, com os seguintes pesos:

 

Oralidade 25%

Leitura, gramática e escrita 50%

Atitudes 25%

 

Compreensão oral

Expressão oral

Leitura

Educação Literária

Gramática

Escrita

Atitudes

 

 

 

 

 

   

 

 

V/F

Escolha múltipla

 

Correção das informações

 

(conteúdos do Programa e Metas Curriculares 2015)

Apresentação oral de um livro à escolha (4 minutos):

- Dados do livro

- Resumo

- Opinião justificada

Correção linguística

  Correção das informações

(conteúdos do Programa e Metas Curriculares 2015)

V/F 

associação 

ordenação 

Escolha múltipla

 

... 

 

Correção morfossintática

  Correção das informações

 

 

 

(conteúdos do Programa e Metas Curriculares 2015)

Questionário de resposta fechada curta e aberta

Correção morfossintática

  Correção das informações

 

(60 conteúdo/40 forma)

(conteúdos do Programa e Metas Curriculares 2015)

V/F

 

Correspondência correta entre colunas

 

escolha múltipla

 

associação

 

completamento de espaços

 

resposta com conteúdos gramaticais

...

 

indicação da resposta adequada

 

(conteúdos do Programa e Metas Curriculares 2015)

Texto entre 180-240 palavras

 

Os critérios usados nas provas finais disponíveis em http://www.iave.pt relativamente aos parâmetros:

tema e tipologia

coerência e pertinência da informação

estrutura e coesão

morfologia e sintaxe

repertório vocabular

ortografia

 

 

Nota : nos alunos disléxicos, em qualquer grupo, não serão tidas em conta as questões ortográficas; o mesmo para os alunos com dificuldades de aprendizagem e estrangeiros, privilegiando-se atividades alternativas à produção escrita convencional.

 

(conteúdos do Programa e Metas Curriculares 2015)

-Assiduidade

 

-Pontualidade

 

-Disciplina

 

-Autonomia e colaboração

 

-Realização e qualidade dos trabalhos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por OPTD às 07:58

Fevereiro 16 2015

Itens/pontos

0

0,5

1

1,5

2

Volume

 

 

 

 

 

Articulação/correção

 

 

 

 

 

Entoação/pontuação

 

 

 

 

 

Fluência

 

 

 

 

 

Expressividade

 

 

 

 

 

Total /10

 

 

 

 

 

publicado por OPTD às 12:25

Maio 30 2010

 

