O Professor tira dúvidas

Fevereiro 24 2015

Depois de ler o ato I de O Príncipe Nabo de Ilse Losa escreve uma continuação possível com pelo menos

 

1 título

2 atos

3 didascálias

4 personagens

 

Título?

Ato II (na casa do músico)

Músico (zangado) – Agora vais para minha casa e vais ver o que é disciplina!

Princesa (zangada) – Deves achar que mandas em mim!?

 

(o músico intrigado sai porta fora)

 

Vizinho da frente - olá!

 

(...)

 

 5º

 

Título

Ato 3 (na rua)

Beatriz (furiosa)– que raiva! Odeio descascar batatas!!!

Príncipe Nabo – tens que aguentar! Não quiseste casar comigo agora…

Mãe – ó filha! estás boa?

Beatriz – Mãe, quero voltar para o palácio!

Mãe – nem pensar! Tu é que não quiseste casar com o príncipe.

 

Ato 4 (no palácio do Príncipe Nabo)

Príncipe – D. Beatriz, podia comprar mais batatas? São duzentos convidados…

Beatriz – tantos?! O que é que eu vou fazer com estes convidados todos?

Príncipe – bem feito!!!

Beatriz – eu não quero descascar batatas!!! Onde está o meu pai?

Príncipe - o teu pai está no trono...

Beatriz - Eu quero falar com ele!!!!

Príncipe - ele não quer falar contigo...

(a princesa fica triste e sai)

 

ato 5 (na floresta)

Avó - vai-te embora para casa que já é tarde...

Beatriz - não, eu quero ficar aqui, quero a minha vida antiga de volta!...

Príncipe - vai-te embora. ninguém te quer aqui...

 

Continuação de Os Piratas de Manuel António Pina 

 

Manuel (com um olhar aterrorizado) – numa certa noite, antes do meu pai ir para a América, levou-me para o cais para ver o «Dover». A caminho, vi um grupo de pessoas estranhas com lanternas…

Ana (curiosa) – quem eram ?!

Manuel – eram pessoas que viviam no outro lado da ilha, ladrões de barcos afundados…

Ana – de que tipos de barcos?

Manuel – de barcos como o «Dover», cheios de cargas preciosas…

Ana – o que é que fizeste?

Manuel – fui tentar impedi-los… mas deram-me uma coronhada na cabeça e desmaiei…

Ana – a sério?!

Manuel – e quando acordei, já estava na minha casa e vi o «Dover» encalhado nas rochas e as pessoas a morrer…

Ana – e o lenço vermelho? E como encalharam nas rochas? (...)

 

---

 

Texto livre

 

Adeus, Stora!

Ato I (à porta da escola)

Sandro – Bom dia, D. Ana!

Diogo – Tudo bem, D. Ana?

  1. A. – Bem, obrigada!

 

Ato II (os alunos descem a rampa)

Sandro (irónico) – És muito bonito!...

Diogo (irónico também) – Obrigado! Tu também…

 

(chega o Micael)

 

Micael – Tudo bem?

Sandro e Diogo – Sim e contigo?

Micael – o quê?! Com essas negativas todas?

Sandro e Diogo (irritados) – Sim, mais as tuas…

 

(toca para entrar)

 

Ato III (à entrada da sala 4, entra o professor de Português)

Prof (muito irritado como sempre) –

Sentar e calar!!!

(Os alunos ignoram…

Sandro atira papéis)

Prof (manda o aluno ir buscar o papel do nia) – é hoje que levas uma falta disciplinar!!!

Sandro – não faça isso!

Prof (muito irritado) – Estou farto disto…

Sandro – ‘Tá bem, eu vou p’ra rua!

(O Sandro sai em direção ao nia)

Ato IV (no nia, o Geovane já lá estava)

Sandro – Geovane, o que estás aqui a fazer?!

Geovane – estava a dormir na aula… outra vez e a fazer perguntas e a chamar os colegas e a riscar a mesa e a fazer desenhos e os professores embirram comigo, né?... Eu não fiz nada e…

Sandro – Tira o barrete!

(chega uma professora)

P (tocando na cabeça do Sandro ao de leve)– sai!

(Sandro levanta-se e exemplifica um golpe de Karaté)

S – Yah!

