A frase é constituída pelo Grupo Nominal GN (núcleo: nome), adjetival GAdj (adjetivo), verbal GV (verbo), preposicional GPrep (preposição), adverbial GAdv (advérbio)
Cada grupo tem na frase uma diferente função, consoante a sua posição na frase.
Funções sintáticas (ver ppt, grupo ES facebook ou http://www.slideshare.net/timosteos/novo
Sujeito
O mar parecia de prata.
simples
O João foi à praia.
composto
O João e a Maria foram à praia.
vocativo (nome, entre vírgulas, ?, !, ó ... não confundir com sujeito)
Manuel, vira-te para a frente!
predicado (o verbo e os seus complementos/modificadores)
O João e a Maria foram à praia.
complemento direto (geralmente à direita do verbo, um objeto, substituível por -o/a, os/as)
O homem comprou um ramo de flores. / O homem comprou-lhe o ramo de flores.
complemento indireto (geralmente à direita do c. direto, uma pessoa, substituível por -lhe/lhes)
O João deu um beijo à Maria. / O João deu-lhe um beijo.
Para o 5º ano, basta até aqui!!!!!
Sujeito
nulo subentendido
___ Abriu os olhos e sorriu.
nulo indeterminado
Disseram-me que não havia tpc., Estudava-se muito dantes.
nulo expletivo
___ Choveu muito hoje.
complemento oblíquo (como o c indireto também pode começar por uma preposição (ou advérbio), mas não é substituível por -lhe, o que não for c. dir ou c. ind...)
Ele vem de autocarro.
Gosto de ti.
complemento agente da passiva (por, pelo/a, os/as)
O Presidente foi eleito pelo povo.
O corpo foi abandonado.
O livro foi comprado por mim.
O trabalho foi feito. _____
modificadores (NÃO É PEDIDO PELO VERBO, acrescentam informação, modificam o verbo, podem ser omitidos ou móveis - TESTE ao Suj: Quem foi à escola? quem chegou a horas? Se não aparece na resposta não é complemento)
De manhã eu fui à escola.
Eu fui à escola de manhã.
Felizmente, o Luís chegou a horas.
predicativo do sujeito (ser, estar, continuar, ficar, parecer, permanecer, revelar-se, tornar-se...)
A mãe era azeda.
Ele ficou irritado.
Ele estava crescido.
Ele ficou em casa.
predicativo do complemento direto (achar, considerar, julgar, eleger)
Eles achavam a Ana estranha.
Nomearam a Rita delegada de turma.
modificador da frase (advérbios de modo...)
Decididamente era muito grave.
Síntese e exercícios com correção
http://profpaulo.weebly.com/funccediloti
determinantes
(precedem os nomes e concordam com estes em número e género)
o carro
a casa
uns carros
aquelas casas
Subclasses:
Cf. pág. 139 e 246 do manual
http://www.prof2000.pt/users/rocaramelo/i
História de Portugal acelerada
A história de Portugal como nação europeia remonta à Baixa Idade Média, quando o condado Portucalense se tornou autónomo do reino de Leão. Contudo a história da presença humana no território correspondente a Portugal começou muito antes. A pré-história regista os primeiros hominídeos há cerca de 500 mil anos. O território foi visitado por diversos povos: fenícios que fundaram feitorias, mais tarde substituídos por cartagineses. Povos celtas estabeleceram-se e misturaram-se com os nativos. No século III a.C. era habitado por vários povos, quando se deu a invasão romana da península Ibérica. A romanização deixou marcas duradouras na língua, na lei e na religião. Com o declínio do Império Romano, foi ocupado por povos germânicos e depois por muçulmanos (mouros e alguns árabes), enquanto os cristãos se recolhiam a norte, nas Astúrias.
Em 1139, durante a reconquista cristã, foi fundado o Reino de Portugal a partir do condado Portucalense, nascido entre os rios Minho e Douro. A estabilização das suas fronteiras em 1297 tornou Portugal o país europeu com as fronteiras mais antigas. Como pioneiro da exploração marítima na Era dos Descobrimentos, o reino de Portugal expandiu os seus territórios entre os séculos XV e XVI, estabelecendo o primeiro império global da história, com possessões em África, na América do Sul, na Ásia e na Oceânia. Em 1580 uma crise de sucessão resultou na União Ibérica com Espanha. Sem autonomia para defender as suas posses ultramarinas face à ofensiva holandesa, o reino perdeu muita da sua riqueza e status. Em 1640 foi restaurada a independência sob a nova dinastia de Bragança. O terramoto de 1755 em Lisboa, as invasões espanhola e francesas, resultaram na instabilidade política e económica. Em 1820 uma revolta fez aprovar a primeira constituição portuguesa, iniciando a monarquia constitucional que enfrentou a perda da maior colónia, o Brasil. No fim do século, a perda de estatuto de Portugal na chamada partilha de África.
