O Professor tira dúvidas

Julho 23 2009

http://pt.wikipedia.org/wiki/Betty_Boop

 

http://www.bettyboop.com/forums/

 

 Betty_Boop-Bo-l.jpg

 http://www.couromoda.com/noticias/setor_moda/Mnoticia_1619.html

publicado por OPTD às 18:51

Julho 22 2009

www.ciberduvidas.com

 

publicado por OPTD às 23:08

Julho 22 2009

Para saber e não fazer:

 

www.bebacomcabeca.pt

 

publicado por OPTD às 14:31

Julho 22 2009

http://www.bonjourdefrance.com/n11/jeux/oiebdf1.html

publicado por OPTD às 14:31
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Julho 21 2009

 

Resumo
Como uma Gramática
 
José Miranda
Com o presente trabalho pretendemos divulgar três das obras de um autor francês contemporâneo, Erik Orsenna, consagradas à Gramática e à Língua francesa : La Grammaire est une chanson douce (2001), Les Chevaliers du Subjonctif (2004) eLa Révolte des Accents (2007).
                Nestas obras, o Autor leva-nos numa viagem pela Língua e Cultura francesa, servindo-se dos elementos da Língua como personagens de uma narrativa em três partes, com fins didácticos e ao mesmo tempo literários, trazendo o discurso gramatical para o campo literário, de uma forma criativa e original.
Resumidamente, o Autor põe em cena elementos da Gramática, personificados, usando-os para contar uma história, cumprindo assim dois objectivos : ensinar e divertir.
De referir também o facto de nas obras de Orsenna, os aspectos literários e culturais franceses (e outros) estarem sempre presentes pela evocação de nomes das Letras ou da Música como La Fontaine, Marcel Proust, Saint-Exupéry, Piaf, Henri Salvador, mas também Herman Melville, Joseph Conrad, Ernest Hemingway, escritores do mar e da viagem, Shakespeare, os musicais, num percurso de globalização cultural, um pouco à imagem da obra multifacetada do Autor.
Outro aspecto original das obras referidas é o uso das ilustrações, entradas de dicionário, caracteres de outras línguas como ilustração da mensagem escrita, o que transforma estas obras em objectos híbridos, ora em torno da etiqueta infanto-juvenil, ora mais próximo das reflexões melancólicas de um adulto face à vida e à língua em que nos emocionamos e vivemos, ou mesmo das memórias de aprendizagens escolares na infância.
Não sendo gramáticas nem romances, também não são apenas contos, estão próximos das estratégias das fábulas, mas têm, por vezes, um contexto entre o fantástico e o real, não deixando de ser ensaios sobre a Língua Francesa, o que impossibilita um público estanque, permitindo vários tipos e níveis de leitura.
Esta tendência, no que se refere à abordagem literária / lúdica da Gramática tem outros precursores / seguidores no panorama literário francês, como Pennac ou Rambaud, por exemplo, que para além do uso da narrativa, usam também outras abordagens como o diálogo ou o género epistolar.
Em suma, Orsenna dedica estas obras à Língua Francesa nos seus aspectos didácticos, literários e culturais, fundamentando o uso da gramática como tema de uma narrativa didáctica, mas também literária e cultural, aspectos incessantemente veiculados pela Língua.
 

Apresentado em 03/2009 no 8º encontro nacional da APP e publicado nas actas desse encontro

publicado por OPTD às 17:02

Julho 21 2009

 

RAMBAUD, P. (2007). La Grammaire en s'amusant. Paris: Editions Grasset et Fasquelle.
(194 pages, 11,90€)
 
            Le livre que nous venons de lire n’est pas une grammaire, pourtant c’est une grammaire et une grammaire amusante.
            Il s’agit de huit leçons / dialogues à la mode de Socrate entre l’Auteur et un enfant de sept ans. Chaque leçon a un titre suggestif, suivi des échanges entre un moi et un lui sur un thème grammatical, conclu par un résumé des idées principales à retenir du dialogue.
            Le langage est simples et accessible, plein d’analogies comme forme d’expliquer les concepts les plus abstraits.
            Le ton du livre est plutôt oralisant et informel ce qui fait de ce livre une véritable conversation avec un grand Auteur sur le Français, son Histoire, les noms, les adjectifs, les pronoms, les adverbes, les verbes, la syntaxe et la Littérature face aux nouvelles technologies.
            L’origine de ce livre date de novembre 1997, à Rennes, dans une rencontre entre Rambaud, Orsenna et des élèves du Lycée, réunis pour discuter le Goncourt des Lycéens, la grammaire et son enseignement.
            Les Auteurs ont promis aux élèves: «Nous allons vous écrire une grammaire lisible! C’est juré.» (RAMBAUD, 2007: 10). Orsenna a commencé a tenir sa parole en 2001 «sous forme de contes» (RAMBAUD, 2007: 10), avec le premier volume de sa, pour le moment, trilogie, La Grammaire est une chanson douce des Editions Stock.
Rambaud a pris dix ans, mais, au contraire d’Orsenna, son livre fait une approche plus consciente pour le lecteur et directe de l’importance de la grammaire dans la vie:
La grammaire n’est qu’un mode d’emploi qui évolue avec l’usage et le temps.
(RAMBAUD, 2007: 10)
La grammaire n’est pas une punition, mais une nécessité, un droit, une chance et un jeu.
(RAMBAUD, 2007: 10)
La grammaire, mon coco, c’est ce qui nous distingue du chimpanzé.
(RAMBAUD, 2007: 28)
Lire des livres reste la meilleure méthode pour se perfectionner dans l’art de parler et d’écrire.
(RAMBAUD, 2007: 194)
José Miranda
 
