O Professor tira dúvidas

Setembro 26 2016

 

 

 

http://www.cm-sjm.pt/files/20/20429.pdf

publicado por OPTD às 19:08
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Setembro 19 2016
 
 
Outubro 05 2015
 

Contos, fábulas, mitos e lendas são narrativas populares e tradicionais que foram passadas de geração em geração até aos nossos dias.

Muitas destas histórias foram transmitidas oralmente até que alguns escritores os compilaram e registaram por escrito.

 

Conto

O conto é um relato simples de situações imaginárias, com intenções lúdicas. 

Características do conto tradicional 

Proveniente da tradição oral, apresenta uma linguagem simples.

É uma narrativa pouco extensa e o narrador é não participante.

Tem um enredo e uma estrutura simples (introdução, desenvolvimento e conclusão).

Quase não há marcas do espaço e do tempo e, quando há, são muito vagas.

Apresenta um reduzido número de personagens.

Muitos contos apresentam sempre a mesma fórmula inicial ("Era uma vez...") e final ("... e foram felizes para sempre.").

Alguns contos pretendem transmitir um ensinamento ou uma moralidade.

 

Fábula

A fábula é uma narrativa curta cujos protagonistas são animais personificados. 



Características da fábula

 Pretende criticar e chamar a atenção para alguns comportamentos dos seres humanos como a vaidade, a prepotência, a ganância, ou a esperteza, entre outros.

Tem uma moralidade, ou seja, uma espécie de ensinamento, que costuma aparecer no final do texto.

 Ocorre num espaço e num tempo indeterminados.

 

 Lenda

A lenda é uma pequena história localizada no tempo e no espaço. Não se conhecem os autores das lendas, mas as suas personagens são, de uma maneira geral, bem identificadas. 



Características da lenda

Conta uma história anónima, de origem indeterminada, mas cujos factos relatados são considerados verdadeiros relativamente ao tempo e lugar em que ocorreram.

 Narra acontecimentos históricos, religiosos ou outros que explicam a origem de aspetos geográficos ou relacionados com fenómenos da natureza.

Tem habitualmente poucas personagens que costumam estar identificadas pelo nome.

 

 Mito

O mito é uma narrativa tradicional, relativa a tempos antigos, de carácter religioso, que procura explicar os acontecimentos importantes da vida através do sobrenatural. 



Características do mito

Foi transmitido oralmente, de geração em geração.

Narra feitos antigos de heróis que têm poderes sobrenaturais.

Refere-se a seres extraordinários, como deuses, divindades, semideuses e heróis, cujo comportamento é visto como um modelo de vida.

Remete para tempos muito antigos, mas refere-se a uma determinada data e religião.

Tem carácter explicativo ou simbólico.

Transmite um ensinamento com o objetivo de aperfeiçoar o comportamento humano.

 

PPT

publicado por OPTD às 15:33

Outubro 05 2015

Contos, fábulas, mitos e lendas são narrativas populares e tradicionais que foram passadas de geração em geração até aos nossos dias.

Muitas destas histórias foram transmitidas oralmente até que alguns escritores os compilaram e registaram por escrito.

 

Conto

O conto é um relato simples de situações imaginárias, com intenções lúdicas. 

Características do conto tradicional 

Proveniente da tradição oral, apresenta uma linguagem simples.

É uma narrativa pouco extensa e o narrador é não participante.

Tem um enredo e uma estrutura simples (introdução, desenvolvimento e conclusão).

Quase não há marcas do espaço e do tempo e, quando há, são muito vagas.

Apresenta um reduzido número de personagens.

Muitos contos apresentam sempre a mesma fórmula inicial ("Era uma vez...") e final ("... e foram felizes para sempre.").

Alguns contos pretendem transmitir um ensinamento ou uma moralidade.

 

Fábula

A fábula é uma narrativa curta cujos protagonistas são animais personificados. 



Características da fábula

 Pretende criticar e chamar a atenção para alguns comportamentos dos seres humanos como a vaidade, a prepotência, a ganância, ou a esperteza, entre outros.

