O Professor tira dúvidas

Março 22 2016

 

 

https://www.publico.pt/tecnologia/noticia/poetryme-e-o-primeiro-poeta-artificial-portugues-1629024

Experimenta!

Exemplos...

publicado por OPTD às 18:49

Maio 03 2013

Responde às questões clássicas da notícia.

Tem uma estrutura mais longa e exige uma investigação profunda, envolvendo entrevistas e, às vezes, mais do que um jornalista.

Pode usar a 1ª pessoa.

 

Exemplos de reportagens:

https://www.google.pt/#output=search&sclient=psy-ab&q=reportagem+sic&oq=reportagem&gs_l=hp.1.1.0l4.1077.2954.0.6008.10.7.0.3.3.0.117.626.6j1.7.0...0.0...1c.1.12.psy-ab.9AEdTEKtWyw&pbx=1&bav=on.2,or.r_cp.r_qf.&bvm=bv.45960087,d.d2k&fp=8ec628c41a5d13df&biw=1280&bih=640

 

publicado por OPTD às 09:41

Abril 26 2013
I
-
 II
 
-
 
III
 
 
1 Observa as notícias e indica se dão ou não resposta às seis questões típicas da notícia.
 
I (O QUÊ QUEM, QUANDO, ONDE?, COMO, PORQUÊ, PARA QUÊ?)
II  (O QUÊ QUEM, QUANDO, ONDE?, COMO, PORQUÊ, PARA QUÊ?)
III  (O QUÊ QUEM, QUANDO, ONDE?, COMO, PORQUÊ, PARA QUÊ?)
 
 
Indica também se os jornalistas dão opinião, direta ou indireta, sobre o que relatam.
 
I  S/N
II S/N
III  S/N
 
Indica a ordem de apresentação da notícia nos jornais televisivos e justifica.
 
I Nº
II Nº
III Nº
 
Faz uma pesquisa sobre o cantor e faz tu também uma notícia sobre a vida do Rei da Pop.
Não te esqueças sobre as partes da notícia.
 

 

 

 

 

TÍTULO___________________________________________________________________

LEAD (O QUÊ QUEM, QUANDO, ONDE?)

_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Corpo da notícia (COMO, PORQUÊ, PARA QUÊ?)

____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

___________________________

Assinatura do jornalista

 
 
 thriller
 
 
publicado por OPTD às 08:18

Abril 03 2013

http://www.buzzfeed.com/lukelewis/newspaper-and-magazine-layout-disasters

 

 

publicado por OPTD às 22:14

Junho 29 2012

 

 

http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/quem-nao-gostaria-de-ser-harry-p_4149.html

 

 

publicado por OPTD às 10:28

Abril 05 2012

 

 

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=541281&tm=4&layout=122&visual=61

 

http://www.requieminesdecastro.com/#!//

 

publicado por OPTD às 11:59

Novembro 23 2011

 

Notícia criada em 2011-11-02 e lida 151 vezes

 

Uma dessas plataformas, a Ciberescola da Língua Portuguesa (www.ciberescola.com) integra um conjunto de exercícios interactivos especificamente destinados a alunos do 5.º ao 12.º ano do ensino secundário elaborados com base na língua materna e na língua não materna, para alunos de origem estrangeira. 

O outro espaço de aprendizagem da língua, o Cibercursos da Língua Portuguesa (www.cibercursos.com) é especialmente dirigido a um público anglófono, contando com o patrocínio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento – FLAD. Disponibiliza diversos recursos didácticos para professores, como exercícios interactivos e cursos online de Português Língua Estrangeira. 

O acesso a ambas estas plataformas é gratuito e não necessita de qualquer software adicional.

Segundo José Manuel Matias, um dos responsáveis pelo lançamento destes novos espaços, "a construção de conteúdos online para português é também importante para o sucesso das outras disciplinas" ao possibilitar "desafios nteractivos que desenvolvem competências da leitura e da escrita no âmbito dos programas do ensino secundário", explica. 

 

in público 

publicado por OPTD às 20:55

Novembro 23 2011

Notícia criada em 2011-11-21 e lida 745 vezes
 

  A mensagem fatal de um copianço - Isabel Stilwell

 

