O Professor tira dúvidas

Dezembro 16 2015

 

publicado por OPTD às 19:31
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Dezembro 10 2015

 

Nome, nº, ano, turma

 

quem sou?

 

1. indica uma qualidade e um defeito teu?

 

onde estou?

 

2. quais são os organismos que gerem o agrupamento de escolas PBG? Indica pelo menos um e quem o dirige.

 

3. indica um dever do estudante.

 

4. justifica a sua importância.

 

O que quero?

 

5. quais os teus objetivos escolares neste momento? Justifica.

publicado por OPTD às 14:24

Dezembro 09 2015

7º ano

Luís Sepúlveda, 

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar

 

https://cld.pt/dl/download/a72331fe-2a85-4398-83d4-2595838d226a/histc3b3ria-da-gaivota-e-do-gato-que-a-ensinou-a-voar-131116170512-phpapp01.pdf

 

8º ano

Luísa Costa Gomes,

Vanessa vai à luta

https://www.scribd.com/fullscreen/228306374?access_key=key-Ba78PuNRM6y0oUW8Wrjr&allow_share=true&escape=false&view_mode=scroll

publicado por OPTD às 20:40

Dezembro 09 2015

 

 

biobibliografia

 

 

 

 

Conto lido por MT:

texto integral pp.57-59 Os novos contos da montanha, 1952

questionário

 

 

História Antiga

 

Era uma vez, lá na Judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava, e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.

 

E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da Nação.

 

Mas,
Por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.

 

Antologia Poética
Coimbra, Ed. do Autor, 1981

 

publicado por OPTD às 19:58

Dezembro 09 2015
 
 
 
Está definida a lista dos 10 vocábulos que marcam 2015. A escolha da PALAVRA DO ANO será feita pelos portugueses através do site www.palavradoano.pt.
01.12.2015
A partir da análise feita ao longo do ano pela Porto Editora e considerando também as sugestões feitas pelos portugueses no site www.palavradoano.pt, a lista das dez candidatas a PALAVRA DO ANO® 2015 é a seguinte:

acolhimento
A proteção dada aos sobreviventes, na sequência de guerras, atentados ou catástrofes naturais, e a forma como os diferentes países interpretaram o dever humanitário de concretizar essa proteção deram destaque a esta palavra.

bastão de selfie
Este instrumento para dispositivos móveis, facilitador da captação de autorretratos a maior distância e com melhor ângulo, foi recebido com alguma estranheza mas o seu uso acabou por se impor e se banalizar.

drone
Cada vez mais utilizado pelos militares para efetuar reconhecimentos e ataques à distância, este aparelho voador, reinventado sob a forma de pequenos dispositivos telecomandados acessíveis ao público em geral, ganhou uma enorme popularidade.

esquerda
Esta palavra ressurge no quotidiano dos portugueses a partir do muito discutido e inédito entendimento entre os diferentes partidos de esquerda, com vista à formação de Governo, ante a impossibilidade de outra maioria absoluta em resultado das últimas eleições legislativas.

festivaleiro
Na cidade ou no campo e para todos os gostos musicais, são cada vez em maior número e mais importantes os festivais que, ao longo do ano, apelam a este tipo especial de público.

plafonamento
Embora a possibilidade de plafonamento, no âmbito da reforma do Estado, esteja prevista na lei desde 1984, o termo ganhou renovada visibilidade durante a última campanha eleitoral, à luz das propostas políticas apresentadas para a reforma da Segurança Social.

privatização
Depois de grandes empresas públicas como a EDP, CTT e REN passarem para o controlo de privados, as vendas da CP carga e especialmente da TAP em 2015 voltam a lançar o termo privatização para o centro de acesas discussões.

refugiado
O incremento de conflitos armados e a rápida desestruturação social nos países do Médio Oriente, particularmente na Síria, originou um êxodo massivo de pessoas que, deixando tudo para trás, na esperança de encontrarem um futuro melhor na Europa, arriscam a vida em processos migratórios altamente perigosos, e que muitas vezes têm um final trágico.