(?)

(a Profª mostra o seu cinturão negro e...)

 

FIM

 

 

 

 

 

 

 

publicado por OPTD às 14:57

Fevereiro 23 2015

http://oprofessortiraduvidas.blogs.sapo.pt/2015/02/10/

publicado por OPTD às 16:51

Fevereiro 23 2015

A frase é constituída pelo Grupo Nominal GN (núcleo: nome), adjetival GAdj (adjetivo), verbal GV (verbo), preposicional GPrep (preposição), adverbial GAdv (advérbio)

 

Cada grupo tem na frase uma diferente função, consoante a sua posição na frase.

 

Funções sintáticas (ver ppt, grupo ES facebook ou http://www.slideshare.net/timosteos/novos-programas-de-portugus-ix ou http://www.slideshare.net/guidaclaro/funes-sintticas-13331068 npp 2009):

 

Sujeito

O mar parecia de prata.

simples

O João foi à praia.

composto

O João e a Maria foram à praia.

 

 

vocativo (nome, entre vírgulas, ?, !, ó ... não confundir com sujeito)

Manuel, vira-te para a frente!

 

predicado (o verbo e os seus complementos/modificadores)

O João e a Maria foram à praia.

 

complemento direto (geralmente à direita do verbo, um objeto, substituível por -o/a, os/as)

O homem comprou um ramo de flores. / O homem comprou-lhe o ramo de flores.

 

complemento indireto (geralmente à direita do c. direto, uma pessoa, substituível por -lhe/lhes)

O João deu um beijo à Maria. / O João deu-lhe um beijo.

 

Para o 5º ano, basta até aqui!!!!! 

 

Sujeito

nulo subentendido

___ Abriu os olhos e sorriu.

nulo indeterminado

Disseram-me que não havia tpc., Estudava-se muito dantes.

nulo expletivo

___ Choveu muito hoje.

 

complemento oblíquo (como o c indireto também pode começar por uma preposição (ou advérbio), mas não é substituível por -lhe, o que não for c. dir ou c. ind...)

Ele vem de autocarro.

Gosto de ti.

 

complemento agente da passiva (por, pelo/a, os/as)

O Presidente foi eleito pelo povo.

O corpo foi abandonado.

O livro foi comprado por mim.

O trabalho foi feito. _____

 

modificadores (NÃO É PEDIDO PELO VERBO, acrescentam informação, modificam o verbo, podem ser omitidos ou móveis - TESTE ao Suj: Quem foi à escola? quem chegou a horas? Se não aparece na resposta não é complemento)

De manhã eu fui à escola.

Eu fui à escola de manhã.

Felizmente, o Luís chegou a horas.

 

predicativo do sujeito (ser, estar, continuar, ficar, parecer, permanecer, revelar-se, tornar-se...)

A mãe era azeda.

Ele ficou irritado.

Ele estava crescido.

Ele ficou em casa.

 

predicativo do complemento direto (achar, considerar, julgar, eleger)

Eles achavam a Ana estranha.

Nomearam a Rita delegada de turma.

 

 

modificador da frase (advérbios de modo...)

Decididamente era muito grave.

 

 

 

 

Síntese e exercícios com correção

http://profpaulo.weebly.com/funccedilotildees-sintaacuteticas.html

 

publicado por OPTD às 08:48

Fevereiro 23 2015

determinantes

(precedem os nomes e concordam com estes em número e género)

 

o carro

a casa

uns carros

aquelas casas

 

Subclasses:

 

  • det. artigos definidos o a os as
  • det. artigos indefinidos um uma uns umas
  • determinantes demonstrativos este esse aquele o mesmo o outro, esta essa aquela a mesma a outra...
  • determinantes possessivos meu teu seu nosso vosso seu, minha tua, sua nossa vossa sua, meus teus, seus...