Escola Básica 2, 3 __________________________
Teste de avaliação de Língua Portuguesa 2 – 7º ano
Grupo 0 – Compreensão Oral
Ouve atentamente e indica na tua folha de teste:
1. Personagem Principal
2. Características físicas
3. Características psicológicas
4. Personagens secundárias
5. Resumo (5 linhas)
Grupo I – Compreensão Escrita
Lê atentamente o texto e responde com correcção e clareza às questões seguintes.
Lenda das Amendoeiras - Algarve
Há muito tempo, antes da independência de Portugal, quando o Algarve pertencia aos mouros, havia ali um rei mouro que desposara uma rapariga do norte da Europa, à qual davam o nome de Gilda.
Era encantadora essa criatura, a quem todos chamavam a "Bela do Norte", e por isso não admira que o rei, de tez cobreada, tão bravo e audaz na guerra, a quisesse para rainha.
Apesar das festas que houve nessa ocasião, uma tristeza se apoderou de Gilda. Nem os mais ricos presentes do esposo faziam nascer um sorriso naqueles lábios agora descorados: a "Bela do Norte" tinha saudades da sua terra.
O rei conseguiu, enfim, um dia, que Gilda, em pranto e soluços, lhe confessasse que toda a sua tristeza era devida a não ver os campos cobertos de neve, como na sua terra.
O grande temor de perder a esposa amada sugeriu, então, ao rei uma boa ideia. Deu ordem para que em todo o Algarve se fizessem plantações de amendoeiras, e no princípio da Primavera, já elas estavam todas cobertas de flores.
O bom rei, antevendo a alegria que Gilda havia de sentir, disse-lhe:
- Gilda, vinde comigo à varanda da torre mais alta do castelo e contemplareis um espectáculo encantador!
Logo que chegou ao alto da torre, a rainha bateu palmas e soltou gritos de alegria ao ver todas as terras cobertas por um manto branco, que julgou ser neve.
- Vede - disse-lhe o rei sorrindo - como Alá é amável convosco. Os vossos desejos estão cumpridos!
A rainha ficou tão contente que dentro em pouco estava completamente curada. A tristeza que a matava lentamente desapareceu, e Gilda sentia-se alegre e satisfeita junto do rei que a adorava. E, todos os anos, no início da Primavera, ela via do alto da torre, as amendoeiras cobertas de lindas flores brancas, que lhe lembravam os campos cobertos de neve, como na sua terra.
Cf. http://web.educom.pt/pr1305/lenda_das_amendoei.htm
1.      Assinala com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações e corrige as falsas :
a) As lendas pretendem transmitir um ensinamento.
b) O rei mouro vivia no Norte da Europa.
c) Gilda tinha saudades das amendoeiras da sua terra.
d) As amendoeiras florescem no Verão.
2. Indica a personagem principal do texto e justifica a tua opção.
3. Classifica o tipo de narrador da lenda e justifica a tua resposta.
4. Qual a explicação que esta lenda pretende dar?
5. Elabora um texto com 5 linhas no mínimo, em que expresses a tua opinião sobre esta lenda, justificando o teu ponto de vista.
Grupo II - Funcionamento da Língua
1. Dá um exemplo para cada tipo / forma de frase.
a) tipo interrogativo, forma negativa.
b) tipo imperativo, forma afirmativa.
2. Indica hipónimos para os hiperónimos seguintes.
a) flores.
b) árvores.
3.  Indica para cada palavra um sinónimo.
a) amável.
b) lentamente.
Grupo III – Expressão Escrita
Certamente ouviste muitas histórias tradicionais na tua infância. Num mínimo de 15 linhas, conta ou recria uma história tradicional que conheças, por exemplo, o Capuchinho Azul e os Sete Porquinhos…
Bom trabalho!
José Miranda©
publicado por OPTD às 19:13

Maio 23 2010

Teste de Avaliação de Língua Portuguesa - 7º ano

 

I – Compreensão oral

Ouve atentamente e responde.

 

1. Identifica o tipo de texto jornalístico que ouviste.

2. Quais são as suas características/objectivos principais?

3. Em quantas partes se pode dividir? Indica-as e dá um título ao texto.

4. Completa o quadro com as informações que ouviste:

Quem?

O quê?

Quando?

Onde?

 

 

 

 

 

 

Como?

Porquê?

 

 

 

 

II – Compreensão escrita

Lê atentamente o texto e responde com correcção e clareza às questões seguintes na tua folha de teste.

linhas

1

 

 

5

 

 

 

10

Águas Correntes, 05/07/08

Caro João: Passaram cinco meses depois da tua última carta, mas, por várias razões, não me foi possível responder-te mais cedo. Ando muito ocupado.

Agora indo direito ao assunto: estou apaixonado. Lembras-te da Sidónia?... É ela a felizarda a quem coube a sorte de namorar um rapaz tão interessante como eu. Anda mesmo caidinha: telefona-me imensas vezes, saímos juntos outras tantas, com cinema e bailes à medida daquilo que eu mereço.

Pois é. Aqui este modesto rapaz continua irresistível. E tu? O que tens feito? Já começaste a namorar?... Olha que é uma bela coisa!...

Fico-me por aqui, que o telefone já toca. Vai dando notícias tuas.

Um abraço deste sempre teu amigo

Marcolino

 

1. Assinala com V (verdadeiro) F (falso) as seguintes afirmações :

 

a) Graficamente, a carta acima respeita as regras de escrita de uma carta.

b) O destinatário da carta chama-se Marcolino.

c) O Marcolino está apaixonado.

d) O João é um rapaz modesto.

