O Professor tira dúvidas

Junho 19 2015

 

Informação - Prova final de ciclo

http://provas.iave.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=4&fileName=IE_PF_Port61_2015.pdf

 

Provas Finais 2º ciclo

http://bi.iave.pt/exames/exames/eBasico/722/?listProvas

 

Prova 2014

http://bi.iave.pt/exames/download/PF-Port61-F1-2014.pdf?id=5491

 

Critérios

http://bi.iave.pt/exames/download/PF-Port61-F1-2014-CC.pdf?id=5492

 

Estrutura - Prova 61/2015

Grupos I Domínios Leitura Cotação (em pontos) 20

II Educação Literária 30

III Gramática 20

IV Escrita 30

 

Material

Como material de escrita, apenas pode ser usada caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta.

Não é permitida a consulta de dicionário.

Não é permitido o uso de corretor.

 

Duração

A prova tem a duração de 90 minutos, a que acresce a tolerância de 30 minutos.

 

TEXTOS

  • texto literário ( a forma é valorizada, ficção, intemporalidade, arte):
  1. NARRATIVO,
  2. POÉTICO OU LÍRICO,
  3. DRAMÁTICO OU TEATRAL
  • não literário (o conteúdo, o real, temporário, utilitário...)
  1. ENTREVISTA, http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/10331.html
  2. CARTA, http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/30140.html
  3. NOTÍCIA... http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/4175.html

 

CARACTERÍSTICAS DO TEXTO (leitura, compreensão escrita e escrita):

 

Obras de leitura (educação literária):

 

Ulisses de Mª Alberta Menéres

http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/ulisses-de-maria-alberta-meneres-296635

GUIÃO

http://www.prof2000.pt/users/dfpinto/viagem/viagem.htm

Contos dos Irmãos Grimm

http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/jacob-e-wilhelm-grimm-contos-294210

Os Piratas (narrativa) de Manuel António Pina

http://pt.calameo.com/read/0006014373efcf25f3191

https://livrosasolta.wordpress.com/2012/11/18/os-piratas-de-manuel-antonio-pina/ resumo

As naus de verde pinho de Manuel Alegre

http://escolovar.org/conto_manuel-alegre_naus-de-verde-pinho.pdf

A nau Catrineta

http://portodeabrigo.do.sapo.pt/garrett1.html

A bela Infanta

http://www.ecolenet.nl/tellme/poesia/infanta.htm

Pedro Alecrim de António Mota

https://drive.google.com/file/d/0B0F_3D1slmAXMjcwZjQ3N2EtMzg4Ni00MGIwLWE1OGYtNmViMmE3YzBlYmEy/view?pli=1

http://blogsabernaoocupalugar.blogspot.pt/2010/04/pedro-alecrim.html resumo

Ali Babá e os Quarenta Ladrões

http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/ali-baba-e-os-quarenta-ladroes-303482 

https://apreendaapreender.files.wordpress.com/2012/05/as-mil-e-uma-noite.pdf

 

Gramática:

 

Classes de palavras (Determinante, preposição, quantificador, pronome, conjunção, advérbio, verbo)

http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/tarefa-pascoa-i-os-lusiadas-9oe-286557

Frase

http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/277577.html

Formação de palavras

http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/tarefa-pascoa-ii-ppt-gramatica-286733

Funções sintáticas

http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/funcoes-sintaticas-5o6o-300523

Discurso direto e indireto

http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/273017.html

Frase ativa e passiva/Orações coordenadas e subordinadas

http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/277577.html

Relações entre palavras/pontuação

http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/tarefa-iii-ficha-de-leitura-7-8-9-287177

 

Exercícios

 

1. Arruma as seguintes palavras no quadro abaixo:

 

no, ignorante, até, arrumei, boca, café, ele, me, agora, não, João, bando, este, isso, cantarei

 

determinante quantificador nome adjetivo verbo advérbio verbo preposição
               

 

2. Indica o grau do adjetivo:

 

a) o João é alto.

b) O João é mais alto do que o Pedro.

c) O João é o mais alto da turma.

d) O João é altíssimo.