superalimento
Fruto de uma crescente consciencialização relativamente ao que ingerimos, esta palavra surge para descrever os alimentos, geralmente de origem natural, cuja concentração ou combinação de nutrientes essenciais trazem especiais benefícios para a saúde.

terrorismo
O ano ficou tristemente marcado pelo elevado número e indescritível violência dos ataques terroristas que ensombraram o mundo, perpetrados em inúmeros países, nomeadamente em França, na Dinamarca, no Quénia, no Líbano, na Tunísia, na Turquia e no Mali.

De hoje e até ao último segundo do dia 31 de dezembro, os portugueses podem votar livremente através do site www.palavradoano.pt e assim escolher a PALAVRA DO ANO® 2015, que sucederá a "esmiuçar" (2009), "vuvuzela" (2010), "austeridade" (2011), "entroikado" (2012), "bombeiro" (2013) e "corrupção" (2014). O anúncio da palavra eleita pelos portugueses será feito nos primeiros dias de janeiro de 2016.

A PALAVRA DO ANO® é uma iniciativa com a marca registada da Porto Editora, agora na sua sétima edição, e tem como principal objetivo sublinhar a riqueza lexical e o dinamismo criativo da língua portuguesa, património vivo e precioso de todos os que nela se expressam, acentuando, assim, a importância das palavras e dos seus significados na produção individual e social dos sentidos com que vamos interpretando e construindo a própria vida.

A lista de palavras candidatas a PALAVRA DO ANO® é produto do trabalho permanente de observação e acompanhamento da realidade da língua portuguesa, levado a cabo pela Porto Editora, através da análise de frequência e distribuição de uso das palavras e do relevo que elas alcançam, tanto nos meios de comunicação e redes sociais como no registo de consultas online e mobile dos dicionários da Porto Editora, tendo em consideração também as sugestões dos portugueses através do site www.palavradoano.pt.
 
http://www.portoeditora.pt/imprensa/noticia/ver/chegou-o-momento-de-escolher-a-palavra-do-ano-2015?id=80442&catid=142&rnd=10448
 
http://www.palavradoano.pt/
 
publicado por OPTD às 19:52

Dezembro 09 2015

interview-851440_1920

Antes de mais, uma advertência: se acha possível escrever bem seguindo uma receita qualquer, ainda por cima em três míseros passos, pode ir tirar o cavalo da chuva. Depois de ler este pobre artigo não vai ficar a saber escrever bem — mas talvez consiga escrever um pouco melhor.

Gostava ainda de avisar os incautos que querem escrever literatura: ninguém aprende a escrever romances em três, quatro ou trezentos passos. Este humilde texto quer apenas ajudar a escrever textos que andam mais ou menos longe da ficção: um artigo de blogue, um e-mail, uma carta, talvez até um relatório qualquer. Nada mais, nada menos. (Se o seu objectivo for a literatura, aconselho-o vivamente a ir a correr comprar um livrinho de Mário de Carvalho que dá pelo nome de Quem disser o contrário é porque tem razão.)

Agora, repare: cada vez escrevemos mais — passamos os dias a escrever por tudo e por nada. Por isso, esta ideia de tentar escrever de forma um pouco mais clara e convincente é bem mais importante do que parece à primeira vista. Se o meu caríssimo leitor não souber escrever bem, vai perder muito tempo, arranjar muitos conflitos, trabalhar muito pior.

Mas como saber se escrevemos bem ou não? Ora, eu não sei se escrevo bem: mas tento melhorar todos os dias. É isso que proponho.

Comecemos.

1. Ler (e pensar)

O primeiro passo é coisa para demorar anos. Talvez décadas. Mas, enfim, desde que se comece, podemos avançar em paz para os dois passos seguintes.