Um aluno de 10 anos foi apanhado a copiar numa escola de Chaves. Já não é coisa boa, mas se lhe disser que um aluno foi apanhado a copiar, com ajuda de sms enviadas pela mãe, é provável que dê um salto. Eu pelo menos dei, mesmo sabendo que em Portugal por vezes há aprendizes de juízes que copiam, com a complacência dos professores. De facto, uma mãe que planeia em casa a estratégia do copianço com o filho, lhe entrega um telemóvel para levar a cabo a operação, e se senta em casa à espera da hora do teste para lhe servir de cúmplice é de bradar aos Céus. Os pais são, afinal, aqueles que dão bons exemplos aos filhos, que exigem deles esforço, honestidade e a capacidade de assumirem as consequências dos seus actos, mesmo que o seu acto seja o de não ter estudado para uma prova. Aqueles que não aceitam que os filhos sejam menos do que eles em termos de integridade moral, e que desprezam notas (ou qualquer outra coisa), que resulte de batota e aldrabice. Os pais saudáveis querem que os filhos respeitem os docentes e a escola, porque sabem que não há outra forma de os seus filhos aprenderem, a ler e a escrever, certamente, mas mais do que isso a lidar com o mundo. 
O problema do menino de Chaves não é decididamente dele, mas vai ser. E muito menos do telemóvel, como ouvi dizer a um dos responsáveis da escola, porque os telemóveis não copiam. O que passa pela cabeça dos pais para entrar num jogo destes? Seja a incapacidade de ver o filho sofrer a frustração de não saber as respostas, seja a ideia de que todos os meios justificam os fins, a verdade é que para esta criança a mensagem que passa é, antes de mais, que os pais não acreditam nas suas capacidades. E essa é fatal.

 

Isabel Stilwell

 

in Jornal Destak

 

publicado por OPTD às 20:52

Outubro 20 2011

 

O mundo não nasceu connosco. Essa ligeira ilusão é mais um sinal da imperfeição que nos cobre os sentidos. Chegámos num dia que não recordamos, mas que celebramos anualmente; depois, pouco a pouco, a neblina foi-se desfazendo nos objectos até que, por fim, conseguimos reconhecer-nos ao espelho. Nessa idade, não sabíamos o suficiente para percebermos que não sabíamos nada. Foi então que chegaram os professores. Traziam todo o conhecimento do mundo que nos antecedeu. Lançaram-se na tarefa de nos actualizar com o presente da nossa espécie e da nossa civilização. Essa tarefa, sabemo-lo hoje, é infinita.

O material que é trabalhado pelos professores não pode ser quantificado. Não há números ou casas decimais com suficiente precisão para medi-lo. A falta de quantificação não é culpa dos assuntos inquantificáveis, é culpa do nosso desejo de quantificar tudo. Os professores não vendem o material que trabalham, oferecem-no. Nós, com o tempo, com os anos, com a distância entre nós e nós, somos levados a acreditar que aquilo que os professores nos deram nos pertenceu desde sempre. Mais do que acharmos que esse material é nosso, achamos que nós próprios somos esse material. Por ironia ou capricho, é nesse momento que o trabalho dos professores se efectiva. O trabalho dos professores é a generosidade.

Basta um esforço mínimo da memória, basta um plim pequenino de gratidão para nos apercebermos do quanto devemos aos professores. Devemos-lhes muito daquilo que somos, devemos-lhes muito de tudo. Há algo de definitivo e eterno nessa missão, nesse verbo que é transmitido de geração em geração, ensinado. Com as suas pastas de professores, os seus blazers, os seus Ford Fiesta com cadeirinha para os filhos no banco de trás, os professores de hoje são iguais de ontem. O acto que praticam é igual ao que foi exercido por outros professores, com outros penteados, que existiram há séculos ou há décadas. O conhecimento que enche as páginas dos manuais aumentou e mudou, mas a essência daquilo que os professores fazem mantém-se. Essência, essa palavra que os professores recordam ciclicamente, essa mesma palavra que tendemos a esquecer.

Um ataque contra os professores é sempre um ataque contra nós próprios, contra o nosso futuro. Resistindo, os professores, pela sua prática, são os guardiões da esperança. Vemo-los a dar forma e sentido à esperança de crianças e de jovens, aceitamos essa evidência, mas falhamos perceber que são também eles que mantêm viva a esperança de que todos necessitamos para existir, para respirar, para estarmos vivos. Ai da sociedade que perdeu a esperança. Quem não tem esperança não está vivo. Mesmo que ainda respire, já morreu.

Envergonhem-se aqueles que dizem ter perdido a esperança. Envergonhem-se aqueles que dizem que não vale a pena lutar. Quando as dificuldades são maiores é quando o esforço para ultrapassá-las deve ser mais intenso. Sabemos que estamos aqui, o sangue atravessa-nos o corpo. Nascemos num dia em que quase nos pareceu ter nascido o mundo inteiro. Temos a graça de uma voz, podemos usá-la para exprimir todo o entendimento do que significa estar aqui, nesta posição. Em anos de aulas teóricas, aulas práticas, no laboratório, no ginásio, em visitas de estudo, sumários escritos no quadro no início da aula, os professores ensinaram-nos que existe vida para lá das certezas rígidas, opacas, que nos queiram apresentar. Se desligarmos a televisão por um instante, chegaremos facilmente à conclusão que, como nas aulas de matemática ou de filosofia, não há problemas que disponham de uma única solução. Da mesma maneira, não há fatalidades que não possam ser questionadas. É ao fazê-lo que se pensa e se encontra soluções.