2. Resume a carta que leste, em três linhas.

3. Escrevem-se cartas em muitas circunstâncias. Porquê? Exemplifica e caracteriza o uso da carta actualmente.

4. Em quantas partes se pode dividir uma carta? Indica-as e cita as linhas de início e fim de cada uma delas.

5. Completa o quadro :

Local

 

Data

Saudação

Fórmula de despedida

 

 

III – Conhecimento Explícito da Língua

1. Escreve frases com adjectivos à tua escolha nos graus indicados.

a) grau normal

b) grau comparativo de superioridade

c) grau superlativo relativo de inferioridade

d) grau superlativo absoluto sintético

 

2. Faz corresponder cada função sintáctica à expressão correcta, juntando cada número à letra correcta, p. ex. 5F :

 

1.      1. O João

A. Complemento circ. tempo

2.      2.  Fez uma notícia

B. Complemento circ. lugar

3.      3.  Ontem

C. Complemento circ. modo

4.     4.  Na escola

D. Predicado

 

E. Sujeito

 

3. Associa uma letra a um número :

 

A eu viajo

1 pretérito perfeito indicativo

B tu viajaste

2 pretérito mais-que-perfeito indicativo

C ele viajava

3 presente do indicativo

D nós viajaremos

4 pretérito imperfeito indicativo

 

5 futuro indicativo

Bom trabalho! 05/10 José Miranda©

publicado por OPTD às 14:53

Maio 19 2010

 



Teste de Português
 
Sabem escrever correctamente em português?
Façam o teste.
É um teste muito giro e muito útil!
Experimentem....
Bom trabalho.




http://www.anossaescola.com/tarouca/recursos/Escolhamultipla2.htm <http://www.anossaescola.com/tarouca/recursos/Escolhamultipla2.htm

 
 
 



publicado por OPTD às 15:20

Maio 18 2010

 

 

CENA IV

 

Criado, (trazendo uma carta). – Para o senhor Brás Ferreira, do Porto.
Brás Ferreira – Sou eu: dá cá. (abre) Ah! é para o tal pagamento. (O criado sai.) Vejamos as minhas contas: quanto tenho eu em dinheiro? ... Dá-me licença, Duarte; tenho uns papéis que arranjar. Conversa com minha filha. (Tira a sua carteira, e vai sentar-se à esquerda.)
Amália (baixo a Duarte) – Não se emenda, está visto.
Duarte – De a adorar? Não, decerto.
Amália – Não é disso, é do seu maldito vício que nos deita a perder: meu pai jurou que desfazia o nosso casamento se daqui até à noite o apanhasse numa mentira.
Duarte – Oh meu Deus, o que fiz eu?!
Amália – Pois que é, Duarte? Tudo quanto tem estado a dizer? ...
Duarte – É verdade no fundo; acredite: agora os detalhes... os pormenores…eu não sei como isto é... não é com má tenção... mas a maior parte das vezes, as coisas contadas tais quais como elas são... ficam duma sensaboria tal...
Amália (com ironia) – Que não pode resistir ao desejo de as enfeitar, e de mostrar a riqueza da sua imaginação.
Duarte – Não torno mais. Juro-lhe que nunca mais.
Amália – Cale-se, que pode ouvir meu pai.
Duarte – Não me importa, não tenho medo: estou emendado e para sempre. Amália, prometo, hei-de ser o modelo dos maridos, leal, sincero, verdadeiro, sempre...
Amália – Sempre! Se meu pai ouvisse essa palavra, desfazia logo o nosso casamento.
Duarte – Amália, isso também é de mais! ...
Brás Ferreira (chegando com um papel) – Não tenho dinheiro que chegue. E eu sem me lembrar! Duarte, hás-de-me fazer um favor.
Duarte – Qual? Estou pronto.
Brás Ferreira – Uma letra de três contos de réis para descontar.
Duarte – Em bem má ocasião, coa fortuna! não tenho pinto.
Brás Ferreira – Não tens!... e aquele dinheiro?
Duarte – Qual dinheiro?
Brás Ferreira – O da tua casa.
Duarte – Da minha casa? ... Ah sim, é verdade. É que actualmente...
Brás Ferreira – Já dispuseste dele?
Duarte – Não, não, isto é, de certo modo já; mas propriamente...
Amália (baixo a Duarte) – Vê o que é mentir.
Duarte – Em suma, porque lhe não hei-de dizer francamente o que é, meu tio? ... Eu tinha minhas dívidas...
Amália – Outra, Duarte?
Duarte – Não, esta não; é verdade puríssima. Um rapaz não pode viver sem isso. Ora sucedeu, por uma coincidência esquisita, que o comprador da minha casa, o tal senhor José Marques...
Brás Ferreira – Inda agora disseste Tomás...
Duarte – Tomás José Marques, um fino agiota de gema...
Brás Ferreira – Tinhas-me dito um negociante...
Duarte – Negociante, porque negoceia em papéis e descontos por atacado, e faz usura em grosso. Enfim, o meu honradíssimo homem, que já é comendador e sai conselheiro um dia destes, era o que me tinha emprestado o dinheiro. De sorte que na compra da casa, feitas bem as contas...
Brás Ferreira – E tu devias ao comprador?
Duarte – Uns dez a doze contos de réis.
Brás Ferreira – Então vendeste por trinta e três; tem de te dar ainda de tornas vinte e um contos.
Duarte (atrapalhado) – Vinte contos de réis... É o que lhe eu dizia... (aparte) Como hei-de eu sair desta?
Brás Ferreira (olhando para ele) – Dar-se-á caso que tu me pregasses uma das tuas... que tal comprador não exista? ...