 Cf. pág. 139 e 246 do manual

 

http://www.prof2000.pt/users/rocaramelo/infodeterminante.htm

http://www.prof2000.pt/users/amsniza/deter-art.htm

publicado por OPTD às 08:46

Fevereiro 23 2015

História de Portugal acelerada

A história de Portugal como nação europeia remonta à Baixa Idade Média, quando o condado Portucalense se tornou autónomo do reino de Leão. Contudo a história da presença humana no território correspondente a Portugal começou muito antes. A pré-história regista os primeiros hominídeos há cerca de 500 mil anos. O território foi visitado por diversos povos: fenícios que fundaram feitorias, mais tarde substituídos por cartagineses. Povos celtas estabeleceram-se e misturaram-se com os nativos. No século III a.C. era habitado por vários povos, quando se deu a invasão romana da península Ibérica. A romanização deixou marcas duradouras na língua, na lei e na religião. Com o declínio do Império Romano, foi ocupado por povos germânicos e depois por muçulmanos  (mouros e alguns árabes), enquanto os cristãos se recolhiam a norte, nas Astúrias.

Em 1139, durante a reconquista cristã, foi fundado o Reino de Portugal a partir do condado Portucalense, nascido entre os rios Minho e Douro. A estabilização das suas fronteiras em 1297 tornou Portugal o país europeu com as fronteiras mais antigas. Como pioneiro da exploração marítima na Era dos Descobrimentos, o reino de Portugal expandiu os seus territórios entre os séculos XV e XVI, estabelecendo o primeiro império global da história, com possessões em África, na América do Sul, na Ásia e na Oceânia. Em 1580 uma crise de sucessão resultou na União Ibérica com Espanha. Sem autonomia para defender as suas posses ultramarinas face à ofensiva holandesa, o reino perdeu muita da sua riqueza e status. Em 1640 foi restaurada a independência sob a nova dinastia de Bragança. O terramoto de 1755 em Lisboa, as invasões espanhola e francesas, resultaram na instabilidade política e económica. Em 1820 uma revolta fez aprovar a primeira constituição portuguesa, iniciando a monarquia constitucional que enfrentou a perda da maior colónia, o Brasil. No fim do século, a perda de estatuto de Portugal na chamada partilha de África.

Uma revolução em 1910 depôs a monarquia, mas a primeira república portuguesa não conseguiu liquidar os problemas de um país imerso em conflito social, corrupção e confrontos com a Igreja. Um golpe de estado em 1926 deu lugar a uma ditadura. A partir de 1961 esta travou uma guerra colonial que se prolongou até 1974, quando uma revolta militar derrubou o governo. No ano seguinte, Portugal declarou a independência de todas as suas posses em África. Após um conturbado período revolucionário, entrou no caminho da democracia pluralista. A constituição de 1976 define Portugal como uma república semipresidencialista. A partir de 1986 reforçou a modernização e a inserção no espaço europeu com a adesão à Comunidade Económica Europeia  (CEE).

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_Portugal (adaptado) 437

 

(5) 140

(6) 150

 

publicado por OPTD às 08:40
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Fevereiro 23 2015

1 achavam-se

admiravam

agosto

Além

5 anos

antiga

Antiga

antigos

Após

10 assim

avô

azulejos

bétulas

breve

15 incursão

Política

esquerda

brilho

buxo

20 camélias

canteiro

caramanchão

carvalhos

casa

25 casou

Advogado

tiveram

Cavaleiro

Rapaz

30 Bronze

central

cheio

cheiro

cidades

35 cinco

civilizados

coisas

começou

comerciante

40 como

compreensão

concreto

ângulo

consideração

45 constipar

Coral

davam

Depois

passar

50 infância

mudou

dinamarquês

diretor

produzido

55 primeiro

dos

encontro

era

escritor

60 esquisitas

estrangeiras

estrelas

respiração

noite

65 estudante

estava

movimentos

Politicamente

envolvido

70 defendia

monarquia

constitucional

criticou

abertamente

75 ditadura

estufa

 Fada

fala

família

80 aristocrática

rica

filhos

filme

concluído

85 pelo

Final

vida

flores

foi

90 ganhou

aclamação

contador

histórias

Contos

95 Exemplares

Geografia

primeira

mulher

receber

100 gladíolos

glicínias

gostavam

 havia

 herdou

105 ideal

Ideias

 Liberdade

 justiça

Ilhas

110 imagens (5)

infelizmente

irritantes

janela

jardim

115 jardins

Jornalista

 autor

línguas

magnólias

120 maior (6)