 

3. Substitui as palavras sublinhadas por um pronome:

 

a) A Ana vai à praia.

b) A Ana comprou um carro.

c) A Ana deu um beijo à mãe.

d) A Ana e a Paula ofereceram uma viagem ao Pedro.

e) Eu farei o trabalho.

f) Eu compraria esse chapéu.

 

4. Completa com advérbios:

 

a) _____ moras?

b) _____ chegaste atrasado.

c) chega ____!

d) correu-te ____ o teste?

 

5. Indica o tempo, modo, pessoa, número de cada forma verbal:

 

a) eu estudo

b) tu estudavas

c) ele estudou

d) ela estudará

e) nós estudáramos

f) vós tínheis estudado

g) eles estudem

h) elas estudassem

i) eu estudaria

j) estuda!

k) estudar

l) estudando

m) se estudares

n) estudado

o) ela terá estudado

 

http://www.conjuga-me.net/

 

6. Indica as frases simples e complexas:

 

a) A Joana cansou-se de esperar.

b) Enquanto a Joana esperava, telefonou ao João.

c) O João resolveu apanhar um táxi.

 

7. Agrupa as palavras de acordo com o processo de formação:

 

jardineiro, interessante, injusto, indeterminado, surdo-mudo, beija-flor, cor-de-rosabiologia, geografia, agricultor,

 

palavras derivadas palavras compostas
prefixação sufixação radical+palavra 2 ou+ palavras com hífen ou não

 

       

 

8. Indica as funções sintáticas dos grupos sublinhados:

 

a) A Ana foi à escola.

b) A Ana e a Antónia são amigas.

c) ___ Chegaram.

d) Ó Ana, anda cá!

e) O João gosta de morangos.

f) Eles estão aqui.

g) A Ana vivia ali.

h) A Ana mora em Lisboa.

i) Ontem, li um livro.

 

 

9. Completa as Orações coordenadas e subordinadas com as conjunções adequadas:

 

a) O João bateu na porta ___ entrou na sala.

b) O Professor deixou-o entrar, ___ não gostou que ele chegasse atrasado.

c) - João, vais chegar a horas ___ tenho de te marcar falta!?

d) - Professor, há greve de transportes, ___ não consegui chegar a horas.

e) - Ah, não sabia, ___ não tenho visto o telejornal.

f) - Não faz mal, ____ acabámos de entrar. - disse o professor.

g) O Professor disse ao João que tinha de estudar ____ recuperar a matéria em atraso.

h) ___ o Professor escrevia o sumário, o João falava com os colegas.

 

 

10. transforma as alíneas anteriores em Discurso direto e/ou indireto.

publicado por OPTD às 08:02

Junho 14 2015

 

Há um ditado muito antigo que diz "quem semeia colhe"

Quem planta árvores, colhe alimento.
Quem semeia flores, colhe perfume.
Quem semeia o trigo, colhe o pão.
Quem planta amor, colhe amizade.
Qquem semeia alegria, colhe felicidade.
Quem planta a vida, colhe milagres.
Quem semeia a verdade, colhe a confiança.
Quem planta fé, colhe a certeza.
Quem semeia carinho, colhe gratidão.
No entanto, há quem prefira, 
semear tristeza e  colher desconsolo,
plantar discórdia e colher solidão,
semear vento e colher tempestades,
plantar ira e colher desafeto,
semear descaso e colher um adeus,
plantar injustiça e colher abandono.

Somos semeadores conscientes, 
espalhamos diariamente milhões de sementes ao nosso redor.
Que possamos escolher sempre as melhores, para que, ao colhermos 
tenhamos apenas motivos para agradecer. 

Foi o que tentei fazer convosco.

Continuem e se precisarem, estou aqui.