Falar Verdade a Mentir, Almeida Garrett

 

I

 

1. Este texto, extraído da peça de teatro Falar Verdade a Mentir, fala-nos de um determinado vício.

1.1. Qual é o “maldito vício” de que fala Amália?
1.2. Como justifica Duarte o seu “vício”?
1.3. Que consequência(s) pode(m) vir a resultar deste defeito?

2. Considera o provérbio: “De promessas e de boas intenções está o Inferno cheio.”.
2.1. A que parte desta cena se pode aplicar este provérbio?
2.2. Explica porquê.

3. Explica por palavras tuas as expressões destacadas:
a) “Não é nada disso, é do seu maldito vício que nos deita a perder” (2ª fala de Amália)
b) “(...) as coisas contadas tais quais como elas são... ficam de uma sensaboria tal...” (3ª fala de Duarte)
c) “Em bem má ocasião, coa fortuna! Não tenho pinto.” (8ª fala de Duarte)

4. “Amália (com ironia) – Que não pode resistir ao desejo de as enfeitar, e de mostrar a riqueza da sua imaginação.”
4.1. Explica o que é a ironia.

II


1. Completa convenientemente as seguintes afirmações:

a) Um autor de um texto dramático denomina-se ____________________________________.
b) O ____________________ é uma das divisões do texto dramático sempre que há mudança de cenário.
c) O assunto da peça Falar Verdade a Mentir gira em torno de _________________________.
d) Chama-se _____________________ à modalidade discursiva em que várias personagens falam entre si e _________________________ à modalidade discursiva em que fala apenas uma personagem. Os _________________ são indicações que o actor dá e que se destinam a serem ouvidas apenas pelo público, provocando geralmente o riso.
e) Almeida Garrett, autor da peça Falar Verdade a Mentir, viveu no século _________.

III



1.Elementos da oração:
1.1- Identifica a função sintáctica dos elementos destacados de cada frase:
a) Brás Ferreira veio do Porto de comboio.
b) Amália e Joaquina estão muito apreensivas, desde ontem.
c) José Félix continua o jogo com as outras personagens.
d) Eles encobriram-lhe a verdade com mestria.

IV

Escolhe um dos temas propostos sob a forma de texto dramático:

  1. Imagina que Amália decide terminar o namoro.

 

  1. Imagina um final diferente para a peça.

 

 

  1. Na cena III, Duarte ao conversar com o sogro inventa uma série de mentiras. Inventa outras numa nova cena com estas personagens.