Uma revolução em 1910 depôs a monarquia, mas a primeira república portuguesa não conseguiu liquidar os problemas de um país imerso em conflito social, corrupção e confrontos com a Igreja. Um golpe de estado em 1926 deu lugar a uma ditadura. A partir de 1961 esta travou uma guerra colonial que se prolongou até 1974, quando uma revolta militar derrubou o governo. No ano seguinte, Portugal declarou a independência de todas as suas posses em África. Após um conturbado período revolucionário, entrou no caminho da democracia pluralista. A constituição de 1976 define Portugal como uma república semipresidencialista. A partir de 1986 reforçou a modernização e a inserção no espaço europeu com a adesão à Comunidade Económica Europeia (CEE).
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_Portugal (adaptado) 437
(5) 140
(6) 150
1 achavam-se
admiravam
agosto
Além
5 anos
antiga
Antiga
antigos
Após
10 assim
avô
azulejos
bétulas
breve
15 incursão
Política
esquerda
brilho
buxo
20 camélias
canteiro
caramanchão
carvalhos
casa
25 casou
Advogado
tiveram
Cavaleiro
Rapaz
30 Bronze
central
cheio
cheiro
cidades
35 cinco
civilizados
coisas
começou
comerciante
40 como
compreensão
concreto
ângulo
consideração
45 constipar
Coral
davam
Depois
passar
50 infância
mudou
dinamarquês
diretor
produzido
55 primeiro
dos
encontro
era
escritor
60 esquisitas
estrangeiras
estrelas
respiração
noite
65 estudante
estava
movimentos
Politicamente
envolvido
70 defendia
monarquia
constitucional
criticou
abertamente
75 ditadura
estufa
Fada
fala
família
80 aristocrática
rica
filhos
filme
concluído
85 pelo
Final
vida
flores
foi
90 ganhou
aclamação
contador
histórias
Contos
95 Exemplares
Geografia
primeira
mulher
receber
100 gladíolos
glicínias
gostavam
havia
herdou
105 ideal
Ideias
Liberdade
justiça
Ilhas
110 imagens (5)
infelizmente
irritantes
janela
jardim
115 jardins
Jornalista
autor
línguas
magnólias
120 maior (6)
maioria
maneira
Mar
maravilhoso
125 medo
Menina
minha
moda
moravam
130 morreu
Lisboa
muitas
muito
mundanas
135 mundo
murmuravam
muro
nele
noite
140 nome
num
frequentou
Universidade
Oriana
145 originalidade
para
participação
passeavam
paterno
150 perfume
Perto
plátanos
poema
poesia
155 poéticas
Pois
pomares
porque
Porto
160 Português
pouco
projetada
publicou
quando
165 quase
raça
realidade
realmente
recebeu
170 recebiam
Recorrentes
Grécia
Referida
Portugal
175 nasceu
relacionar
repente
silêncio
distância
180 ressonância
ruas
Rígida
Educação
católica
185 permanecer
crente
fervoroso
roseirais
rosto
190 Saíam
salas
são
secretamente
sempre
195 sentiam
sombra
sorriam
superiores
tema
200 Tempo
Terra
tília
tinham
trabalho
205 traduzida
traduziu
trinta
últimos
universo
210 vários
antologias
Sexto
vez
vezes
215 vida
visitas
volta
vozes
amor
220 paz
Grupo I – Educação Literária, Leitura e Escrita 50%
PARTE A
Há cerca de cinquenta anos, a senhora Gage, uma viúva já idosa, estava sentada no jardim de sua casa, num povoado chamado Spilsby, no Yorkshire. Apesar de coxear e de ver já bastante mal, esforçava-se por arranjar um par de botas, pois mantinha-se com apenas alguns xelins1 por semana. Na altura em que martelava as botas, o carteiro abriu a porta e lançou-lhe uma carta para o colo. Tinha o remetente «Mr. Stagg and Beetle, 67 High Street, Lewes, Sussex».
«Querida Senhora:
Temos o dever de informá-la da morte do seu irmão Joseph Brand.»
– Meu Deus! – exclamou a senhora Gage. O meu querido irmão Joseph morreu.
«Deixou-lhe todos os seus bens», continuava a carta, «que consistem numa casa, um estábulo, caixotes com pepinos, escoadores, carrinhos de mão, etcetera, etcetera, em Rodmell, perto de Lewes. Lega-lhe2 também a totalidade da sua fortuna, isto é, três mil libras esterlinas3.»
