O Professor tira dúvidas

Outubro 10 2013

 

revisões http://www.slideshare.net/professoraIsabel/discurso-direto-e-indireto-7894270

 

exercícios http://storaportugues.blogspot.pt/2011/10/exercicios-extra-discurso-direto-e.html

 

 

publicado por OPTD às 13:24

Outubro 10 2013

Com base numa pesquisa biobibliográfica, elabora um alfabeto dedicado a este autor:

 

A...

B...

 

 

publicado por OPTD às 13:04
Tags:

Outubro 10 2013

 

 

Para que um texto seja aceite como tal, tem de respeitar as seguintes propriedades:

 

  • aceitabilidade (Reconhecimento interlocutor/leitor)
  • situacionalidade (adequação ao contexto)
  • intertextualidade (relação com outros textos)
  • informatividade (informação nova e apelativa)
  • conectividade (estrutura organizada:coesão e coerência)

Coesão textual

 

http://www.slideshare.net/antonius3/articuladores-do-discursoppt

 

http://www.prof2000.pt/users/fsimoes/ArtDisc.html

 

 Ideia a exprimir
 
 Marcadores Discursivos
 
    Adição
e, pois, além disso, e ainda…
    Causa
Pois, por causa de, porque, dado que…
    Certeza
é evidente que, certamente, de certo, naturalmente, evidentemente…
    Consequência
portanto, logo, por tudo isto, de modo que, tanto… que
    Conclusão
enfim, resumindo, de tal forma que, em conclusão, concluindo
   Chamar a atenção
notemos bem que, reparemos, veja bem que
    Dúvida
talvez, não sei bem, é provável, possivelmente
    Enfatizar
efectivamente, com efeito, como vimos
     Esclarecer
não é que… longe de…
    Exemplificar
por exemplo, isto é, aqui se apresenta, como se pode ver em
    Fim
para que, com o intuito de, a fim de
    Hipótese ou condição
se, por pouco que, a menos que, supondo, admitindo, salvo se…
  Ligação espacial
ao lado, sobre, sob, à esquerda, no meio…
   Ligação temporal
antes, depois, em seguida, até que, quando…
   Opinião pessoal
quanto a mim, acho, penso que, na minha ideia
   Oposição, restrição
mas, apesar de, contudo, todavia, porém, no entanto, por outro lado
     Reafirmação/Resumo
por outras palavras, ou seja, em resumo, de facto, neste caso, ainda…
     Semelhança
do mesmo modo, tal como, assim como…
     Provar
uma vez que, com certeza, efectivamente, deste modo

 

 

Coerência

 

princípio da não contradição (dizer uma coisa e o seu contrário) Estar vivo é estar morto.

pr. da não tautologia (não ser redundante) Estar vivo é o contrário de estar morto.

pr. da relevância (causa-efeito) Gostei muito deste livro porque amanhã vou sair.

 

Tipologias textuais

 

texto literário ( a forma é valorizada, ficção, intemporalidade, arte) e não literário (o conteúdo, o real, temporário, utilitário...)

 

TEXTO:

 

  • narrativo (situação inicial, complicação, resolução, narrador, personagens, tempo, espaço, ação< pretérito perfeito...)
  • descritivo (adjetivos, pretérito imperfeito, geral<particular...)
  • argumentativo (tese, argumentos, conclusão...)
  • expositivo (expor, explicar, informar...)
  • instrucional ou diretivo(instruções, receitas, imperativo...)
  • conversacional (diálogo, ...!?-)
  • preditivo (previsões, horóscopos, futuro...)

Paratexto:

 

título

índice

prefácio

pósfácio

nota de rodapé

bibliografia

epígrafe

 

publicado por OPTD às 12:57

Outubro 10 2013

Num mínimo de 80 palavras e num máximo de 120 palavras, escreve um texto em que dês a tuas opinião sobre um livro real ou imaginário indicando o autor, título e exemplos do livro (partes da história, características das personagens, linguagem, aspetos positivos e negativos justificadamente...). Organiza o teu texto nas partes habituais (introdução, desenvolvimento e conclusão).

Usa obrigatoriamente e na ordem que quiseres estes 10 advérbios:

 

hoje

sim

não

inicialmente

bem

antigamente

agora

finalmente

amanhã

muito

 

CF.