Falar verdade a mentir, versão escolar e acelerada 

http://www.youtube.com/watch?v=xUB4OaLB__4

 

entrevista a Garrett 

http://www.youtube.com/watch?v=qht7-SO2H6Y&feature=related

 

 

 

publicado por OPTD às 11:29

Maio 16 2010



 

 

Proposta A estranha e talentosa chaleira de Pearl S. Buck
1. Antes de leres A estranha e talentosa chaleira de Pearl S. Buck, desenha uma e explica para que serve.
Lê agora o texto seguinte:
História da chaleira (‘tá cheio de erros…)
Um objeto tão simples, porém com uma história incrível as chaleiras, antigamente feitas de ferro e de dificil manuseio, superou as espectativas na evolução dos eletrodoméstiscos. O que parecia ser um eletrodoméstico sem solução nehuma, tornou-se indispensável em todo o mundo.
Relatos antigos mostram que o Japão foi ums dos pioneiros a fabricar chaleiras, a primeira data de 1517 e já apresentava sua forma arredondada, com bico e braço semelhante aos modelos encontrados hoje. Foram eles também os pioneiros na fabricação de chaleiras de porcelana, não só como ornamento mas também para uso, eles desenvolveram um material resistente que podia ser levado direto ao fogo.
Outro país que ajudou os novos engenheiros elétricos a participar na evolução das chaleiras, foram os Russos, que esquentavam a água numa espécie de samovar (ou self-chaleira), traduzindo era uma chaleira que tinha eu caldeira própria no centro, essa "caldeira" era ligada e aquecia a água sem que o usuário precisa-se ter um fogão por perto.
Esse tipo de chaleira foi descoberto pelos Russos depois de dispustas comerciais com o povo persa que usava essas chaleiras durante a travessia pelos campos gelados durante as disputas.
Na Europa, o povo entendido sobre chaleira eram os Ingleses (que até hoje levam a tradição do chá da tarde), foram deles que partiram os primeiros bules esmaltados e pintados, conhecidos como porcelana inglesa.
Foi no final do século XVII que a prata começou a despontar no mercado e os ingleses dominaram rápido a tecnica para molda-la, logo os artigos de ferros e esmalte, foram substituídos pela prata, inclusive as chaleiras.
Uniu-se a tecnica inglesa com o avanço tecnologico americano e as chaleiras foram beneficiadas com essa parceria, além de seu material tornar-se diferenciado (mais bonito, leve, duradouro e seguro) seu sistema de aquecimento também mudou, ao invés do usuário ficar se preodupando com o aquecimento da água no fogão, ele passou a se despreocupar com isso.
A chaleira não dependia mis de aquecimento externo, apenas interno, ou seja, com a chegada da eletrecidade, a chaleira que era um produto comum tornou-se símbolo de sofiscação e praticidade. Além de ser feita com diversos materiais, em diferentes cores e design diferenciado.
As chaleiras elétricas hoje são enciontradas com a maior diversidade por todo o mundo, basta procurar um pouquinho para ver
http://www.chaleira.com.br/?id=23
2. Completa a grelha com as informações pedidas.
Chaleira

 

Materiais de fabrico
Países importantes no seu aperfeiçoamento
Características físicas
Datas marcantes na sua evolução
Características estéticas
Últimos avanços técnicos

 

3. Lê agora o conto de Pearl Buck e depois completa os espaços com elementos do texto.
  1. Uma característica da chaleira
  2. Sinónimo de pendurá-la no infinitivo
  3. Animal peludo e agressivo
  4. Nome dado aos jovens que se preparam para ser sacerdotes
  5. Advérbio de modo
  6. Como ficaram todos
  7. O mesmo que quarto
  8. Sinónimo de rápido
  9. Objecto onde foi guardada a chaleira-texugo
  10. Sítio abandonado e distante
  11. Homem que consertava os objectos de metal do templo
  12. Expressão equivalente a «ganhar um dinheirinho» no plural
  13. Número de moedas pelo qual a chaleira foi vendida
  14. Onde a chaleira andava
  15. O mesmo que ajuizado
  16. Aquilo a que a chaleira é comparada
  1. __ ___ __ ___ ___ ___ ___ ___
  2. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___
  3. ___ ___ ___ ___ ___ ___
  4. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___
  5. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___
  6. __ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___
  7. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___
  8. ___ ___ ___ ___ ___
  9. ___ ___ ___ ___ ___
  10. ___ ___ ___ ___
  11. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___
  12. __ ___ ___ ___ ___ ___
  13. ___ ___ ___ ___ ___
  14. ___ ___ ___ ___ ___
  15. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___
  16. __ ___ ___ ___ ___ ___ ___
4. Certamente reparaste que a maneira como os monges viam a chaleira mudou bastante entre o início e o fim do conto, o que começou por ser uma chaleira estranha tornou-se num tesouro.
4.1.Como explicas esta mudança?
5. Com base na palavra TESOURO, escreve um conto no máximo de 77 palavras.
José Miranda(C)
publicado por OPTD às 16:58