A senhora Gage quase caiu de alegria. Não via o seu irmão há muitos anos, e como ele nem sequer lhe respondia às solicitações4 que lhe enviava todos os anos pelo Natal, pensou que, como era muito sovina5 desde criança, não queria sequer gastar um péni6 em selos. Mas agora tudo seria diferente para ela. Com três mil libras, já para não falar da casa e de tudo o resto, ela e a sua família poderiam viver com grande luxo o resto dos seus dias.
Decidiu ir imediatamente a Rodmell. O clérigo7 do povoado, o reverendo8 Samuel Tallboys, emprestou-lhe duas libras e dez xelins para o bilhete e no dia seguinte concluíra já todos os preparativos para a viagem. O mais importante era a necessidade de alguém cuidar do seu cão, Shag, durante a sua ausência, pois, apesar da sua pobreza, dedicava a vida aos animais e preferia passar privações9 a regatear um osso ao seu cão.
Chegou a Lewes uma terça-feira à noite. Naquela época, é preciso dizê-lo, não havia uma ponte para atravessar o rio em Southease, nem sequer se tinha construído a estrada de Newhaven. Para chegar a Rodmell era necessário atravessar o rio Ouse por um vau10 de que ainda subsistiam vestígios, mas só era possível com a maré baixa, quando as pedras do leito do rio afloravam à superfície. O senhor Stacey, o agricultor, ia de carro a caminho de Rodmell e ofereceu-se amavelmente para levar a senhora Gage. Chegaram a Rodmell pelas nove horas, numa noite de novembro, e o senhor Stacey indicou cortesmente11 à senhora Gage a casa situada no cimo do povoado que o seu irmão lhe deixara. A senhora Gage bateu à porta. Não obteve resposta. Voltou a bater. Uma voz muito estranha e aguda respondeu: «Não estou em casa!» […]
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Virginia WOOLF, 2007. A Viúva e o Papagaio. Lisboa: Relógio D’ Água Editores
Vocabulário
1xelins: vigésima parte de uma libra.
2lega-lhe: deixa-lhe por herança.
3libras esterlinas: moeda oficial do Reino Unido.
4solicitações: pedidos.
5sovina: que é muito apegado ao dinheiro e aos bens materiais.
6péni: moeda inglesa de cobre, equivalente a um duodécimo do xelim.
7clérigo: pessoa do Clero, padre.
8reverendo: sacerdote, padre.
9privações: carência do que é necessário à vida.
10vau: ponto onde, numa corrente de água, se pode passar a pé ou a cavalo.
11cortesmente: de modo cortês, educado, gentil.
Responde aos itens que se seguem, de acordo com as orientações que te são dadas.
1.1. No primeiro parágrafo, a senhora Gage é apresentada como
1.2. A carta dirigida à senhora Gage comunicava-lhe que o seu irmão tinha morrido e lhe tinha deixado
1.3. Perante a notícia da carta, a senhora Gage reagiu
Explica como imaginou o seu futuro a partir de então.
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4.1. Regista-o.
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4.2. Comenta a opção de vida da viúva em relação aos animais.
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5.1. Relacionando as informações que possuis sobre a senhora Gage com as condições em que se realizaria a viagem, sublinha o adjetivo que melhor define o percurso de Lewes até Rodmell:
PARTE B
Lê o texto seguinte. Caso tenhas dúvidas acerca do significado de alguma palavra, consulta o vocabulário apresentado.
Numa manhã fria de março de 1941, Virginia Woolf sai de sua casa em Rodmell, no vale do Ouse. Em tranquilo passo exausto1 caminha entre o pomar e o tanque, em que se movimentam silenciosos peixes.
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É uma saída sem regresso, esta.
Virginia Woolf escrevera, antes, a seu marido Leonard:
«Tenho a certeza de que vou enlouquecer outra vez. E sinto-me incapaz de enfrentar de novo um desses terríveis períodos. Começo a ouvir vozes e não consigo concentrar-me […]. Se alguém pudesse salvar-me serias tu (…). Não posso destruir a tua vida por mais tempo.»
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E, finalmente, uma frase inesperada, que retoma a que Terence diz a Rachel morta, em Voyage Out, seu primeiro romance.
«Não creio que dois seres pudessem ser mais felizes do que nós o fomos.»
Virginia Woolf passa junto da cabana onde habitualmente escreve. Olhada provavelmente apenas pela manhã, dirige-se ao rio Ouse. Tal como os céus de Inglaterra invadidos pela aviação nazi2, o seu corpo é um campo devastado pelas emoções.
Francisco VALE, «Virginia Woolf: dar ao mundo tudo o que ele pode incluir».
In Virginia WOOLF, 2004. Contos de Virginia Woolf. Lisboa: Relógio d’ Água
Vocabulário
1exausto: cansado, esgotado.
2nazi: relativo ao regime de Hitler.