 

 

 

Obrigado.

publicado por OPTD às 15:08

Junho 14 2015

http://hypescience.com/as-linguas-mais-faladas-do-mundo-todo-em-um-unico-infografico/

 

publicado por OPTD às 15:02

Junho 02 2015

 

Era uma vez um garoto que tinha um temperamento muito explosivo.
Um dia ele recebeu um saco cheio de pregos e uma placa de madeira.
O pai disse a ele que martelasse um prego na tábua toda vez que perdesse a paciência com alguém.

No primeiro dia o garoto colocou 37 pregos na tábua .
Já nos dias seguintes, enquanto ele ia aprendendo a controlar sua raiva , o número de pregos martelados por dia foram diminuindo gradativamente.
Ele descobriu que dava menos trabalho controlar sua raiva do que ter que ir todos os dias pregar diversos pregos na placa de madeira...
Finalmente chegou um dia em que o garoto não perdeu a paciência em hora alguma.
Ele falou com seu pai sobre seu sucesso e sobre como estava se sentindo melhor em não explodir com os outros e o pai sugeriu que ele retirasse todos os pregos da tábua e que a trouxesse para ele.
O garoto então trouxe a placa de madeira, já sem os pregos,e a entregou a seu pai.
Ele disse: - “Você está de parabéns, meu filho, mas dê uma olhada nos buracos que os pregos deixaram na tábua, ela nunca mais será como antes” .
Quando você diz coisas estando com raiva, suas palavras deixam marcas como essas.
Você pode enfiar uma faca em alguém e depois retira-la.
Não importa quantas vezes você peça desculpas, a cicatriz ainda continuará lá.
Uma agressão verbal é tão ruim quanto uma agressão física.
Amigos são como jóias raras.
Eles te fazem sorrir e te encorajam para alcançar o sucesso.
Eles te emprestam o ombro, compartilham dos teus momentos de alegria e sempre querem ter seus corações abertos para você.

 

 


Eu considero você um amigo (a) e me sinto honrado por isso!
E me desculpe se eu já deixei alguma marca na sua tábua

publicado por OPTD às 21:23

Junho 02 2015

“Uma noite, um velho índio Cherokee falou ao seu neto sobre o combate que acontece dentro das pessoas.
Ele disse:
– A batalha é entre os dois lobos que vivem dentro de todos nós. Um é Mau. É a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, mentiras, orgulho falso, superioridade e ego.
O outro é Bom. É alegria, fraternidade, paz, esperança, serenidade, humildade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé.
O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô:
– Qual lobo vence?
O velho índio respondeu:
– Aquele que você alimenta!”

Essa historinha é muito simbólica. Os dois lobos são as nossas emoções positivas e negativas. Essas nossas emoções são causadas pela nossa forma de pensar, portanto, o lobo que alimentamos é uma escolha nossa. Às vezes temos a impressão que o mundo nos virou as costas e que todas as coisas ruins só acontecem conosco, no entanto isso pode não ser uma verdade absoluta, mas como nós entendemos os fatos. Se pensarmos que as pessoas são ruins e que querem nos prejudicar, enxergaremos o mundo com essas lentes e provavelmente encontraremos evidências que reforcem essa idéia, mesmo que ela não seja verdade. Essas idéias negativas nos proporcionarão emoções negativas de tristeza, raiva,vingança …. No entanto, mesmo tendo vivenciado algo ruim podemos entender que foi um azar, ou que as pessoas que nos proporcionaram algum mal, não o fizeram intencionalmente… Se pensarmos assim estaremos flexibilizando nossos pensamentos e alimentando o nosso lobo bom que nos trará emoções positivas. Essa atitude nos proporcionará um círculo virtuoso. Pensar bem nos faz sentir bem e agir bem. Que tal experimentar alimentar o lobo bom dentro de você?

