O Professor tira dúvidas

Março 13 2011

Escola Básica 2, 3 _____________

Língua Portuguesa

O Texto Narrativo

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZABCDEFGHIJKLMNOP

 

Como sabes, todas as narrativas têm uma espécie de receita, isto é, têm elementos obrigatórios que são habituais nas histórias.

Depois de escolheres o tipo de narrador (participante ou não) que queres para a tua história, escolhe um elemento de cada coluna e constrói umanarrativa criativa, com 3 partes, como de costume.

Podes fazer a caracterização (física e psicológica) das personagens, diálogo e juntar todos os pormenores que quiseres.

 Não te esqueças de dar um título à tua história, depois de a concluíres.

Podes escolher um elemento de cada coluna ou seguir uma linha.

Constrói o teu caminho!

Tempo

Espaço

Herói

Objectivo

Obstáculo

Amigo

Inimigo

Final

No séc. XIII

Lisboa

bruxa

sorte

iceberg

baleia

papagaio

?

No ano 3015

França

marinheiro

Paris

gato

duende

anão

?

Descobertas

campo

veterinário

Lua

pedra

fada

porco

?

Abril

praia

princesa

Amor

peixe

golfinho

orca

?

Inverno

escola

carteiro

anel

assassino

escritor

taxista

?

1998

montanha

aluno /a

comida

gangster

desconhecido

enfermeiro

?

2011

barco

rato

castelo

relógio

médico

costureira

?

Verão

EUA

polícia

Sol

frio

ilusionista

cozinheiro

?

Primavera

supermercado

professor

conhecimento

calor

pintor

espelho

?

 

Bom trabalho!

José Miranda

 

Grelha de Avaliação da Produção Escrita

  1. 20

 

4, Respeito pela proposta apresentada

5, Respeito pela matriz textual proposta

3, Coerência e coesão textual

5, Correcção morfossintáctica

1, Selecção lexical

1, Acentuação e ortografia

1, Criatividade e Originalidade

 

Nota : nos alunos disléxicos não serão tidas em conta as questões ortográficas; o mesmo para os alunos com necessidades educativas especiais, dificuldades de aprendizagem e estrangeiros.

 

publicado por OPTD às 18:33

Março 13 2011

Escola Básica 2, 3 _______________

Língua Portuguesa

O Texto Narrativo

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZABCDEFGHIJKLMNOP

  1. Ouve com atenção e completa a coluna da esquerda.
  2. Ouve uma segunda vez e completa a coluna da direita.

Sons

Sensações

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  1. Agora escreve uma história com base no que ouviste e sentiste. Lembra-te das regras de escrita dos textos e não te esqueças de dar um título no final.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

José Miranda

Bom trabalho!

 

 

publicado por OPTD às 18:32

Fevereiro 12 2011

1. Desenha um objecto.

2. Descreve esse objecto referindo características visuais, auditivas, gustativas, tácteis e olfactivas, quando possível.

 

 

3. Agora escolhe um objecto da sala de aula (livro, cadeira, mesa, porta, quadro, giz...) e escreve um texto na primeira pessoa como se fosses esse objecto, referindo o teu dia-a-dia, os teus sentimentos, sonhos...

 

http://objectos.blogspot.com/

publicado por OPTD às 14:33

Janeiro 11 2011

Para quem precisar de ouvir mais uma vez...

 

publicado por OPTD às 10:58

Outubro 14 2010

Não te amo mais.

Estarei mentindo dizendo que

Ainda te quero como sempre quis.

Tenho certeza que

Nada foi em vão.

Sinto dentro de mim que

Você não significa nada.

Não poderia dizer jamais que

Alimento um grande amor.

Sinto cada vez mais que

Já te esqueci!

E jamais usarei a frase:

Eu te amo!

Sinto, mas tenho que dizer a verdade:

É tarde de mais...