Julho 06 2009

 http://www01.madeira-edu.pt/projectos/.../Testes/.../tes_rec-Un2.doc

 

 

 
ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DO ESTREITO DE CÂMARA DE LOBOS
 

 
Ensino Secundário Recorrente por Unidades Capitalizáveis
Modelo de Teste – Unidade 2
 

 
 
O Tombo da Lua
à
            Uma ocasião, quando desapareceu a Lua, eu estava lá e sei contar tudo. Não me lembro da idade que então tinha e já na altura me não lembrava. Certo é que a noite estava muito quente e repassada de azul, assim de tinta ¾ soé dizer-se ¾ e a Lua tinha-se quieta, redonda e branca, brilhante como lhe competia. Provavelmente o Zé Metade cantava o fado, postado à soleira da porta, enquanto acabava um saquitel de tremoços. O Zé Metade é assim chamado desde que lhe aconteceu uma infelicidade: quis separar o Manecas Canteiro do Mota Cavaleiro quando eles se envolveram à facada na Esquina dos Eléctricos, por causa de uma questão, segundo uns política, segundo outros de saias. Ambos usavam grandes navalhas sevilhanas e o Zé caiu-lhes mesmo a meio dos volteios. Ali ficou cortado em dois, sem conserto, busto para um lado, o resto para outro. Daí para diante ficou conhecido por Zé Metade, arrasta-se num caixote de madeira com rodinhas e deu-lhe para cantar todas as noites um fado melancólico e muito sentido: Ai a profunda desgraça / Em que me viste ó `nha mãiiii…
            Pois foi nesta altura, com tudo assim quieto e a fazer olho para dormir, que o Andrade da Mula se chegou à janela e disse: “Lá a calari…” e depois remirou em volta a ver se alguém lhe ligava, o que não aconteceu.
            Após olhou para o Céu e bocejou um destes bocejos do tamanho duma casa, escancarando muito a bocarra que era considerada uma das mais competitivas da zona oriental. E então aconteceu aquilo da Lua.
            Deslocou-se um bocadinho assim como quem se desequilibrou, entrou a descer devagar, ressaltou numa ponta de nuvem que por ali pairava feita parva, e foi enfiar-se inteirinha na boca do Andrade que só fez “gulp” e esbugalhou os olhos muito. No sítio da Lua, lá no astro, ficou um vinco esbranquiçado como dobra em papel de seda que logo se apagou e o céu tornou-se bem liso e escorreito. O Beco ficou um tudo nada mais escuro e um gato passou a correr, pardo, da cor dos outros.
            Diz o Zé Metade, no fim duma estrofe: “Ina cum caraças!”
            Vai o Andrade lá de cima e atira o maior arroto que jamais se ouviu naquele Beco.
            Era o Zé Metade a berrar para dentro: “`nha mãe, venha cá, senhora, co Andrade engoliu a Lua!” e o Andrade a olhar para nós, limpando a boca com as costas da mão, um ar azamboado.
            Seguiu-se o alvoroço costumeiro sempre que havia novidade. Ia um corrupio de pessoal na rua a falar alto e um ror de gente em casa do Andrade que estava sentado numa cadeira, pernas muito afastadas, pedindo muita água e queixando-se de que sentia a barriga um bocado pesada.
            ¾ Ele não teve culpa, tadinho, que ela é que se lhe veio enfiar pela boca dentro ¾ comentava a mulher do Andrade, torcendo a ponta do avental.
            ¾ Mas se foi ele que a desafiou ¾ gritava a mãe do Zé dando punhadas de uma mão na palma da outra mão. ¾ Pôr-se ali na janela aos bocejos, olha a farronca! Agora vem esta a querer baralhar género humano com Manuel Germano. O meu Zé viu tudo, óvistes?
            Não tardou, estava o presidente da Junta, muito hirto, no seu casaco de pijama com flores:
            ¾ Isto o meu amigo o que fazia melhor era regurgitar a Lua, ou o Beco ainda fica mal visto ¾ observou com gravidade e voz de papo.
            E o Andrade, moita, ali embasbacado, com os olhos no vago.
            Deram-lhe azeite para o homem vomitar, mas nada. Limitou-se a produzir uns sons equívocos e a esboçar um ar de enjoada repugnância.
            ¾ O pior é que se ela sai pelo outro lado nos parte a sanita nova ¾ abespinhava-se a filha do Andrade, toda de mão na anca. ¾ Que coisa mais escanifobética…
            É levarem-no já para o hospital ¾ gritava o Zé Metade da rua, ansioso por se ver acompanhado na sua desgraça de vítima do escalpelo cirúrgico.
            Mas o presidente da Junta considerou: Então e depois a Lua onde é que a punham? Quem lhes garantia que ela voltava ao sítio? E se os médicos quisessem ficar com ela lá no hospital e a prantassem dentro dum frasco com álcool? Que é que aquela gente ganhava com isso? Hã? E em faltando a Lua, quais eram os inconvenientes? Hã?
            ¾ Acabam-se as marés ¾ disse o Paulino Marujo.
            ¾ Coisa de pouca monta ¾ afirmou uma mulher. ¾ As marés nunca deram de comer a ninguém. E quanto à luz, depois da electricidade…
            ¾ Então como é que o amigo se sente? ¾ Perguntou o presidente ao Andrade.
            ¾ Menos mal, muito obrigado. Vai um pedacinho melhor…
            ¾ Então é melhor ficarmos assim ¾ recomendou o Presidente. ¾ Vossemecê agora toma um bicarbonatozinho, um leitinho, e ala para a cama que amanhã é dia de trabalho. E vocês todos, andor, para casa, em ordem e não se pensa mais em tal semelhante!
            E assim foram fazendo, aos poucos e poucos.
            No dia seguinte, a Humanidade toda estranhou muito o desaparecimento da Lua e deu-se a grandes especulações.
            Era com algum orgulho que a população do Beco via passar o Andrade. Sempre gaiteiro, apenas um pouco mais gordo.
 