 

http://www.renataborja.com.br/blog/a-lenda-do-lobo-bom-x-lobo-mau/

publicado por OPTD às 21:20

Junho 02 2015

Teste de Português

5º ano

Nome__________________________________, nº ___, Turma___, data ___/___/2015

 

Classificação ___/___/___ (      %)

 

 

Grupo I

 

Parte A

 

Lê o poema seguinte e responde adequada e corretamente às questões:

 

A Ana quer                              1
nunca ter saído

da barriga da mãe.
Cá fora está-se bem,
mas na barriga também           5

era divertido.


O coração ali à mão,
os pulmões ali ao pé,
ver como a mãe é
do lado que não se vê.           10

O que a Ana mais quer ser
quando for grande e crescer
é ser outra vez pequena:
não ter nada que fazer
senão ser pequena e crescer    15
e de vez em quando nascer
e voltar a desnascer.

In Pina, Manuel António. (2014). O Pássaro da Cabeça. Porto: Porto Editora. pág. 9

 

  1. Caracteriza psicologicamente a Ana, com base na descrição do sujeito poético.

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

  1. Transcreve um verso que comprove que a Ana já nasceu.

________________________________________________________________

 

  1. Na tua opinião, por que razão a Ana quer voltar para a barriga da mãe? Justifica.

________________________________________________________________

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

  1. E tu, gostarias de voltar para a barriga da mãe? Porquê?

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

  1. Indica as informações solicitadas.
    • Qual o número de estrofes do poema? ______________________________
    • Como classificas a segunda estrofe, quanto ao número de versos?

________________________________________________________________

5.3       Atenta nos versos 2 e 6 e nos versos 8 e 9 e indica o tipo de rima presente.

  • __________________________________
  • __________________________________

5.4       Relê o verso 8 e indica o número de sílabas métricas. _______________

 

Parte B

 

  1. Lê a biografia do Autor e completa os espaços com a informação pedida.

Jornalista e escritor, Manuel António Pina nasceu a 18 de novembro de 1943, no Sabugal, e faleceu a 19 de outubro de 2012, no Porto. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, em 1971, exerceu a advocacia e foi técnico de publicidade. Abraçou a carreira de jornalista no Jornal de Notícias, onde passou a editor. A sua colaboração nos "media" também se distribui pela rádio e pela televisão. Autor de livros para a infância e juventude e de textos poéticos, a sua obra apresenta uma grande coesão estrutural e reflete uma grande criatividade, exige do leitor um profundo sentido crítico e descodificador. "Brincando" com as palavras e os conceitos, num verdadeiro trocadilho, Manuel António Pina faz da sua obra um permanente "jogo de imaginação", tal labirinto que obriga a um verdadeiro trabalho de desconstrução para se encontrar a saída.

Afirmou-se como uma das mais originais vozes poéticas na expressão pós-pessoana da fragmentação do eu, manifestando, sobretudo a partir de Nenhum Sítio, sob a influência de T. S. Elliot, Milton ou Jorge Luis Borges, uma tendência para a exploração das possibilidades filosóficas do poema, transportando a palavra poética "quer para a investigação do processo de conhecimento quer para a investigação do processo de existência literária" (cf. MARTINS, Manuel Frias - Sombras e Transparências da Literatura, Lisboa, INCM, 1983, p. 72). Transmissora de valores, muita da sua obra infantil e juvenil é selecionada para fazer parte dos manuais escolares, sendo também integrada em antologias portuguesas e espanholas.
Os seus textos dramáticos são frequentemente representados por grupos e companhias de teatro de todo o país e a sua ficção tem constituído o suporte de alguns programas de entretenimento televisivo, de que é exemplo a série infantil de doze episódios Histórias com Pés e Cabeça, 1979/80.