 

classes de palavras, classe aberta de palavras, advérbio, classes de advérbios com exemplos : http://dt.dgidc.min-edu.pt/

publicado por OPTD às 12:49

Outubro 08 2013

Para entender melhor "Castanhas assadas"...

 

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Judite_de_Carvalho

 

 

 
 
 
publicado por OPTD às 16:38
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Outubro 08 2013

 

A palavra além da sua representação escrita tem uma realização acústica, sonora.

O som é assim, resumidamente, o resultado da passagem do ar da expiração dos pulmões pelas cordas vocais, com a intervenção da língua, dentes, palato, cavidade oral e nasal, úvula... o que produz uma sequência sonora a que associamos um significado.

 

 

Os sons das línguas são representados pelo (alfabeto fonético internacional) AFI entre parêntesis retos:

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfabeto_fon%C3%A9tico_internacional

 

 

 

Consoante o sítio e o modo como o som é produzido os fonemas vocálicos classificam-se em

vogais

orais

nasais

 

anteriores

médias

posteriores

 

e

 

abertas é á ó

médias ê â ô

fechadas i u

 

Os consonânticos classificam-se em

consoantes

 

(modo de articulação)

oclusivas p t k b d g  PATACA BODEGA

fricativas f s ch v z j   FAÇA CHÁ VAZA JÁ

nasais m n nh

laterais l lh

vibrantes r R

 

surdas ou sonoras

 

(ponto de articulação)

labiais

dentais

alveolares

palatais

velares

 

semi-vogais

j viagem

w água

 

http://www.uiowa.edu/~acadtech/phonetics/spanish/frameset.html

publicado por OPTD às 16:36

Outubro 08 2013
 
 

 

 

 

Dimensão Pragmática da Língua

 

Enunciação

Discurso

 

Deixis - palavras que apontam para o contexto situacional

 

deítico

pessoal eu

espacial aqui

temporal falarei

social o senhor doutor

 

Atos de fala Está calor aqui!

 

locutório (enunciação)

ilocutório (intenção)

perlocutório (resultado)

 

Atos ilocutórios

assertivos  verdade - afirmar, concordar,informar

diretivos ação - mandar, ordenar, pedit, aconselhar

compromissivos obrigação - assegurar, comprometer-se com, jurar, prometer

expressivos  expressão - detestar, felicitar, adorar

declarativos criar nova realidade - declarar, nomear, batizar

indireto implícito, transmite-se mais do que se diz realmente

 

Princípios reguladores da interação discursiva

 

Princípio da cooperação

 

Máximas

quantidade

qualidade

relevância

modo

 

Princípio da cortesia

face positiva/negativa

 

Adequação discursiva

uso oral/escrito

registo formal/informal

formas de tratamento

 

Inferências Vamos sair hoje?

 

pressuposições

implicaturas conversacionais

 

Discurso

direto personagem -!?...

indireto narrador afirmou, disse...

indireto livre pensamento da personagem no discurso do narrador, às vezes tem ?!..., sem -

 

 

revisões http://www.slideshare.net/professoraIsabel/discurso-direto-e-indireto-7894270

 

exercícios http://storaportugues.blogspot.pt/2011/10/exercicios-extra-discurso-direto-e.html

publicado por OPTD às 16:31

Outubro 08 2013

 

 
 

 

Conceitos a pesquisar:

 

1. Linguagem e Comunicação

 

 

Linguagem - sistema de sinais que serve de meio de comunicação entre humanos, animais, máquinas...

 

verbal - exclusiva do Homem, palavra escrita/oral

não verbal - sons, gestos

 

emissor

recetor

mensagem

canal

código

contexto

 

Frase - sequência de palavras organizadas de acordo com as regras da língua

Enunciado - frase proferida por um locutor numa situação concreta

Enunciação - a língua em discurso

Discurso - produção verbal que resulta da interação comunicativa numa situação concreta (dimensão linguística e extralinguística)

 

Língua - código utilizado por cada comunidade linguística

 

oral

escrita

oficial

nacional

viva

morta

materna

segunda

estrangeira

minoritária

padrão/norma

naturais

artificiais

 

 

 

Falante

Comunidade

 

 

 

 
 

 

 

 