publicado on line na página da APPF 05/2009
publicado por OPTD às 16:54

Julho 21 2009

 

http://www.lexilogos.com/francais_langue_dictionnaires.htm
publicado por OPTD às 16:11

Julho 21 2009

linda_feia.jpg

 

 

Estâncias na medida antiga, que têm duas contrariedades:
louvando e deslouvando uma Dama

Sois üa dama
das feias do mundo;
de toda a má fama
sois cabo profundo.
A vossa figura
não é para ver;
em vosso poder
não há fermosura.

[Vós] fostes dotada
de toda a maldade;
perfeita beldade
de vós é tirada.
Sois muito acabada
de tacha e de glosa:
pois, quanto a fermosa,
em vós não há nada.

De grão merecer
sois bem apartada;
andais alongada
do bem parecer.
Bem claro mostrais
em vós fealdade;
não há i maldade
que não precedais.

De fresco carão
vos vejo ausente;
em vós é presente
a má condição.
De ter perfeição
mui alheia estais;
mui muito alcançais
de pouca razão.


(nota de leitura: ou se lê estrofe 1234 ou 1324 e o significado muda...)

publicado por OPTD às 07:11

Julho 20 2009

lua.jpg

 

Há 40 anos, o Homem chegava à Lua.

 

Ainda hoje, este facto parece fantasioso para muita gente, tal é o seu significado para a Humanidade.

 

http://earth.google.com/moon

 

http://noticias.sapo.pt/magazine/

 

http://www.youtube.com/watch?v=abfwdBSRCB4

 

publicado por OPTD às 21:08

Julho 19 2009

 

Ficha de trabalho n.º
Disciplina: Língua Portuguesa
Tema – Leitura
Ano/turma:
Professor:
Data:
Cavaleiro da Dinamarca
Lê atentamente o seguinte excerto de O Cavaleiro da Dinamarca:
 
(pp. 42 a 43 da  54ªed)
 
Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca
1. O Cavaleiro “viajava agora com pressa”. (linha 1)
1.1. Identifica a peripécia que impede que o Cavaleiro continue a sua viagem.
2. O delírio do Cavaleiro, provocado pela doença, recai sobre alguns dos locais por onde ele passou.
2.1. Identifica-os.
2.2. Explica como esses locais se transformam em obstáculos que impedem o Cavaleiro de prosseguir viagem.
3. No 2.º parágrafo, o narrador mostra não estar seguro das causas da doença do Cavaleiro.
3.1. Selecciona dois vocábulos que comprovem a sua incerteza.
4. Os frades recorreram a produtos naturais para tratarem o Cavaleiro.
4.1. Na tua opinião, este tipo de tratamento natural era esperado? Porquê?
5. Refere o adjectivo que caracteriza o Cavaleiro tendo em conta cada uma das seguintes expressões:
5.1.Então o Cavaleiro quis seguir viagem...” (linha 16).
5.2.…admirando nas paredes as suaves pinturas dos frescos que contavam milagres maravilhosos dos santos.” (linhas 21e 22).
6. Observa a descrição do convento feita no 6.º e 7.º parágrafos.
6.1. Enumera os elementos referidos desse espaço.
6.2. Caracteriza o ambiente vivido no convento.
6.3. Identifica três recursos utilizados pelo narrador nesta descrição, exemplificando com expressões textuais.
7. Resume o assunto do excerto (12 a 15 palavras).


 
Ficha de trabalho n.º
Disciplina: Língua Portuguesa
Tema – Leitura
Ano/turma:
Professor:
Data:
Compreensão de leitura: Arroz do Céu
A – Assinala a afirmação verdadeira (V) ou falsa (F).
1. Toda a história se passa nas longas galerias do subway da cidade de Nova Iorque. [__]
2. Ao longo dos passeios de Nova Iorque existem grandes respiradouros gradeados que comunicam com as galerias do subway. [__]