maioria

maneira

Mar

maravilhoso

 125 medo

Menina

minha

moda

moravam

130 morreu

 Lisboa

muitas

muito

mundanas

135 mundo

murmuravam

muro

nele

noite

140 nome

num

frequentou

Universidade

Oriana

145 originalidade

para

participação

passeavam

paterno

150 perfume

Perto

plátanos

poema

poesia

155 poéticas

Pois

pomares

porque

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160 Português

pouco

projetada

publicou

quando

165 quase

raça

realidade

realmente

recebeu

170 recebiam

Recorrentes

Grécia

Referida

Portugal

175 nasceu

relacionar

repente

 silêncio

 distância

180 ressonância

ruas

Rígida

 Educação

 católica

185 permanecer

crente

 fervoroso

roseirais

rosto

190 Saíam

salas

são

secretamente

sempre

195 sentiam

sombra

sorriam

 superiores

tema

200 Tempo

Terra

tília

tinham

 trabalho

205 traduzida

traduziu

trinta

últimos

universo

210 vários

antologias

Sexto

vez

vezes

215 vida

visitas

volta

vozes

amor

220 paz

publicado por OPTD às 08:40
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Fevereiro 23 2015

Grupo I – Educação Literária, Leitura e Escrita 50%

PARTE A

 

  1. Lê o texto. Caso tenhas dúvidas acerca do significado de alguma palavra, consulta o vocabulário apresentado.

 


           
            Há cerca de cinquenta anos, a senhora Gage, uma viúva já idosa, estava sentada no jardim de sua casa, num povoado chamado Spilsby, no Yorkshire. Apesar de coxear e de ver já bastante mal, esforçava-se por arranjar um par de botas, pois mantinha-se com apenas alguns xelins1 por semana. Na altura em que martelava as botas, o carteiro abriu a porta e lançou-lhe uma carta para o colo. Tinha o remetente «Mr. Stagg and Beetle, 67 High Street, Lewes, Sussex».

            «Querida Senhora:

            Temos o dever de informá-la da morte do seu irmão Joseph Brand.»

            – Meu Deus! – exclamou a senhora Gage. O meu querido irmão Joseph morreu.

            «Deixou-lhe todos os seus bens», continuava a carta, «que consistem numa casa, um estábulo, caixotes com pepinos, escoadores, carrinhos de mão, etcetera, etcetera, em Rodmell, perto de Lewes. Lega-lhe2 também a totalidade da sua fortuna, isto é, três mil libras esterlinas3

            A senhora Gage quase caiu de alegria. Não via o seu irmão há muitos anos, e como ele nem sequer lhe respondia às solicitações4 que lhe enviava todos os anos pelo Natal, pensou que, como era muito sovina5 desde criança, não queria sequer gastar um péni6 em selos. Mas agora tudo seria diferente para ela. Com três mil libras, já para não falar da casa e de tudo o resto, ela e a sua família poderiam viver com grande luxo o resto dos seus dias.

            Decidiu ir imediatamente a Rodmell. O clérigo7 do povoado, o reverendo8 Samuel Tallboys, emprestou-lhe duas libras e dez xelins para o bilhete e no dia seguinte concluíra já todos os preparativos para a viagem. O mais importante era a necessidade de alguém cuidar do seu cão, Shag, durante a sua ausência, pois, apesar da sua pobreza, dedicava a vida aos animais e preferia passar privações9 a regatear um osso ao seu cão.

            Chegou a Lewes uma terça-feira à noite. Naquela época, é preciso dizê-lo, não havia uma ponte para atravessar o rio em Southease, nem sequer se tinha construído a estrada de Newhaven. Para chegar a Rodmell era necessário atravessar o rio Ouse por um vau10 de que ainda subsistiam vestígios, mas só era possível com a maré baixa, quando as pedras do leito do rio afloravam à superfície. O senhor Stacey, o agricultor, ia de carro a caminho de Rodmell e ofereceu-se amavelmente para levar a senhora Gage. Chegaram a Rodmell pelas nove horas, numa noite de novembro, e o senhor Stacey indicou cortesmente11 à senhora Gage a casa situada no cimo do povoado que o seu irmão lhe deixara. A senhora Gage bateu à porta. Não obteve resposta. Voltou a bater. Uma voz muito estranha e aguda respondeu: «Não estou em casa!» […]

35

 

Virginia WOOLF, 2007. A Viúva e o Papagaio. Lisboa: Relógio D’ Água Editores

 

Vocabulário

1xelins: vigésima parte de uma libra.