Então aqui vai: se quer escrever melhor, convém ler mesmo muito. E ler com atenção. Ler muitas coisas. E não parar de ler.

Dirão alguns: ora, isso todos dizem! Exacto: todos dizem, porque é verdade. Os clichés nem sempre são mentira.

Já será um pouco menos habitual avisar que, para escrever melhor, convém pensar melhor. É bem difícil, mas é essencial: para que serve escrever, se o que escrevemos for um disparate do princípio ao fim?

Diga-se de passagem que mais vale um disparate bem escrito do que um disparate que, ainda por cima, maltrata a língua e a nossa paciência. Ainda assim, convém tentar dizer menos disparates, por mais bem escritos que estejam.

Se não tiver paciência para pensar antes de escrever, bem, atreva-se a escrever sem pensar e, depois, rasgue o que houver a rasgar.

2. Escrever para alguém em particular

Portanto: começamos por ler muito e, quando temos alguma coisa para dizer, pensamos bem antes de pôr mãos à obra — ou melhor, dedos no teclado.

Temos então a folha em branco ou o curso do Word a piscar.

O terror. O medo. A imensa vontade de não escrever nada.

Como ultrapassar isto?

Há várias técnicas e teses imensas sobre o assunto.

Para já, uma ideia: pode começar por pensar numa boa maneira de dizer o que quer dizer a uma pessoa em particular.

Quando digo uma pessoa em particular, estou mesmo a pensar numa pessoa que conheça: um amigo, um conhecido, um familiar. Convém, claro, que essa pessoa se enquadre no tipo de leitor a que quer chegar. Por exemplo, se está a escrever para professores, pense num professor seu amigo. Se está a escrever para os portugueses de 30 anos, pense num português de 30 anos que conheça — e escreva para esse trintão desprevenido.

Isto é um truque, uma forma de desemperrar a escrita — e é um truque que estou a levar tão a sério que até estou a dirigir-me a um leitor em particular, que não digo quem é. (Como essa pessoa que tenho na cabeça é minha amiga, deveria a bem da verdade tratá-la por tu, mas não exageremos na dose.)

Se fizer isto que digo, torna-se mais fácil saber que vocabulário usar, como dar a volta ao texto, como convencer ou informar ou divertir. Terá um leitor na cabeça com quem pode fingir que está a conversar.

Escrever é conversar às cegas: é uma conversa em que não sabemos o que a outra pessoa está a achar do que dizemos. Por isso, se conseguirmos fingir para nós próprios que estamos a conversar, tudo correrá melhor.

Se fizermos isto, podemos contar histórias, falar directamente ao leitor, o que nos ajuda a nós a escrever com menos entraves — e, o que é mais importante, ajuda o leitor a perceber melhor o que queremos dizer.

3. Testar o texto

O que quero dizer com testar o texto? Para começar, quem escreve tem de ler o texto no fim. Experimente ler o que escreve em voz alta, por exemplo. (Tenha em conta a necessidade de não dar parte de maluco. Resguarde-se numa sala vazia ou mesmo na casa-de-banho.)

Verá como muitas frases que pareciam muito bem escritas se tornam, de repente, um labirinto absurdo donde só quer saber como se sai. Volte a escrever a tal frase enovelada. Escreva melhor. Deite fora o texto, se vir que dali não há nada que se salve.

Depois, se houver tempo e o texto for importante, teste-o mostrando a outra pessoa. Mais uma vez, se a sua cobaia for parte dos leitores a quem gostaria de chegar, tanto melhor. Mas o importante é mesmo mostrar a alguém: essa pessoa pode dizer-lhe onde estão os pontos que a si parecem claros como a água mas que, para os restantes mortais, não fazem qualquer sentido.

Depois, no final, volte a ler. Se for preciso, escreva de novo. Depois, escreva mais, sem desistir. Acima de tudo, leia mais.