Como escritor, é autor de vários títulos de poesia, novelas, textos dramáticos e ensaios, entre os quais: em poesia - Nenhum Sítio (1984), O Caminho de Casa (1988), Um Sítio Onde pousar a Cabeça (1991), Algo Parecido Com Isto da Mesma Substância (1992); Farewell Happy Fields (1993), Cuidados Intensivos (1994), Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança (1999), Le Noir (2000), Os Livros (2003); em novela - O Escuro (1997); em texto dramático - História com Reis, Rainhas, Bobos, Bombeiros e Galinhas (1984), A Guerra Do Tabuleiro de Xadrez (1985); no ensaio - Anikki - Bóbó (1997); na crónica - O Anacronista (1994); e, finalmente, na literatura infantil - O País das Pessoas de Pernas para o Ar (1973), Gigões e Amantes (1978), O Têpluquê (1976), O Pássaro da Cabeça (1983), Os Dois Ladrões (1986), Os Piratas (1986), O Inventão (1987), O Tesouro (1993), O Meu Rio é de Ouro (1995), Uma Viagem Fantástica (1996), Morket (1999), Histórias que me contaste tu (1999).

A sua obra tem merecido, frequentemente, destaque, tendo sido já homenageado com diversos prémios, como, por exemplo, o Prémio Literário da Casa da Imprensa ou o Grande Prémio de Poesia da APE/CTT.

Adaptado de http://www.infopedia.pt/$manuel-antonio-pina

6.1 Nome completo __________________________________________

6.2 Local e data de nascimento _________________________________

6.3 5 Profissões ______________________________________________

6.4 Estudos ________________________________________________

6.5 O último ensaio publicado ___________________________________

 

Grupo II

 

Relê o texto da parte A e completa com as informações adequadas.

 

  1. Indica uma palavra trissilábica. __________ (v. ___)
  2. Classifica, quanto à acentuação, a palavra «mão» (v.7). _________

 

  1. Indica o determinante presente no verso 8. ________

 

  1. Na frase «Este poema é de M. A. Pina.» indica o determinante demonstrativo? ____________
  2. Na frase anterior, indica a expressão que tem a função sintática de sujeito. _______________
  3. Classifica o tipo de sujeito da frase 4. ________________

 

  1. Retira do texto A, indicando o verso, uma forma verbal no…

7.1       Presente do Indicativo. ________________ (v.__ )

7.2       Pretérito Imperfeito do Indicativo. ________________ (v.__ )

7.3       Infinitivo. __________ (v. __ )

  1. Na frase «O poeta ofereceu o poema à filha.», indica…

8.1       o predicado. ___________________

8.2       o complemento direto. _______________

8.3       o complemento indireto. ________________

8.4       Reescreve a frase 8., substituindo o complemento direto por um pronome.

O poeta ______________________________ .

  1. Indica uma palavra derivada por prefixação criada por Manuel António Pina, indicando o verso. __________ (v.___)
  2. Indica o pronome e a sua subclasse na frase: «Este livro é de poesia, mas aquele é de teatro.» _____________/______________
  3. Transcreve uma preposição contraída do texto da parte A. _____ (v. ___)
  4. Refere um adjetivo numeral adequado para a palavra «estrofe». __________
  5. Aponta o advérbio de lugar presente no texto A. ______ (v. ___)
  6. A que conjugação pertence a forma verbal «vê» (v. 10)? ________
  7. A partir da palavra «pequena», faz uma frase em que o adjectivo assuma o grau superlativo absoluto analítico. ___________________________________________

 

 

Grupo III

  1. A poesia é uma forma privilegiada de escrever, que nos toca de modos muitos diferentes.

Escolhe uma das propostas abaixo, faz um plano do teu texto, um rascunho e…:

  • Escreve um poema (até 180 palavras) com um título, com pelo menos 3 estrofes, 2 rimas cruzadas e 1 interpolada e 1 comparação sobre um tema livre.

 

  • Escreve uma narrativa (até 180 palavras), respeitando as características deste género de texto, em que a poesia desempenhe um papel importante. Inclui o título e pelo menos 1 personificação.

 

  • Escreve um texto dramático (até 180 palavras), respeitando as características deste género de texto, sobre um poeta que não conseguia escrever, com título, pelo menos 2 atos, 3 personagens, 4 didascálias e 1 onomatopeia.