2lega-lhe: deixa-lhe por herança.

3libras esterlinas: moeda oficial do Reino Unido.

4solicitações: pedidos.

5sovina: que é muito apegado ao dinheiro e aos bens materiais.

6péni: moeda inglesa de cobre, equivalente a um duodécimo do xelim.

7clérigo: pessoa do Clero, padre.

8reverendo: sacerdote, padre.

9privações: carência do que é necessário à vida.

10vau: ponto onde, numa corrente de água, se pode passar a pé ou a cavalo.

11cortesmente: de modo cortês, educado, gentil.

 

 

Responde aos itens que se seguem, de acordo com as orientações que te são dadas.

 

  1. Seleciona, sublinhando ou rodeando a alínea, de 1.1. a 1.3., a única opção que completa corretamente cada frase, de acordo com o sentido do texto.

 

1.1. No primeiro parágrafo, a senhora Gage é apresentada como

  1. viúva, idosa e rica.
  2. viúva, idosa e pobre.
  3. viúva, idosa e sapateira reformada.
  4. viúva, idosa e perita em arranjar botas.

 

1.2. A carta dirigida à senhora Gage comunicava-lhe que o seu irmão tinha morrido e lhe tinha deixado

  1. todos os haveres e parte do dinheiro.
  2. alguns haveres e todo o dinheiro.
  3. a totalidade dos haveres que possuía e uma carta.
  4. a totalidade dos haveres e todo o dinheiro.

 

1.3. Perante a notícia da carta, a senhora Gage reagiu

  1. bem, porque tinha uma relação distante com o irmão.
  2. bem, porque odiava o irmão e nunca o contactava.
  3. mal, porque tinha uma relação muito boa com o irmão.
  4. mal, porque gostava muito do irmão, embora ele vivesse longe dela.

 

  1. Após ter lido a carta, a senhora Gage pensou no que poderia fazer com a herança que iria receber.

Explica como imaginou o seu futuro a partir de então.

_____________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________

 

  1. Explica como conseguiu a senhora Gage dinheiro para a viagem para Lewes.

_____________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________

 

  1. De entre os preparativos para a viagem da senhora Gage a Lewes, destacava-se um.

4.1. Regista-o.

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

4.2. Comenta a opção de vida da viúva em relação aos animais.

____________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

  1. Explica como era o percurso de Lewes até Rodmell.

_____________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________

 

5.1. Relacionando as informações que possuis sobre a senhora Gage com as condições em que se realizaria a viagem, sublinha o adjetivo que melhor define o percurso de Lewes até Rodmell:

 

  1. incómodo.
  2. agradável.
  3. rápido.

 

 

 

 

 

 

PARTE B

 

Lê o texto seguinte. Caso tenhas dúvidas acerca do significado de alguma palavra, consulta o vocabulário apresentado.

 

Numa manhã fria de março de 1941, Virginia Woolf sai de sua casa em Rodmell, no vale do Ouse. Em tranquilo passo exausto1 caminha entre o pomar e o tanque, em que se movimentam silenciosos peixes.

5

 

            É uma saída sem regresso, esta.

            Virginia Woolf escrevera, antes, a seu marido Leonard:

            «Tenho a certeza de que vou enlouquecer outra vez. E sinto-me incapaz de enfrentar de novo um desses terríveis períodos. Começo a ouvir vozes e não consigo concentrar-me […]. Se alguém pudesse salvar-me serias tu (…). Não posso destruir a tua vida por mais tempo.»

10

 

 

 

15

0

 

            E, finalmente, uma frase inesperada, que retoma a que Terence diz a Rachel morta, em Voyage Out, seu primeiro romance.

            «Não creio que dois seres pudessem ser mais felizes do que nós o fomos.»

            Virginia Woolf passa junto da cabana onde habitualmente escreve. Olhada provavelmente apenas pela manhã, dirige-se ao rio Ouse. Tal como os céus de Inglaterra invadidos pela aviação nazi2, o seu corpo é um campo devastado pelas emoções.