Segue o exemplo:
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GRUPO II – Gramática 20%
Grupo III – Escrita 30%
Faz uma entrevista (perguntas e respostas) a Virginia Woolf, com base em dados verídicos ou imaginários, respeitando a seguinte estrutura:
Tem em conta a necessidade de utilizar linguagem simples, registo formal, a 3ª pessoa e os sinais de pontuação adequados a este género tão próximo da oralidade.
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Bom trabalho! JM0115
I – Educação Literária, Leitura e Escrita
Lê o texto com atenção.
Os gladíolos admiravam secretamente as camélias, mas não tinham muita consideração por
elas: achavam que elas eram esquisitas e irritantes. As camélias são muito diferentes dos gla-
díolos: são vagas, sonhadoras, distantes e pouco mundanas. Estão sempre semiescondidas
entre as suas folhas duras e polidas. Mas os gladíolos admiravam as camélias por elas não terem
perfume, pois, entre as flores, não ter perfume é uma grande originalidade.
As flores por quem os gladíolos sentiam realmente consideração eram as flores estrangeiras
da estufa que têm o nome escrito numa placa de metal atada ao seu pé como um fio de ráfia.
Infelizmente, as flores de estufa saíam pouco, porque tinham medo de se constipar. À noite,
quando as outras flores passeavam, as flores de estufa ficavam em casa. Só às vezes em agosto
davam uma volta. Mas quando não saíam recebiam visitas. E os gladíolos iam muitas vezes à
noite visitar as flores de estufa. No dia seguinte, contavam aos buxos:
– Ontem fui visitar a minha amiga Orquídea e a minha querida Begónia.
Os buxos riam baixinho e faziam troça. Mas a voz dos buxos é tão pequenina e tão murmu-
rada que os gladíolos, que estão sempre a falar com voz alta e barulhenta, nem os ouviam, e
não percebiam que os buxos não tomavam a sério a sua vida mundana.
Mas as flores que os gladíolos amavam realmente, as flores por quem os gladíolos tinham
uma admiração sem limites, eram as tulipas. Com as tulipas os gladíolos chegavam a ser sub-
servientes e punham de parte a sua vaidade. No inverno, o jardineiro, enquanto enterrava no
chão os bolbos gordos das tulipas, dizia:
– Nas lojas da cidade uma dúzia de tulipas vale uma fortuna.
Mas no coração de um gladíolo uma tulipa valia muito mais.
– Dão-me muito trabalho, as tulipas – dizia o jardineiro humildemente curvado sobre a terra
escura onde o bolbo das tulipas germinava.
E o único grande desgosto dos gladíolos era não serem tulipas. Porque as tulipas são caras,
raras e muito bem vestidas. O seu feitio é simples, exato e claro. As suas cores são ricas e sump-
tuosas. As suas pétalas são as pétalas mais bem cortadas e mais bem armadas que há no jardim.
Além disso, as tulipas descendem todas em linha reta das tulipas holandesas do Príncipe de
Orange. E isto é uma coisa que os gladíolos nunca esquecem.
Mas havia uma flor que os gladíolos detestavam. Era a flor do muguet.
O muguet é uma flor escondida. É uma flor pequenina e branca e tem um perfume mais
maravilhoso e mais belo do que o perfume dos nardos.
Sophia de Mello Breyner Andresen,
O Rapaz de Bronze, Figueirinhas
Transcreve do texto a frase que expressa esta ideia. __________________________________________________________
Transcreve do texto a frase que expressa esta ideia. ___________________________________________________________
A expressão ”o bolbo das tulipas germinava” (linha 23) significa…
… a raiz das tulipas desaparecia.
… a raiz das tulipas deitava rebentos.
… o bolbo das tulipas florescia.
… o caule das tulipas rebentava.
Segue o exemplo do quadro A.
Os gladíolos apreciavam as camélias. Os buxos
A festa das flores
Ramos de flores
O coração dos gladíolos
O rapaz e as flores
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II – Gramática
amavam – as – as – camélias – e – gladíolos – invejavam – os – tulipas
tulipa bolbos metal perfume limites originalidade
Nomes femininos: _________________/_____________________
Nomes no plural: /______________________
III – Escrita
Escolhe uma das opções:
A
No final do Capítulo IV, Florinda e o Rapaz de Bronze voltam a encontrar-se e passeiam pelo jardim.
Escreve um texto entre 120 e 150 palavras em que continues a história com momentos de narração, descrição e diálogo. Estrutura adequadamente o teu texto e atribui-lhe um título sugestivo.
B
Num texto de 120 a 150 palavras, faz a descrição de um objeto, flor ou animal de que gostes especialmente. Refere as razões desse teu interesse. Estrutura adequadamente o teu texto e atribui-lhe um título sugestivo.
Opção ___ __________________________________________________________
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Bom trabalho!