 

  • Escreve uma carta (até 180 palavras), respeitando as características deste género de texto, a Manuel António Pina, comunicando-lhe o que sentiste com a leitura dos seus poemas.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

Bom trabalho!

publicado por OPTD às 21:18

Junho 02 2015

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Sem nenhum tropeço, posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode dizer-se tudo com sentido completo, como se isto fosse mero ovo de Colombo.

Desde que se tente sem se pôr inibido, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento

Trechos difíceis se resolvem com sinónimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo.
Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo desporto do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o "P", "R" ou "F", ou o que quiser escolher. Podemos, em estilo corrente
 repetir sempre um som ou mesmo escrever sem verbos.

Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objecto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?

Cultivemos nosso polifónico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.

Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores.
Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pupilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.


Descobriu?

 

Não tem a letra ...

publicado por OPTD às 21:14

Junho 02 2015

Lê o texto A e responde, de forma completa e adequada, às questões:

O Príncipe Nabo

 

A sala do trono: um tapete, cortinados pesados, algumas cadeiras, móvel carregado de "bibelots", uma jarra enorme. O retrato do rei na parede, um espelho. No centro, o trono.

 

Aurora (A limpar, com um espanador, a jarra enorme) – Hoje é que vai ser. Estou ansiosa por saber o que acontece. Vou espreitar pelo buraco da fechadura. "Não devemos perder os momentos históricos", costuma dizer o rei. (Ri-se.)

Carolina – É a sexta vez que mandam cá vir uma data de príncipes para a princesa escolher um marido.

Aurora – Um marido não, um príncipe consorte.

Carolina –: Com sorte... hum... Sei lá se é uma sorte casar com a princesa.

Aurora – Má língua!

Carolina: Ora essa, só digo o que toda a gente diz. De resto, quem tem a sorte toda é ela. Os pretendentes aparecem-lhe em casa, e logo aos magotes! Raparigas da nossa laia precisam de correr Seca e Meca aos domingos depois das três, da Igreja para a feira, dali para a Avenida e para as transversais, e de homem para casar nem sinal. (Suspira.)

Lucas: É que tu não és uma princesa e não tens nem castelo nem fortuna.

Aurora: Virá hoje alguém que lhe agrade?

Lucas: Não me parece. Príncipes como ela quer não existem neste mundo. Ou são gordos, ou são magros, pequenos, altos de mais...

Carolina: Ou então loiros de mais, morenos de mais...

Aurora: Ela quer um príncipe perfeito...

Lucas: Um príncipe perfeito. Já há um ror de anos que sirvo neste castelo e nunca cá vi um príncipe perfeito. Afinal toda a gente tem falhas, tanto faz que sejam príncipes como criados. Eu, por exemplo...

Carolina – És magro de mais.

Lucas – Pronto, lá está!

Aurora – E o cozinheiro é gordo de mais.

 

Aparece o cozinheiro.

 

 

LOSA, Ilse – O Príncipe Nabo. Porto: Afrontamento, 2000. p. 5-6.

 

  1. Retira do excerto um exemplo de didascália e explica para que serve.

_______________________________________________________________________

_______________________________________________________________________

_______________________________________________________________________

  1. Situa o excerto na obra, justificando o que acontece antes e depois.

_______________________________________________________________________

_______________________________________________________________________

_______________________________________________________________________

  1. Que atitude tem Carolina relativamente à Princesa? Faz o retrato psicológico de Carolina neste excerto.

_______________________________________________________________________

_______________________________________________________________________

_______________________________________________________________________

  1. Concordas com as atitudes destas personagens em relação à Princesa? Porquê?

_______________________________________________________________________

_______________________________________________________________________

_______________________________________________________________________

_______________________________________________________________________

Lê o texto B e responde, de forma completa e adequada, às questões:

Ilse Lieblich Losa (Melle-Buer, 20 de março de 1913 — Porto, 6 de janeiro de 2006) foi uma escritora portuguesa de origem judaica. Nascida na Alemanha, frequentou o liceu em Osnabrück e Hildesheim e mais tarde um instituto comercial em Hannover. Ameaçada pela Gestapo de ser enviada para um campo de concentração devido à sua origem judaica, abandonou o seu país natal em 1930. Deslocou-se primeiro para Inglaterra onde teve os primeiros contactos com escolas infantis e com os problemas das crianças. Chegou a Portugal em 1934, tendo-se fixado na cidade do Porto, onde casou com o arquiteto Arménio Taveira Losa, tendo adquirido a nacionalidade portuguesa. Em 1943, publicou o seu primeiro livro "O mundo em que vivi" e desde dessa altura, dedicou a sua vida à tradução e à literatura infanto-juvenil, tendo sido galardoada em 1984 com o Grande Prémio Gulbenkian para o conjunto da sua obra dirigida às crianças. Em 1998 recebeu o Grande Prémio de Crónica, da APE (Associação Portuguesa de Escritores) devido à sua obra À Flor do Tempo. Colaborou em diversos jornais e revistas, alemães e portugueses, está representada em várias antologias de autores portugueses e colaborou na organização e traduziu antologias de obras portuguesas publicadas na Alemanha. Traduziu do alemão para português alguns dos mais consagrados autores. Segundo Óscar Lopes "os seus livros são uma só odisseia interior de uma demanda infindável da pátria, do lar, dos céus a que uma experiência vivida só responde com uma multiplicidade de mundos que tanto atraem como repelem e que todos entre si se repelem".

In http://www.wook.pt/authors/detail/id/293

  1. Completa, com frases e usando as tuas palavras, com os acontecimentos relativos aos anos indicados:
1913  
1930  
1934  
1943  
1984  

Grupo II – 20%

 

Lê as questões seguintes relativas à frase abaixo e responde adequadamente:

 

Ó Carolina, os pretendentes de Beatriz deram estes presentes à Princesa?

 

1.Indica o sujeito desta frase e classifica-o quanto ao tipo. ________________________________________________________________

2. Indica o predicado da frase.

______________________________________________________________

3. Indica o complemento indireto e pronominaliza-o.

______________________________________________________________

4. Indica o complemento direto e pronominaliza-o.

_______________________________________________________________

5. Indica o vocativo desta frase.

________________________________________________________________

6. Indica um determinante presente na frase e refere a sua subclasse.

_______________________________________________________________

 

Grupo III -30%

 

1.      Escreve um texto dramático de tema livre com os seguintes elementos obrigatórios mínimos, respeitando as regras deste modo literário, com os três momentos habituais e a correção linguística adequada:

- 1 didascália

- 2 atos

- 3 cenas

- 4 personagens

 

Usa uma folha à parte, com o teu nome para escreveres este texto.

 

Revê TUDO antes de entregar, corrigindo o que escreveste.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bom trabalho!

publicado por OPTD às 21:14

Junho 02 2015

 

HOJE, O PROFESSOR CHEGOU__À_ ESTAÇÃO _DE__ METRO E DESCOBRIU QUE HAVIA GREVE. _APÓS__ LARGOS MINUTOS_À/DE_ ESPERA, DECIDIU OLHAR _PARA__ A ESTRADA, _SOB_ UMA ÁRVORE, _ENTRE__ DUAS PEDRAS. ¬¬¬ __SEM_ ESPERANÇA, COMEÇOU _A_ DESESPERAR, MAS APARECEU UM TÁXI E A VIAGEM ACABOU _EM_ PAÇO DE ARCOS.

 

 

publicado por OPTD às 21:13

Junho 01 2015

https://www.youtube.com/watch?v=9v8VjXkhZdo

publicado por OPTD às 09:38
Tags:

Um blogue de apoio às minhas aulas e a todos os que gostam da Língua Portuguesa (e Francesa) e tudo...
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