 
Mário de Carvalho, Casos do Beco das Sardinheiras
 
 
 
 
 
 
 
 
I
 
            Após a leitura atenta do texto, responda, de forma clara e completa às seguintes questões.
 
Acção
1. Indique o modo de organização das sequências narrativas presente no conto e justifique devidamente a sua resposta.
 
2. Classifique a narrativa indicando se é aberta ou fechada. Justifique a sua resposta.
 
Espaço e Tempo
1.    Identifique o espaço e o tempo em que a acção decorre, transcrevendo expressões do texto.
 
2. Caracterize o espaço social presente no conto, justificando a resposta dada com passagens textuais.
 
Personagens
1. Identifique as personagens do conto.
 
2. Classifique as referidas personagens quanto ao relevo e concepção, justificando a sua resposta.
 
3. Caracterize as personagens principais, exemplificando com referências textuais sempre que tal for necessário.
 
4. Identifique os processos usados na caracterização das personagens. Justifique a sua resposta.
 
Narrador
1. Classifique o narrador quanto à presença, à ciência e à posição. Apresente uma justificação para a resposta dada.
 
2. Seleccione um excerto narrativo e outro descritivo.
 
Recursos estilísticos
1. Identifique dois recursos estilísticos, referindo o seu valor expressivo.
 
 
II
 
 
1. Tendo como referência o estudo realizado sobre o conto literário, coloque V (verdadeiro) ou F (falso), de acordo com a veracidade ou a falsidade das afirmações apresentadas.
 
1.1. O conto é um texto narrativo. …………………………………………………….
 
1.2. O texto narrativo não inclui a descrição. ………………………………………..
 
1.2. A acção fechada revela-nos o destino final das personagens. ………………
 
1.3. O conto é, geralmente, uma narrativa longa, com um elevado número de personagens, uma acção complexa e com referências temporais amplas. …………………………………………………………………………………………….
 