Tem uma moralidade, ou seja, uma espécie de ensinamento, que costuma aparecer no final do texto.

 Ocorre num espaço e num tempo indeterminados.

 

 Lenda

A lenda é uma pequena história localizada no tempo e no espaço. Não se conhecem os autores das lendas, mas as suas personagens são, de uma maneira geral, bem identificadas. 



Características da lenda

Conta uma história anónima, de origem indeterminada, mas cujos factos relatados são considerados verdadeiros relativamente ao tempo e lugar em que ocorreram.

 Narra acontecimentos históricos, religiosos ou outros que explicam a origem de aspetos geográficos ou relacionados com fenómenos da natureza.

Tem habitualmente poucas personagens que costumam estar identificadas pelo nome.

 

 Mito

O mito é uma narrativa tradicional, relativa a tempos antigos, de carácter religioso, que procura explicar os acontecimentos importantes da vida através do sobrenatural. 



Características do mito

Foi transmitido oralmente, de geração em geração.

Narra feitos antigos de heróis que têm poderes sobrenaturais.

Refere-se a seres extraordinários, como deuses, divindades, semideuses e heróis, cujo comportamento é visto como um modelo de vida.

Remete para tempos muito antigos, mas refere-se a uma determinada data e religião.

Tem carácter explicativo ou simbólico.

Transmite um ensinamento com o objetivo de aperfeiçoar o comportamento humano.

 

PPT

publicado por OPTD às 15:40

Julho 07 2010

 

 

Tem uma voz fantástica e tem livros muito giros! E é muito simpática.

publicado por OPTD às 22:43

Julho 14 2009

Consulta também este dedicado a pequenas tentativas narrativas:

 

http://contameumconto.blogs.sapo.pt/

 

e este dedicado à poesia ou quase:

 

http://musainspirame.blogs.sapo.pt/

 

 

publicado por OPTD às 08:17

Junho 14 2009

 

 
Ficha de trabalho n.º
Disciplina: Língua Portuguesa
Tema –Escrever - Conto
Ano/turma:
Professor:
Data:
 
I - Escreve um conto, seguindo as opções que te propomos.
Escolhe
a) o herói (a heroína) do conto que vais escrever;
b) o objecto que o herói/heroína procura ou deseja;
c) o local onde se passam as aventuras;
d) os perigos e os adversários que têm de ser ultrapassados;
e) o meio de transporte que a personagem utiliza para se deslocar;
Netprof.pt

 
 


 

Poema Visual - Ficha de trabalho

 

Ficha de trabalho n.º
Disciplina: Língua Portuguesa
Tema – Expressão escrita
Ano/turma:
Professor:
Data:
Poema Visual
1. O Poema Visual utiliza, com rara felicidade, a combinação dos signos verbais com a expressividade da linguagem icónica.
1.1. Cria um Poema Visual, ou seja, um poema cuja forma se relacione com o conteúdo.
Eis alguns temas/motivos sobre os quais podes criar o teu poema.
– vento
– mar
– guerra
– gota de água
(...)

 
Perfil - Ficha de trabalho

Ficha de trabalho n.º
Disciplina: Língua Portuguesa
Tema – Expressão escrita
Ano/turma:
Professor:
Data:
Perfil


1.1. Imagina que és uma destas personagens. Elabora o teu "perfil".

 

 

Propostas de escrita: A Carta - Ficha de trabalho
 
Ficha de trabalho n.º
Disciplina: Língua Portuguesa
Tema – Expressão escrita
Ano/turma:
Professor:
Data:
Propostas de escrita: A Carta
1 – Faz corresponder as fórmulas de saudação da coluna A às fórmulas de despedida da coluna B.
A
B
1
Queridos tios:
a
Atentamente
2
Excelentíssimo Senhor:
b
Um grande abraço
3
Senhor Director:
c
Muitos beijinhos
4
Olá, Miguel!
d
Cordiais saudações
Resposta:
1 – ____
2 – ____
3 – ____
4 – ____
2 – Escreve uma carta a um colega de outra escola, convidando-o a participar num torneio desportivo a realizar no fim do 1.º período, na tua escola.
Não te esqueças de referir:
– a data e o tipo de actividade desportiva;
– como se pode(m) inscrever e contactos para esclarecimentos;
– prémios a atribuir aos vencedores ou equipas vencedoras.
3 – Escreve, também, uma carta ao Director da rádio local, solicitando-lhe a divulgação do torneio desportivo a realizar na tua escola.
Podes começar assim:
– Chamo-me..., tenho... anos e sou aluno da Escola...