Recusar a educação é recusar o desenvolvimento.

Se nos conseguirem convencer a desistir de deixar um mundo melhor do que aquele que encontrámos, o erro não será tanto daqueles que forem capazes de nos roubar uma aspiração tão fundamental, o erro primeiro será nosso por termos deixado que nos roubem a capacidade de sonhar, a ambição, metade da humanidade que recebemos dos nossos pais e dos nossos avós. Mas espero que não, acredito que não, não esquecemos a lição que aprendemos e que continuamos a aprender todos os dias com os professores. Tenho esperança.

 

Artigo de José Luís Peixoto, publicado na revista Visão de 13 de Outubro de 2011

 

publicado por OPTD às 19:40

Junho 01 2011

http://www.ensinoprivado.com/noticia_Sete-ideias-para-os-jovens-que-vao-a-exame!---Nuno-Crato.html

 

Sete ideias para os jovens que vão a exame! - Nuno Crato
Notícia criada em 2011-05-31 e lida 592 vezes
 

  Sete ideias para os jovens que vão a exame! - Nuno Crato

 

DENTRO DE ALGUMAS semanas, milhares de estudantes do Ensino Básico e Secundário terão exames. Sabemos que as provas nem sempre estão bem feitas, que são menos frequentes do que deviam, que não têm o grau de exigência necessário e que, muitas vezes, os enunciados são enganosos. Mas isso neste momento pouco importa. Para os estudantes, para os pais que os acompanham e para os professores que os apoiam, o que agora interessa é aproveitar estas últimas semanas. Ainda há tempo para muita coisa, desde que se trabalhe. Talvez algumas das ideias seguintes sejam úteis.

Primeira ideia: Programar o estudo. É um dos factos mais surpreendentes da vida: traçar objectivos é meio caminho andado para os atingir. Isso é verdade na escola, na política, no desporto, nas empresas. Pode-se trabalhar muito, pode-se estar o dia todo ocupado e parecer que não se consegue fazer mais nada. Mas quando se perde um pouco de tempo a pensar e organizar a vida, consegue-se fazer mais. Daqui até às provas há ainda algumas semanas; por que não fazer uma lista das matérias prioritárias e planear dominá-las, com objectivos traçados semana a semana e dia a dia? Depois, é controlar o plano de estudo. Basta perder cinco minutos ao fim do dia para verificar o que se fez e não se fez e o que é preciso fazer para recuperar o tempo perdido.

Segunda ideia: Testar o que se sabe. É uma das descobertas mais sólidas da psicologia cognitiva moderna: as avaliações são um auxiliar importantíssimo do estudo; muitas vezes aprende-se mais enquanto se pensa como responder a um teste ou a verificar onde se errou, do que no estudo calmo e descontraído. A resolução de testes e exercícios é fundamental.

Terceira ideia: Voltar atrás quando não se percebe. Andar muito tempo à volta de um exercício ou de um conceito e não o conseguir entender é habitualmente sintoma de que há algo para trás que não se percebe. Não vale a pena fingir que se saltam obstáculos.

Quarta ideia: Perceber e decorar, decorar e perceber. Ao contrário do que recomendam algumas teorias pedagógicas ultrapassadas, a memorização não é inimiga da compreensão. As duas coisas são necessárias e reforçam-se mutuamente. Saber de cor uma fórmula pode ajudar a perceber um conceito e perceber um conceito pode ajudar a decorar uma fórmula útil.

Quinta ideia: Nem sempre o que parece mais fácil é o melhor. Entre ler um romance que se sabe que pode aparecer num exame e estudar um resumo, muitos jovens preferem ler o resumo. Que erro! Ler um romance é mais divertido, aprende-se mais, compreendem-se melhor os personagens e fixam-se melhor os pormenores.

Sexta ideia: Chegados ao exame, por mais difíceis que as questões pareçam, não desanimem. Muitas vezes, precisamos de algum tempo entre ler uma pergunta e ter a ideia da resposta. Leia-se segunda vez, terceira vez, com calma. Afinal a resposta pode ser simples.

Sétima ideia: Por mais simples que as questões sejam, não desanimem. Na Prova Intermédia de Ciências Físico-Químicas do 9.º ano feita este mês pelo Ministério, enunciavam-se um a um os nomes dos planetas do sistema solar e depois perguntava-se «o sistema solar é constituído por quantos planetas?» Muitos jovens podem não ter respondido por pensarem que havia algum truque. Não podia ser verdade! Não faz sentido perguntar a um aluno do 9.º ano se sabe ou não contar até oito! Mas era verdade.

 

in «Números e Letras» - «Expresso» de 28 Mai 2011

 

 

publicado por OPTD às 23:06

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