1.4. O espaço físico é sempre interior………………………………………………..
 
 
III
 
 
1. Leia atentamente as afirmações seguintes e, de acordo com o estudo que fez do texto informativo assinale V (verdadeiro) ou F (falso).
 
1.1. O discurso informativo não deve ser claro, correcto e conciso. ………………................................................................................................……..
 
1.2. O objectivo principal é informar, logo a linguagem é denotativa, rigorosa, directa e objectiva. ……………………………………………………………………..
 
1.3. A notícia é um texto de fronteira entre o literário e o não-literário. ……………….........................................................................................................
 
1.4. Na crónica predomina a função informativa da linguagem. …………………...........................................................................................………
 
 
2. Das duas opções apresentadas seleccione apenas uma.
 
2.1. Com base no conto elabore uma notícia, atendendo à sua estrutura característica.
 
2.2. Tendo como pano de fundo o conto, redija uma crónica, não esquecendo os moldes em que esta se baseia.
 
 
 
 
 

 

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DO ESTREITO DE CÂMARA DE LOBOS
publicado por OPTD às 07:31

Julho 06 2009

cf

publicado por OPTD às 07:28

Junho 10 2009

 

Grupo 0 – Verificação de leitura
Indica as informações seguintes relativas à obra estudada em aula através de frases completas  na tua folha de teste:
 
1. título da peça
2. nome do autor
3. personagem (ns)  principal (ais)
4. caracterização do espaço
5. Resumo da peça (3 linhas MÁXIMO)
 
Grupo I – Compreensão Escrita
 
 Lê com atenção da página 42 à 45 (linhas 224-370) da peça estudada em aula e com base nelas e nos teus conhecimentos globais da peça responde às questões seguintes:
 
 
1.      Assinala com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações e corrige as falsas :
 
a) A Boneca achava que era especial.
b) O Boneco tinha facilidade em falar de assuntos mais delicados.
c) Os Bonecos têm muito em comum.
d) O Coração e a Cabeça estão sempre de acordo.
  
RESPOSTAS COMPLETAS!!!
 
2.      Indica a personagem (ns) principal(ais) do texto e justifica a tua opção.
3.     Caracteriza psicologicamente a personagem(ns) principal(ais).
4.     Por que razão a Boneca não é apenas uma boneca vestida de seda? Justifica.
5.     Por que diz a Boneca que a sua criadora é uma Rainha? Justifica.
6.     A Boneca tem razão quando diz que «o que uma pessoa é por dentro é por fora» (l.272)? Justifica.
7.     «O coração é maior do que nós!» (l.330). Explica o que diz o Boneco.
8.     Explica a função e a importância da última didascália.
9.     Explica o título da peça (5 linhas mínimo).
10.   Elabora um texto (5 linhas no mínimo), em que expresses a tua opinião sobre esta peça, justificando o teu ponto de vista.
 
Grupo II - Funcionamento da Língua
 
1.     Associa uma letra a um número e indica as figuras de estilo. Responde na folha de teste!
 

A. A dizer a verdade, eu nunca me enganei… (l.38)
1. exclamação
B. Pareces mais uma menina do que uma boneca! (l.40)
2. metáfora
C. Juro-te pela minha boa sorte!!! (l.108)
3. comparação
D. Era o próprio coração por dentro! (l.235)
4. hipérbole
 
5.pleonasmo

 
 
Grupo III – Expressão Escrita
 
Escolhe uma opção, indica-a na tua folha de teste e constrói um TEXTO (mínimo de 15 linhas). 
 
A.     Cria a peça que os bonecos vão representar para as crianças. Não te esqueças das características do texto dramático e de dar um título à tua peça!
 
B.     Almada Negreiros fala dos Homens através dos Bonecos. Escreve um texto coerente e organizado em que fales das questões tratadas pelo Autor nesta peça : interior / exterior, coração / cabeça, pensar / fazer … e do que pensas sobre estas questões.
 
C. Com base no que conheces do Autor, entrevista-o. Não te esqueças das características da entrevista!
 
 
 
Bom trabalho! José Miranda©
publicado por OPTD às 15:43

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