Le mirandés de hoije ben de la eiboluçon que tubo la lhengua de l Reino de Lhion, na tierra de Miranda, al lhargo de cientos de anhos, sufrindo la anfluença de l pertués, de l castelhano i de outras lhénguas, mas mantenendo la sue matriç oureginal: lhéngua filha de l lhatin i pertenciente a la família de las lhénguas stur-lhionesas. Quando l reino de Pertual de custituiu, apartando-se de l Reino de Lhion, yá na tierra de Miranda se falaba lhionés i assi tamien serie ne l mais de l atual çtrito de bergáncia. L pertués que ende hoije se fala ten muita palabra que bieno de l lhionés pa l pertués, i que ls dicionairos cuncídran, ls mais deilhes, cumo regionalismos stramuntanos.(...). Amadeu Ferreira
In Público, Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

 

2. Variação e normalização linguísticas

 

 

Variação

diacrónica - ao longo do tempo pera>para

diatópica - geográfica Portugal, Palop, Brasil (dialetos) fêra/feira  http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugu%C3%AAs_brasileiro

                                                                                                      http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_diferen%C3%A7as_lexicais_entre_vers%C3%B5es_da_l%C3%ADngua_portuguesa

 

diastrática - social

diafásica - situação  negativa, nega, chumbo

 

 

 

Registo

 

cuidado

corrente

familiar

popular

gíria

calão

linguagem técnica e científica

 

 

http://www.escolavirtual.pt/assets/conteudos/downloads/8por/8por160401.pdf

 

1. Identifica o nível de linguagem presente em cada um dos textos. Justifica a tua resposta.

 

TEXTO A

«Apanhei seis bolas de cana por ter comido uma ostra cheia de orina e o intruja, que se foi aos molhos com a bófia, chibatou-me e apenas apanhou quatro trintadas pagantes. Quase não precisou de palrante».

Tradução

«Apanhei seis anos de prisão, por ter arrombado uma montra cheia de ouro, e o receptador, a quem vendi os artigos, acabou por confessar à Polícia e denunciou-me. Foi condenado em apenas quatro meses de prisão correccional, que não cumpriu, por lhe ser facultado a remissão a dinheiro. Quase não precisou de advogado.»

Tal e Qual, 13/12/80

 

TEXTO B

A solução da Rede de Circuitos Privados pode aplicar-se em diversas formas, tendo em vista a topologia da rede e a utilização ou não de meios próprios de comutação, gestão de rede, conversão de protocolos, multiplexagem e encriptação.

TELEPAC em NOTÍCIAS

 

TEXTO C

 

« — Que vem a ser isso, Pardalito?

Então, protestei contra aquela vergonhosa fraqueza:

— Estás também com medo da gaja, hem?!...

— Eu...?! — objectou ele, numa lamúria. — Não digas isso, rapazinho!... Mas já não havia palavras que me convencessem do contrário:

— Estás, sim! Tremes cheinho de medufa!... És tão grande e tão sabichão... e, afinal, bates o queixo como qualquer miúdo!...

Ele ia articular outra desculpa, mas um novo trovão fê-lo encolher-se. (E agora ouvi nitida­mente um gemido sair da boca do desgraçado.)

— Cagarola! — berrei-lhe, fora de mim. E intimei-o... — Eu não quero que íu tenhas medo da trovoada!»

ROMEU CORREIA, Bonecos de Luz

 

TEXTO D

 

«Aqui há semanas perdi o emprego, e aqui há dias a minha mulher, a Amélia, disse-me: "Vai ao Vitinha, homem: ele sempre há-de arranjar qualquer coisa.» Boa ideia. À noite disse aos amigos: «Amanhã vou ver o Vitinha. Vou falar com ele...» Todos ficaram alegres. «Dá lá recomendações, pá», disse o Naftalina. «Não te esqueças», avisou o Necas Bexiga.

No outro dia, lá fui ao prédio alto.

Disse o meu nome à empregada do consultório, ela desapareceu por uma porta, e voltou quase a seguir: «O senhor doutor pergunta se o seu assunto é urgente, se não pode esperar uns dias».»

BAPTISTA-BASTOS, Cidade Diária

 

TEXTO E

 

«Quando de tal me apercebi, saltei por cima do regedor, torto de borracho, rapei do estadulho dum carro que ali estava e, depois de varrer o campo com dois molinetes, pernas para que vos quero! Em menos tempo do que se pisca um olho, estava de largo.

