O Professor tira dúvidas

Novembro 23 2011

http://www.sabado.pt//Multimedia/Videos/Vox-Pop/VoxPop--A-ignorancia-dos-nossos-universitarios.aspx?id=411304

 

 

 

1. Qual é a capital de Itália?

2. Quem escreveu "Os Maias"?

3. como se chamava o maior campo de concentração nazi?

4. qual é a fórmula química da água?

5. quem é Manoel de Oliveira?

6. quem é o presidente dos EUA?

7. qual é o maior mamífero vivo?

8. quem é o presidente da Comissão Europeia?

9. Quem pintou Mona Lisa?

10. Quem pintou a Capela Sistina?

11. De que banda fez parte John Lennon?

12. Em que ano foi o 25 de Abril?

13. Qual a capital dos EUA?

14. O que significa LOL?

...

publicado por OPTD às 21:04

Novembro 23 2011

 

http://www.youtube.com/watch?v=m-PUAM78AYc&feature=youtu.be

 

publicado por OPTD às 20:59

Novembro 23 2011

Notícia criada em 2011-11-21 e lida 218 vezes

 

Esta noção deve estar presente mesmo antes da criança nascer, porque tudo depende muito do pai, da mãe e da forma como a criança é recebida. Os pais devem pensar previamente se querem que os filhos frequentem um colégio público ou privado, um ensino religioso ou não religioso, que papel vão desempenhar os avós, se a casa vai estar aberta a amigos, se vão incutir a prática do desporto, como irá a criança ocupar os tempos livres...Em psicologia evolutiva essa é uma questão muito estudada. Uma criança, desde tenra idade, tem que saber que o mundo não gira à sua volta, que a frustração é uma realidade. A vida tem muito para nos oferecer, mas a vida não é justa. Devemos transmitir que nem sempre vamos conseguir dos outros o que queremos, e que a nossa própria imagem também não é interpretada pelos outros como nós queremos.

Portugal, Espanha e Grécia estão a passar por dificuldades económicas, pois eduquemos as nossas crianças ensinando-lhes o que é a austeridade. Não é fácil, mas se os pais o conseguirem terão uma criança generosa.

Por outro lado, os pais devem ensinar os filhos a partilhar, a ser altruístas. Devemos ensinar as crianças a ter a noção de que, se têm quatro brinquedos, podem dar um deles a uma criança que não tem. Educar passa por estas pequenas coisas.

 

Como se mostra à criança que "o mundo não gira à sua volta"?

Por exemplo, quando a criança quer convidar todos os seus amigos para a festa de aniversário, os pais devem explicar apenas o que podem pagar... A criança não deve exigir o que quer, mas sim o que se pode dar.

 

Outro exemplo: Quando se diz à criança que vamos ver os avós e a criança recusa. A pergunta que se coloca à criança não deve ser se ela quer mas se acha que devemos visitar os avós e explicar porque o devemos fazer.

 

A partir de que idade se deve preparar a criança para estas noções?

Esta noção deve estar presente mesmo antes da criança nascer, porque tudo depende muito do pai, da mãe e da forma como a criança é recebida. Os pais devem pensar previamente se querem que os filhos frequentem um colégio público ou privado, um ensino religioso ou não religioso, que papel vão desempenhar os avós, se a casa vai estar aberta a amigos, se vão incutir a prática do desporto, como irá a criança ocupar os tempos livres...

 

Há muitos pais que  se assumem como amigos dos filhos. Como é que vê esta noção de alguns pais?

Os filhos têm que ter os seus próprios amigos, há espaços distintos. Mas os pais têm que saber quando algo corre mal e os filhos têm que sentir que podem contar com os pais. Não nos devemos esquecer de uma coisa: amigos há muitos, mas pais só existem aqueles.

 

Numa altura de crise em que os pais têm de reduzir os bens materiais que dão aos filhos, que devem os pais fazer para transmitir às crianças a noção de poupança?

Eu penso que a austeridade é boa: devemos ensinar as crianças que uma coisa é o que vale, outra coisa é o que custa. Por exemplo, para mim que vivo em Madrid, chegar a Lisboa e ver o mar é algo imperdível, e nada paga essa sensação.

Hoje em dia com a publicidade que se vê na televisão a criança tem a ideia de que tudo se compra. Mas não é assim, não se pode comprar a morte, a saúde e isto uma criança tem que saber captar. A criança tem que saber adaptar-se... Daí que a austeridade seja boa, para as pessoas aprenderem a viver com o que têm.

 

Os adolescentes de hoje passam muito tempo nas redes sociais e na internet relacionando-se com os amigos virtualmente. Que implicações terão estas vivências quando se tornarem adultos?

Acredito que não existe nenhum inconveniente em utilizar as novas tecnologias para comunicar, desde que a utilização não seja exagerada e de que não se perca o contacto com o exterior, isto é, o ser humano é um animal, precisamos do contacto, de estar próximos. Por outro lado, os pais têm que conhecer o mundo dos filhos. É importante que exista uma grande comunicação e ter muito cuidado com o mundo dos excessos, da adição (que passa não só pela internet, mas pelo álcool, pelas drogas).