3. Os garotos, que brincavam na rua, chegavam a entrar no metro (subway) para apanhar as moedas que para lá rolavam. [__]
4. O limpa-vias é um emigrante que varre as ruas da cidade e as galerias do metro. [__]
5. Este emigrante mal sabia falar inglês, embora o compreendesse. [__]
6. A todo o comprimento do passeio onde se situava a igreja de São João Baptista e do Santíssimo Sacramento havia respiradouros do subway. [__]
7. O arroz lançado aos noivos pelos convidados, no fim do casamento, caía em cima dos respiradouros e acabava por deslizar para dentro da galeria do metro. [__]
8. A primeira vez que o limpa-vias se apercebeu do arroz derramado no chão, interrogou-se: donde é que viria tanto arroz? [__]
9. Um dia, mesmo receando ser visto, apanhou o arroz do chão e levou-o para casa, num pequeno saco. [__]
10. A mulher do limpa-vias ficou assombrada com a quantidade do arroz. [__]
11. A partir deste momento, o arroz passou a ser uma ajuda para a família, sobretudo no bom tempo, pelo Verão. [__]
12.Como o arroz caía do Alto, o limpa-vias acreditou que ele era enviado pelo Céu como uma bênção de Deus. [__]
13. Todas as noites, como sempre fizeram, o limpa-vias e a sua mulher rezavam ao Senhor, mas agora para agradecer a ajuda. [__]


 
Ficha de trabalho de verificação de leitura n.º
Disciplina: Língua Portuguesa
Tema – Leitura
Ano/turma:
Professor:
Data:
Compreensão de leitura: O Cavaleiro da Dinamarca
A –Assinala as afirmações verdadeiras (V) ou falsas (F).
1. A acção do conto “O Cavaleiro da Dinamarca” passa-se há muitos séculos atrás.
2. O Cavaleiro e família viviam na floresta, no extremo Norte da Dinamarca.
3. A personagem é designada de acordo com o seu nome próprio.
4. Em frente da porta da casa do cavaleiro havia uma grande tília que era a árvore mais alta da floresta.
5. A maior festa do ano era o Natal.
6. Na noite de Natal, o Cavaleiro sentava-se à mesa apenas com a sua família.
7. Terminada a ceia, contavam-se histórias e lendas de lobos, ursos, gnomos e anões.
8. As mais belas histórias eram as dos Reis Magos, dos pastores e dos Anjos.
9. Certo Natal, o Cavaleiro comunicou à família que partiria em viagem de negócios para a Terra Santa.
10. O Cavaleiro prometeu à sua família que dentro de dois anos, precisamente no dia de Natal, estaria de regresso a casa.
11. Na noite de Natal, o Cavaleiro dirigiu-se para a gruta de Belém e rezou toda a noite onde os Reis Magos adoraram a criança acabada de nascer.
12. Convidado pelo Mercador, o Cavaleiro seguiu para Veneza, cidade construída sobre as águas.
13. No palácio do Mercador, o cavaleiro conhece Vanina, a mais bela rapariga de Veneza, e o seu namorado Guidobaldo.
14. Vanina e Guidobaldo casaram na pequena capela dos marinheiros, embarcaram num navio e nunca mais foram encontrados.
15. Em Florença, o Cavaleiro foi recebido pelo banqueiro Averardo, seu amigo de longa data.
16. Durante um jantar, em casa do banqueiro, Filippo contou a história de Giotto e do seu discípulo Cimabué.
17. Giotto, o maior poeta de Itália, escreveu um maravilhoso livro chamado “A Divina Comédia”.
18. Dante, torturado pela morte de Beatriz, desceu ao Inferno, percorreu o Purgatório e visitou o Céu onde se encontrou com Beatriz.
19. Em Génova, o Cavaleiro adoeceu gravemente. Foi recebido pelos frades de um pequeno convento onde foi tratado.
20. Em casa do marinheiro português, Pêro Dias, o Cavaleiro, ouve surpreendido, as espantosas aventuras das expedições dos portugueses, no novo mundo.
21. Em Novembro, o Cavaleiro decidiu voltar ao seu país por mar, mas ninguém se arriscava a viajar para norte com medo dos gelos e dos temporais.
22. Para manter a promessa que tinha feito à sua família, o Cavaleiro inicia uma longa e penosa viagem de regresso por terra.
23. No dia 24 de Dezembro, a proximidade da sua casa fazia-o esquecer o cansaço e o frio.
24. Apesar dos lenhadores alertarem o Cavaleiro dos perigos que corria em atravessar a floresta durante a noite, ele continuou a sua viagem.
25. Perdido na noite e no labirinto da floresta, o Cavaleiro rezou a oração dos Anjos – Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.
26. O milagre aconteceu! O clarão de uma fogueira, que foi ateada por um lenhador, guiou o Cavaleiro até à sua casa.
27. Maravilhado, o Cavaleiro viu, junto a sua casa, a maior árvore da floresta enfeitada com pequeninas estrelas pelos seus filhos.

 

 

netprof

publicado por OPTD às 11:10

Um blogue de apoio às minhas aulas e a todos os que gostam de Português, Francês e tudo... Desde 2008.
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