Foram sobre mim, mas podiam eles lá pilhar-me, lesto como era, lesto como ia com o vinho orçado para me acender o ânimo, e na alma um aguilhão: avante! avante! se não queres ir apodrecer no chilindró! No morro, muito já fora de portas, à luz do luar ainda me deixava dis­tinguir os tarantas a agatanhar atrás de mim, gritei-lhes com toda a alegria dum pássaro nas cerejas, com toda a força dos pulmões anchos de liberdade:

— Ó cagaréus de Aveiro, vinde agora para cá!... Vinde!»

AQUILINO RIBEIRO, O Malhadinhas

 

TEXTO F

 

«São velhas, pode dizer-se, todas as cidades da Europa, e são velhíssimas todas as grandes cidades. Só na América se improvisam os grandes centros de população, fazendo-se, desde os fundamentos, toda uma cidade com a rapidez com que na Europa se faz, um bairro. Não prima­vam as velhas cidades pela higiene, a luz mal entrando e o ar mal circulando nas suas ruas estreitas e tortuosas. As praças e jardins, que são uma espécie de pulmões da cidade, ou não existiam ou eram de exíguas dimensões, órgãos sem aptidão para o papel que lhes destinavam.»

 

B. CAMACHO, in Questões Nacionais, (conferência)

TEXTO G

«O osciloscópio (ou oscilógrafo) de raios catódicos é um tubo produtor de raios catódicos que apresenta a forma, as dimensões e os eléctrodos que convêm aos fins a que destina»

Gazeta de Física, V, fasc.5

TEXTO H

«Estava um terno de choros numa montada, quando uma geada subia para a gaiola. Desengomaram-lhe a caldeira, comendo-lhe um guizo com três pintores, e foram fazer a partilha num bebedouro da Figueira. (Aí registou-se a seguinte conversa.)

— Não tenho mordido por aí o Pintado.

— Não admira, o gajo foi de saco há um mês por ter sido chibatado quando metia uns grilos ao intruja, que tinha comido duma ostra que foi feito de bote.

— E quem o deu à morte?

— O rodas, que é um grande mangas.» (...)

                              In Diário de Lisboa, 6/11/76                                                      Tradução:

Estavam três carteiristas numa paragem de eléctrico quando uma velha subia para ele. Abriram-Ihe a carteira e furtaram-lhe o porta-moedas com 300 escudos, indo fazer a partilha num café da Praça da Figuei­ra. (Ai registou-se a seguinte conversa.)

— Não tenho visto o Pintado.

— Não admira, pois ele foi preso há um mês por ter sido denunciado quando vendia relógios ao receptador, os quais tinha furtado de uma montra, operando com automóvel.

— E quem o denunciou?

— O condutor, que é um grande malandro.

 

TEXTO I

«Saímos a barra. Chego-me para o arrais, que não larga da mão a cana do leme, imóvel e atento. Mete-me medo o negrume que não tem limites de escuridão e de vida e de que me separa a espessura de uma tábua. A maré vaza. O arrais manda:

— Iça a vela!

Os homens saltam nos bancos e o pano bate no escuro.

— Ó iça! Ó iça!

A escota range no moitão e a grande vela triangular sobe, debate-se, enche--se de vento. A catraia mete a borda. Uma hesitação na marcha e logo nos entra­nhamos na agitação infinita, na noite infinita.»

Raul Brandão, Os Pescadores

TEXTO J

Renato estava lívido. "Eh, pá... eh, pá..." Deu alguns passos em silêncio e depois berrou com toda a força: "Mas onde é que está este tipo? Querem ver que  o sacana se deixou apanhar?!"                      

Mário Zambujal, Crónica dos Bons Malandros                 

publicado por OPTD às 16:25

Outubro 08 2013

 

http://dt.dgidc.min-edu.pt/

publicado por OPTD às 16:23

Outubro 03 2013

http://www.conjuga-me.net/

 

 

 

 

 

exercícios (clicar em verbos/conjugação verbal)

 

http://www.prof2000.pt/users/rocaramelo/

publicado por OPTD às 13:00

Um blogue de apoio às minhas aulas e a todos os que gostam de Português, Francês e tudo... Desde 2008.
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