 

E a presença dos irmãos?

Com os irmão deve-se partilhar, brincar, discutir, conviver e cooperar. Isto é o bonito da vida. A vida é qualidade, é intensidade.

 

As crianças de hoje vão crescer. Como serão os adultos de amanhã?

Essa pergunta é muito importante, mas eu não sei como serão os futuros adultos. Creio que estamos a educar crianças que têm uma ideia muito ampla do mundo, que encaram o mundo sem barreiras, sem fronteiras, um mundo que julgam ser global.

Acabaram as guerras mundiais, caiu muro de Berlim... Creio que os jovens vão enfrentar muitos dilemas éticos: que fazer com os psicopatas, que limites impôr à medicina, entre outros. Vamos ter que preparar os nossos filhos para saberem lidar com a dúvida, com o conflito, para saberem movimentar-se numa sociedade que está sempre em mudança.

No futuro temos que ter muita criatividade, muita capacidade de adaptação e muito pensamento alternativo. Há também que encarar o futuro relativizando e recorrendo ao sentido de humor. Por outro lado, é muito importante a capacidade de respeitar o outro, há que ter a consciência de que eu sou eu e tu és tu.

 

Nos dias de hoje quais são os principais critérios que devemos passar a uma criança?

Que amamos a criança, é sobretudo isso, mas também o respeito, a diferença. Transmitir que estamos presentes, que existe um vínculo. O contacto com a natureza também é muito importante, a prática de desportos e o respeito entre as gerações.

 

Devemos transmitir que estamos a educar para que aquele ser seja uma boa pessoa, que sabe viver a sua vida, que sabe ser independente e lidar com essa liberdade. Por outro lado, incutir desde cedo que somos responsáveis pelos nossos atos. 

 

in Boas notícias

 

publicado por OPTD às 20:58

Novembro 23 2011

 

Notícia criada em 2011-11-02 e lida 151 vezes

 

Uma dessas plataformas, a Ciberescola da Língua Portuguesa (www.ciberescola.com) integra um conjunto de exercícios interactivos especificamente destinados a alunos do 5.º ao 12.º ano do ensino secundário elaborados com base na língua materna e na língua não materna, para alunos de origem estrangeira. 

O outro espaço de aprendizagem da língua, o Cibercursos da Língua Portuguesa (www.cibercursos.com) é especialmente dirigido a um público anglófono, contando com o patrocínio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento – FLAD. Disponibiliza diversos recursos didácticos para professores, como exercícios interactivos e cursos online de Português Língua Estrangeira. 

O acesso a ambas estas plataformas é gratuito e não necessita de qualquer software adicional.

Segundo José Manuel Matias, um dos responsáveis pelo lançamento destes novos espaços, "a construção de conteúdos online para português é também importante para o sucesso das outras disciplinas" ao possibilitar "desafios nteractivos que desenvolvem competências da leitura e da escrita no âmbito dos programas do ensino secundário", explica. 

 

in público 

publicado por OPTD às 20:55

Novembro 23 2011

Notícia criada em 2011-11-21 e lida 745 vezes
 

  A mensagem fatal de um copianço - Isabel Stilwell

 

Um aluno de 10 anos foi apanhado a copiar numa escola de Chaves. Já não é coisa boa, mas se lhe disser que um aluno foi apanhado a copiar, com ajuda de sms enviadas pela mãe, é provável que dê um salto. Eu pelo menos dei, mesmo sabendo que em Portugal por vezes há aprendizes de juízes que copiam, com a complacência dos professores. De facto, uma mãe que planeia em casa a estratégia do copianço com o filho, lhe entrega um telemóvel para levar a cabo a operação, e se senta em casa à espera da hora do teste para lhe servir de cúmplice é de bradar aos Céus. Os pais são, afinal, aqueles que dão bons exemplos aos filhos, que exigem deles esforço, honestidade e a capacidade de assumirem as consequências dos seus actos, mesmo que o seu acto seja o de não ter estudado para uma prova. Aqueles que não aceitam que os filhos sejam menos do que eles em termos de integridade moral, e que desprezam notas (ou qualquer outra coisa), que resulte de batota e aldrabice. Os pais saudáveis querem que os filhos respeitem os docentes e a escola, porque sabem que não há outra forma de os seus filhos aprenderem, a ler e a escrever, certamente, mas mais do que isso a lidar com o mundo. 
O problema do menino de Chaves não é decididamente dele, mas vai ser. E muito menos do telemóvel, como ouvi dizer a um dos responsáveis da escola, porque os telemóveis não copiam. O que passa pela cabeça dos pais para entrar num jogo destes? Seja a incapacidade de ver o filho sofrer a frustração de não saber as respostas, seja a ideia de que todos os meios justificam os fins, a verdade é que para esta criança a mensagem que passa é, antes de mais, que os pais não acreditam nas suas capacidades. E essa é fatal.

 

Isabel Stilwell

 

in Jornal Destak

 

publicado por OPTD às 20:52

Um blogue de apoio às minhas aulas e a todos os que gostam de Português, Francês e tudo... Desde 2008.
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