Francisco VALE, «Virginia Woolf: dar ao mundo tudo o que ele pode incluir».
In Virginia WOOLF, 2004. Contos de Virginia Woolf. Lisboa: Relógio d’ Água

 

Vocabulário

1exausto: cansado, esgotado.

2nazi: relativo ao regime de Hitler.

 

  1. Ordena as frases numerando-as de 1 a 6, de acordo com o texto. Escreve as letras, segundo a ordem que consideras correta.

 

Segue o exemplo:

 

  1. – 1.; ___ - 2 ; ___ - 3 ; ___ - 4 ; ___ - 5

 

  1. Antes de sair de casa, escreveu ao marido.
  2. De seguida, caminha em direção ao rio.
  3. A escritora aproxima-se do lugar onde costuma escrever.
  4. Certa manhã, a escritora Virginia Woolf deixa a sua casa.
  5. Na carta, a escritora revela as suas fragilidades e os seus sentimentos.

 

  1. Transcreve a expressão que comprova que Virgina Woolf nunca mais voltou a casa.

____________________________________________________________________________________

 

GRUPO II – Gramática 20%

  1. Lê as frases seguintes, sublinha o sujeito e indica o tipo de sujeito de cada uma:

 

  1. A Sra. Gage era Viúva. ____________________
  2. b) O Papagaio e Shag eram os melhores amigos da viúva. _________________
  3. Eles viviam todos juntos. __________________
  4. O conto de V. Woolf é muito curioso. ____________________

 

  1. Retira do texto A, indicando a linha, uma forma verbal no:

 

  1. Presente do Indicativo. ________________ l.__
  2. Pretérito Perfeito do Indicativo. __________________ l. __
  3. Pretérito Imperfeito do Indicativo. ________________ l.__
  4. Pretérito mais-que-perfeito do Indicativo. __________ l. __

 

Grupo III – Escrita 30%

            Faz uma entrevista (perguntas e respostas) a Virginia Woolf, com base em dados verídicos ou imaginários, respeitando a seguinte estrutura:

  • Saudação inicial;
  • Três questões sobre os seus dados pessoais;
  • Três questões sobre a sua vida escolar;
  • Três questões sobre a sua vida literária;
  • Agradecimentos e despedida.

Tem em conta a necessidade de utilizar linguagem simples, registo formal, a 3ª pessoa e os sinais de pontuação adequados a este género tão próximo da oralidade.

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Bom trabalho! JM0115

publicado por OPTD às 08:39

Fevereiro 23 2015

I – Educação Literária, Leitura e Escrita

Lê o texto com atenção.

 

Os gladíolos admiravam secretamente as camélias, mas não tinham muita consideração por

elas: achavam que elas eram esquisitas e irritantes. As camélias são muito diferentes dos gla-

díolos: são vagas, sonhadoras, distantes e pouco mundanas. Estão sempre semiescondidas

entre as suas folhas duras e polidas. Mas os gladíolos admiravam as camélias por elas não terem

perfume, pois, entre as flores, não ter perfume é uma grande originalidade.

As flores por quem os gladíolos sentiam realmente consideração eram as flores estrangeiras

da estufa que têm o nome escrito numa placa de metal atada ao seu pé como um fio de ráfia.

Infelizmente, as flores de estufa saíam pouco, porque tinham medo de se constipar. À noite,

quando as outras flores passeavam, as flores de estufa ficavam em casa. Só às vezes em agosto

davam uma volta. Mas quando não saíam recebiam visitas. E os gladíolos iam muitas vezes à

noite visitar as flores de estufa. No dia seguinte, contavam aos buxos:

– Ontem fui visitar a minha amiga Orquídea e a minha querida Begónia.

Os buxos riam baixinho e faziam troça. Mas a voz dos buxos é tão pequenina e tão murmu-

rada que os gladíolos, que estão sempre a falar com voz alta e barulhenta, nem os ouviam, e

não percebiam que os buxos não tomavam a sério a sua vida mundana.

Mas as flores que os gladíolos amavam realmente, as flores por quem os gladíolos tinham

uma admiração sem limites, eram as tulipas. Com as tulipas os gladíolos chegavam a ser sub-

servientes e punham de parte a sua vaidade. No inverno, o jardineiro, enquanto enterrava no

chão os bolbos gordos das tulipas, dizia:

– Nas lojas da cidade uma dúzia de tulipas vale uma fortuna.

