O Professor tira dúvidas

Janeiro 20 2012

 

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Onomatopeia onomatopeias

http://forum-patria.forum-livre.com/t1928-classe-das-preposicoes preposições

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Interjei%C3%A7%C3%A3o

http://www.prof2000.pt/users/lurdes_soa/Ficha%20infointerjei%C3%A7%C3%B5es.htm interjeições

 

 

Usando pelo menos 9 das expressões abaixo, conta uma história começada por «Era uma vez...»

 

onomatopeias interjeições preposições

truz truz

toc toc

pling

bum

cocoró

catrapum

oxalá

oh

ui

apre

adeus

bravo

 

à

àqueles

com

para

de

perto de

 

publicado por OPTD às 18:18

Janeiro 20 2012

Não se faz, mas vamos pontuar isto, porque sim...

Desculpa, S!

 

 

 

***

 

As ondas do mar quebravam uma a uma
Eu estava só com a areia e com a espuma
Do mar que cantava só para mim




( “ Dia do Mar “ 2005, Lisboa, Editorial Caminho)



Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1376#ixzz1jz4LVIOb

 

Inicial

 

O mar azul e branco e as luzidias
Pedras O arfado espaço
Onde o que está lavado se relava
Para o rito do espanto e do começo
Onde sou a mim mesma devolvida
Em sal espuma e concha regressada
À praia inicial da minha vida



Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=447#ixzz1jz4ZYLlG

 

Liberdade

 

O poema é
A liberdade

Um poema não se programa
Porém a disciplina
Sílaba por sílaba
O acompanha

Sílaba por sílaba
O poema emerge
Como se os deuses o dessem
O fazemos



Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=213#ixzz1jz4k9xwn

 

Musa

 

Aqui me sentei quieta
Com as mãos sobre os joelhos
Quieta muda secreta
Passiva como os espelhos

Musa ensina-me o canto
Imanente e latente
Eu quero ouvir devagar
O teu súbito falar
Que me foge de repente



Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=357#ixzz1jz52u1IH

 

 

As imagens pouco brilhantes, mas a música e a letra sim...

 

 

 

 

Camões e a tença

Irás ao paço. Irás pedir que a tença
Seja paga na data combinada
Este país te mata lentamente
País que tu chamaste e não responde
País que tu nomeias e não nasce

Em tua perdição se conjuraram
Calúnias desamor inveja ardente
E sempre os inimigos sobejaram
A quem ousou ser mais que a outra gente

E aqueles que invoscaste não te viram
Porque estavam curvados e dobrados
Pela paciência cuja mão de cinza
Tinha apagado os olhos no seu rosto


Irás ao paço irás pacientemente
Pois não te pedem canto mas paciência

Este país te mata lentamente



Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=107#ixzz1jz5MjKc6

 

 

Duas leituras do mesmo poema:


 

+++

 

 

 

publicado por OPTD às 08:09

Um blogue de apoio às minhas aulas e a todos os que gostam de Português, Francês e tudo... Desde 2008.
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