 

 

Clarice Lispector

 

(Isto tem um truque... quem adivinha?)

publicado por OPTD às 15:13

Setembro 05 2010

 

SABE O QUE É UM PALÍNDROMO?

 

Um palíndromo é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos, normalmente, da esquerda para a direita e ao  contrário.

Exemplos:

OVO, OSSO, RADAR.

O  mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; 
é o caso do  conhecido:

SOCORRAM-ME, SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS.

Diante do interesse pelo assunto (confesse, já leu a frase ao contrário), tomei a liberdade de seleccionar alguns dos melhores palíndromos da  língua de Camões... Se souber de algum, acrescente e passe adiante.


ANOTARAM A DATA DA MARATONA

ASSIM A AIA IA A MISSA

A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA

A DROGA DA GORDA 

A MALA NADA NA LAMA

A TORRE DA DERROTA

LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: 
ANIL  É COR AZUL 

O CÉU SUECO


O GALO AMA O LAGO

O LOBO AMA O BOLO

O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO 

RIR, O BREVE VERBO RIR

A CARA RAJADA DA JARARACA

SAIRAM O TIO E OITO MARIAS

ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ

------------ --------- --------- --------- -----

 

 

 

Sabem o que é tautologia?


É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. 
Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.


O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'.

Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:


- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exacta
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta

- de sua livre escolha
- superávit positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- facto real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito

Note que todas essas repetições são dispensáveis.

Por exemplo, 'surpresa inesperada'. 

Fique atento às expressões que utiliza no seu dia a dia.

publicado por OPTD às 22:00

Julho 06 2010

 

http://www.app.pt/nte/matilde/index.html

 

 

História de um rapaz - Matilde Rosa Araújo

 

"Ouve, Amigo, a história que te vou contar. Não é uma história triste nem alegre sequer. Nem é uma história de paz nem é uma história de guerra. É a história de um rapaz. O José.

Eu conheci José era ele um menino marinheiro, assim com a blusa à marinheira muito azul: um menino que brincava com barcos de papel.

Se ele tinha olhos azuis? Não. Nem verdes. Os seus olhos eram castanhos como as cascas dos troncos sem musgos, ora muito sérios, ora muito risonhos, nem eu o sei explicar."...


Excerto extraído do Livro de Matilde Rosa Araújo "História de Um Rapaz", editado em 1973 pela Atlântida Editora, Coimbra.

 

 

 

 

 

Quem quer continuar a história?

 

publicado por OPTD às 17:26

Julho 03 2010




Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.

Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.

De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.

Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.

Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.

Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.

Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.

Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.

Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.

Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.

Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.

Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.

Nisto a porta abriu-se repentinamente.

Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.

Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.

Que loucura, meu Deus!

Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.

Só que, as condições eram estas:

Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

 

Fernanda Braga da Cruz

publicado por OPTD às 16:23

Junho 01 2010

Observa as imagens seguintes, escolhe UMA e cria um texto dramático (didascálias, nomes das personagens, falas, actos, cenas...) criativo e encenável em aula. Não te esqueças que deve ter a exposição de uma situação, o conflito e o desenlace. Atribui também um título ao teu texto depois de o releres e corrigires várias vezes.

 

Bom trabalho!

 

 

A.

 

 

 

B.

 

 

publicado por OPTD às 23:04

Maio 30 2010

 