Mas no coração de um gladíolo uma tulipa valia muito mais.

– Dão-me muito trabalho, as tulipas – dizia o jardineiro humildemente curvado sobre a terra

escura onde o bolbo das tulipas germinava.

E o único grande desgosto dos gladíolos era não serem tulipas. Porque as tulipas são caras,

raras e muito bem vestidas. O seu feitio é simples, exato e claro. As suas cores são ricas e sump-

tuosas. As suas pétalas são as pétalas mais bem cortadas e mais bem armadas que há no jardim.

Além disso, as tulipas descendem todas em linha reta das tulipas holandesas do Príncipe de

Orange. E isto é uma coisa que os gladíolos nunca esquecem.

Mas havia uma flor que os gladíolos detestavam. Era a flor do muguet.

O muguet é uma flor escondida. É uma flor pequenina e branca e tem um perfume mais

maravilhoso e mais belo do que o perfume dos nardos.

Sophia de Mello Breyner Andresen,

O Rapaz de Bronze, Figueirinhas

 

 

 

  1. 1. Completa:
  2. a. O narrador deste texto é: _______________________________________________________

Transcreve do texto a frase que expressa esta ideia. __________________________________________________________

 

  1. b. Uma figura de estilo presente no texto é a : ___________________________________________

Transcreve do texto a frase que expressa esta ideia. ___________________________________________________________

  1. 2. Assinala com x a sequência que completa a frase, de acordo com o sentido do

A expressão ”o bolbo das tulipas germinava” (linha 23) significa…

… a raiz das tulipas desaparecia.

… a raiz das tulipas deitava rebentos.

… o bolbo das tulipas florescia.

… o caule das tulipas rebentava.

 

  1. 3. Procura no quadro B a frase escondida que está de acordo com o sentido do texto e escreve-a.

Segue o exemplo do quadro A.

       
       

 

 

Os gladíolos apreciavam as camélias. Os buxos

 

  1. 4. Que título te parece melhor para este texto? Assinala com x a tua Porquê?

A festa das flores

Ramos de flores

O coração dos gladíolos

O rapaz e as flores

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

           

  1. O que achas da atitude dos gladíolos? Dá a tua opinião, justificando com exemplos da obra integral que leste em aula.

            ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

_______________________________________________________________________________________________

 

 

II – Gramática

 

  1. Escreve os seguintes nomes no feminino.

 

  1. Conde ________________________
  2. Príncipe ______________________
  3. Herói ________________________
  4. Galo__________________________

 

  1. Organiza uma frase com as palavras seguintes, de acordo com o sentido do texto. Escreve-a, respeitando as regras de pontuação e utilizando a letra maiúscula no início da

 

amavam – as – as – camélias – e – gladíolos – invejavam – os – tulipas

 

  1. Descobre, na lista de palavras abaixo, dois nomes no feminino e dois nomes no

 

tulipa bolbos metal perfume limites originalidade

 

Nomes femininos: _________________/_____________________

Nomes no plural:                                    /______________________

 

  1. Indica se os determinantes seguintes são artigos definidos ou indefinidos.

 

  1. O Gladíolo é uma ____________/___________

 

  1. b) Uma vez, fui a um ____________/___________

 

 

 

  1. 5. Indica a conjugação a que pertencem os verbos.
  2. a. amavam _________________________
  3. b. podem
  4. c. partiram
  5. d. lavava

 

 

 

 

 

 

 

III – Escrita

 

Escolhe uma das opções:

A

 

No final do Capítulo IV, Florinda e o Rapaz de Bronze voltam a encontrar-se e passeiam pelo jardim.

Escreve um texto entre 120 e 150 palavras em que continues a história com momentos de narração, descrição e diálogo. Estrutura adequadamente o teu texto e atribui-lhe um título sugestivo.

 

B

 

Num texto de 120 a 150 palavras, faz a descrição de um objeto, flor ou animal de que gostes especialmente. Refere as razões desse teu interesse. Estrutura adequadamente o teu texto e atribui-lhe um título sugestivo.