Não posso garantir mas, se repetir várias vezes esta receita improvisada, é bem provável que acabe a escrever melhor.

http://www.certaspalavras.net/tres-passos-para-escrever-melhor-em-portugues/

publicado por OPTD às 19:50

Dezembro 03 2015

Notas:

A correção/classificação dos testes comuns segue as orientações das provas finais, disponíveis em iave.pt, sendo apenas sublinhado na folha de resposta o que não é adequado/correto, evitando riscar a resposta desnecessariamente.

A cotação de cada pergunta inclui uma parte para o conteúdo e outro para a forma.

Nos grupos I e III, a totalidade ou não desse valor é atribuído em função de níveis de desempenho por pergunta, ou seja, apesar de correta uma resposta pode não ter a cotação total em função dos níveis de resposta definidos.

As respostas de ordenação não são consideradas se não estiver correto todo o conjunto.

 

I

parte 1

 

1. apresentar citação sobre a história de Clio, citação sobre a «guerra»;

2. identificar Homero e Horácio;

3. indicar que Clio adormeceu;

4. apontar a avenida Gago Coutinho, em direção ao Areeiro, Lisboa;

5. e.g. «um estridente rumor... grita.»

6. indicar berberes, azenegues e árabes;

7. explicar que a expressão se refere a prédios com janelas;

8. e.g. «estridente rumor de motores»; «relinchos de cavalos»;

9. distinguir a ação de Ibn-el-Muftar - avaliar, parar... e Ali-ben-Yussuf - apear-se do cavalo e rezar...

10. referir que o agente queria multar quem não respeitava o sinal vermelho;

 

parte 2

1. c, b, h, d, f, e, g, a, j, i, k, l

2. 5, 8, 6, 3, 1, 2, 7, 4, 9, 10

 

II

1.

a) infelizmente - modificador

a musa Clio - sujeito simples

adormeceu - predicado

 

b) os automobilistas - sujeito simples

foram atacados pelas tropas muçulmanas - predicado

pelas tropas muçulmanas - complemento agente da passiva

 

c) Ibn-el-Muftar - sujeito simples

era corajoso - predicado

corajoso - predicativo do sujeito

 

d) o agente - sujeito simples

telefonou ao comandante do posto - predicado

ao comandante do posto - complemento indireto

 

 

2. a) verbo intransitivo

b) verbo auxiliar da frase passiva, verbo principal da frase passiva

c) verbo copulativo

d) verbo transitivo indireto

 

III

resposta livre, respeitando as instruções

 

 

 7º

I

texto A

1 VFVFVVF

2 b

2.1 indicar que a lenda justifica a existência de algo;

3 referir o carácter global desta celebração;

 

texto B

12º

A - Chega já tarde à floresta da sua terra natal.

B - Ouve a história de Vanina e Guidobaldo.

C - Conhece o mercador de Veneza.

D - Visita a cidade de Ravena.

E - Reza em Belém.

F - Parte na Primavera para a Palestina.

G - Conhece o banqueiro Averardo.

10º

H - Chega a Génova.

11º

I - Visita o negociante de Antuérpia.

J - Adoece pelo caminho.

K - Informa a família que vai viajar até à Palestina.

L - Ouve a história de Giotto e de Dante.

 

1 refere os lobos e o urso e caracteriza-os;

2 transcreve adequadamente  a l.6;

3 refere a «esperança»;

4 indica o que aconteceu ao Cavaleiro e ao cavalo;

5 refere a noite de Jerusalém e os Reis;

6 explica que a luz vinha do abeto iluminado pelos anjos;

 

II

 

a palavra derivada por sufixação

b « parassíntese

c « sufixação

d « sufixação

e « não afixal

 

2

o cavalo - sujeito simples

enterrava-se na neve - predicado

na neve - complemento oblíquo

 

3 tripla adjetivação

 

III

 

Resposta livre

publicado por OPTD às 09:59

Um blogue de apoio às minhas aulas e a todos os que gostam da Língua Portuguesa (e Francesa) e tudo...
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