Bem-vindo!
Este é um espaço dedicado à escrita lúdica , que poderás utilizar sempre que te apetecer, de modo a tua imaginação e o gosto por esta forma de expressão.
Estas são as escolhas que te trazemos para este mês :
I. Da notícia à narrativa / entrevista
II. Títulos à procura de um texto
III. Sete palavras – pretexto para um texto
IV.Textos e objectos
PROPOSTA I
Da notícia à narrativa / entrevista
A. Escolhe uma das seguintes notícias como ponto de partida para uma narrativa. Podes acrescentar ou alterar os dados apresentados.
B. Escolhe um dos intervenientes destas notícias e faz-lhe uma entrevista imaginária, usando informação do texto e acrescentando outras, que consideres pertinentes e coerentes com os dados iniciais.
Notícia 1
Mulher entra em hospital e apunhala dois doentes internados
Duas pessoas internadas no Hospital do Mar, em Barcelona, foram apunhaladas esta manhã por uma mulher cubana que entrou nas urgências com alguns ferimentos. Um dos doentes foi logo sujeito a uma cirurgia e o seu prognóstico é reservado.
As mesmas fontes afirmaram que a agressão ocorreu entre as 6h00 e as 7h00 e que a mulher foi detida pouco depois do ataque. Está acusada de tentativa de homicídio em primeiro grau.
A agressora chama-se Yuneisi A.C., é cubana e tem 26 anos. É residente em Hospitalet de Llobregat e chegou ao hospital com várias contusões e a afirmar que tinha sido vítima de maus tratos.
Os médicos atenderam-na e depois, seguindo os procedimentos normais, informaram as autoridades. A jovem não colocou obstáculos, mas, enquanto esperava os agentes numa sala de espera, entrou nos habituais compartimentos separados por cortinas do serviço de urgência e apunhalou dois pacientes que não conhecia.
Não se sabe ainda se a agressora entrou com a arma ou se esta estava dentro do próprio hospital, mas algumas fontes dizem que deveria estar entre os objectos pessoais de um dos agredidos.
Uma das vítimas, de 25 anos, já recebeu alta, depois de lhe ter sido suturada uma ferida numa perna. A outra vítima, de 31 anos, teve de ser operado por um golpe mais profundo e o seu prognóstico, apesar de reservado, é de estabilidade.
SOL com agências
Notícia 2
Montes Golã
Noivas israelitas partem para não mais voltar
Arine apaixonou-se e vai casar-se. Como o futuro marido vive na Síria e ela nos Montes Golã, território ocupado por Israel desde 1967, a jovem noiva não poderá regressar ao seu país.
Notícia 3
Piratas dos mares da Somália
Notícia 4
Beethoven no Metro


PROPOSTA II
Títulos à procura de um texto
Escolhe um dos seguintes títulos e cria a notícia que imaginas que lhe possa corresponder. Não te esqueças das regras do texto noticioso e torna o teu texto interessante…

 

 


PROPOSTA III
Sete palavras – pretexto para um texto
Escolhe um dos grupos de palavras para construires uma história. Não te esqueças de dar um título!
1.

 

NOME PROPRIO
NOME COMUM
VERBO
ADJECTIVO
NUMERAL
ADVÉRBIO
VERBO
Ana
jornal
levar
rápido
terceiro
longe
procurar

 

2.

 

NOME PRÓPRIO
NOME COMUM
VERBO
ADJECTIVO
ADJECTIVO
ADVÉRBIO
VERBO
João
carta
discutir
mágico
final
ontem
perceber

 

3.

 

NOME PRÓPRIO
NOME CONCRETO
VERBO
ADJECTIVO
NOME ABSTRACTO
ADVÉRBIO
VERBO
Príncipe Jeremias
cadeira
confiar
dinâmico
esperança
aqui
ligar

 


PROPOSTA IV
Textos e objectos
  • Um candeeiro de rua
  • Um guarda-chuva
  • Um relógio despertador
  • Uma Playstation
  • Um par de patins
  • Um telemóvel
  • Um aspirador
  • Um par de óculos
  • Um par de sapatos
  • Um dicionário
  1. Faz uma entrevista a um destes objectos.
  1. Tudo pode acontecer… Estes objectos tiveram um dia diferente e saíram da sua rotina. Conta como foi!

 

 


Diverte-te com as nossas propostas.
Ficamos à espera do teu trabalho!
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Envia os teus textos para este e-mail :
oprofessortiraduvidas@yahoo.fr
Isabel Figueira
José Miranda
publicado por OPTD às 19:15

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