netprof

publicado por OPTD às 23:27

Março 12 2009

 

VII
 
Compreendem agora melhor a Rosa Azul?
Não devia ser fácil para ela. Sozinha, sem ninguém com quem falar...
E ainda por cima, às vezes as outras flores diziam-lhe que queriam ser suas amigas e depois de se aproximarem dela...
Zás! Arrancavam-lhe uma pétala ou uma folha e fugiam a rir...
Mas a Rosa cor de mar tudo aguentava na esperança de que um dia olhassem para ela com os olhos do coração.
Talvez então vissem como era bonita por dentro e se esquecessem da sua cor estranha!
E quem sabe até se um Cravo ou um Jacinto quisessem mesmo ser seus amigos...
 
***
 
O tempo passou, mas nada disso aconteceu.
E a nossa Rosa Azul ia murchando dia após dia, cada vez mais fraquinha, até lhe tinham caído uma ou duas folhas de tanto pensar nestas coisas ou então seria daquele Sol ardente de Maio...
Não sei, já vos disse que de Rosas sei muito pouco...
 
***
 
            Ora numa certa manhã, à hora em que o jardim acordava, algo de estranho aconteceu...
            O dia estava sombrio e pálido e os raios do Sol não douravam as gotinhas do orvalho da madrugada.
            Uma enorme nuvem escura cobria o céu e parecia prestes a rebentar mesmo por cima da cabeça do Marquês de Pombal, que ficou ainda mais Verde do que o normal, vá-se lá saber porquê!...
            As flores, assustadas, comentavam baixinho com os Manjericos e até os pássaros se calaram.
            Uma espécie de trovão ecoou pelo céu e as Rosas Vermelhas, muito medrosas, enlaçaram mais as folhas.
            A verdade é que aquilo tudo assustava e até a Rosa Azul, que via sempre o boletim meteorológico, estava ansiosa.
            Que nuvem estranha era aquela?!...
            E, lentamente, uma chuvinha fina começou a cair...
            Mas não era uma chuva igual às outras.
            Era quase invisível, mal se sentia nas folhas!
            O jardim estava em pânico e os canteiros tremiam, de nariz no ar.
            De repente, um Malmequer pequenino, já com dores no pescoço, baixou a cabeça:
            -Eh! Olhem todos...
 
***
 
            As flores não tinham palavras.
Ali ficaram, especadas, a olhar para o jardim...
            Aquela chuva esquisita tinha apagado as cores!
            Tudo era agora Cinzento e sem brilho...
            Rosas, Narcisos, Margaridas, Violetas, Jacintos, Malmequeres, Cravos... tudo era agora da mesma cor.
            Iguaizinhos.
            Pelo menos na cor...
 
***
 
            “E a nossa Rosa Azul?!”
            Não sei onde está!
            Deixou de ser Azul.
Pelo menos por fora.
E agora é mais difícil encontrá-la...
Temos de a procurar com os olhos de ver por dentro...
Mas experimentem, por favor, e digam-me qualquer coisa quando a encontrarem!...
Digam-me que ela é finalmente feliz.
Digam-me que naquele jardim o que dantes a fazia diferente, a cor, deixou de ser importante.
Digam-me que agora cada flor vale pelo que é por dentro e não pelo que parece por fora.
 
E nesse dia, está combinado, iremos todos juntos passear, porque o sol brilha no céu e as Rosas perfumam o ar... de Lisboa.
 
 
FIM
 
 
 
José Miranda
02/01/2004
publicado por OPTD às 11:09
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Um blogue de apoio às minhas aulas e a todos os que gostam da Língua Portuguesa (e Francesa) e tudo...
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