 

Opção ___   __________________________________________________________

 

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

 

 

Bom trabalho!

 

 

 

 

publicado por OPTD às 08:38

Fevereiro 16 2015

Itens/pontos

0

0,5

1

1,5

2

Volume

 

 

 

 

 

Articulação/correção

 

 

 

 

 

Entoação/pontuação

 

 

 

 

 

Fluência

 

 

 

 

 

Expressividade

 

 

 

 

 

Total /10

 

 

 

 

 

publicado por OPTD às 12:25

Fevereiro 10 2015

 

5º ano

 

Grupo I 50%

Texto dramático

(características:

  • divisão em atos; cada ato correspondendo a um cenário;
  • atos divididos em cenas; sempre que entra ou sai uma personagem;
  • didascálias - informações sobre o espaço, tempo, movimento, entoação para atores; nomes das personagens seguidos das falas respetivas)

Texto narrativo

(tempo, espaço, narrador, personagens)

 

Questionário

Localização de informações

 

Grupo II 20%

Funções sintáticas (Vocativo, sujeito, predicado, complemento direto e indireto)

Determinantes artigos, possessivos e demonstrativos

 

Grupo III 30%

Texto dramático

 

Exemplo:

 

A surpresa

 

Ato I

(À porta de um café)

 

João (irritado) - já te disse que estamos atrasados! O Manuel já deve estar à espera...

Ana (tentando acalmá-lo) - Desculpa, sabes que me demoro sempre a arrumar os livros na mala... E ainda por cima o Professor pediu-nos um texto dramático nas férias, mesmo no final da aula!

J - Ok! Mas não gosta de esperar, nem de fazer esperar... O Manuel disse-me para virmos cá ter porque tinha uma coisa para me dizer...

A - (a fingir-se interessada) - a sério?!

J - Sim, passou o dia todo a evitar-me e ainda por cima hoje que...

A (interrompendo-o) - Deixa lá isso agora!

 

Ato II

(Dentro do café. Não se vê ninguém.)

 

J - Mas onde estão todos?

A - Se calhar estão na sala lá de dentro... (sai)

J - Que estranho!

 

(As luzes apagam-se e surgem A Ana e o Manuel e todos os colegas do João com um bolo de aniversário.)

 

Todos - Surpresa!!! Parabéns a você...

J - não acredito! Obrigado!

 

Fim

 

Cf. apontamentos da aula, páginas do manual, caixa de ferramentas e fichas respetivas do caderno de atividades.

 

6º 

 

Grupo I 50%

Texto dramático

(características do modo teatral:

  • divisão em atos; cada ato correspondendo a um cenário;
  • atos divididos em cenas; sempre que entra ou sai uma personagem;
  • didascálias - informações sobre o espaço, tempo, movimento, entoação para atores;
  • nomes das personagens seguidos das falas respetivas)

ONOMATOPEIA - sons dos animais/objetos ão ão, miau...

COMPARAÇÃO - o teatro é como a vida...

 

Questionário - respostas completas

 

Grupo II 20%

  • frase simples e complexa

frase simples- 1 verbo

frase complexa- mais de 1 verbo

 

O João levantou-se, vestiu o casaco e saiu.

O João sentou-se muito triste na sua cadeira.

 

 

  • pronominalização e referente

Vestiu-o. O refere-se a _____?

 

  • classe de palavras: adjetivos, advérbio, preposição

{#emotions_dlg.benfica}ADJETIVO

 

Varia em género1, número2 e grau3

 

1carinhoso/a

2carinhoso/carinhosos

3bastante carinhoso

 

Subclasses do adjetivo:

 

 

QUALIFICATIVO

ANTES OU DEPOIS DO NOME (com alteração de significado)

VARIA EM GRAU

o pobre homem

o homem pobre

 

NUMERAL

INDICA ORDEM NUMA SÉRIE

ANTES DO NOME, PODENDO SER ANTECEDIDO POR ARTIGO, DEMONSTRATIVO, POSSESSIVO OU QUANTIFICADOR

o

 

aquele

o nosso

os dois

primeiro(s) lugar(es)

 

 

 

 

GÉNERO:

 

biforme menino inquieto menina inquieta

 

uniforme homem simples mulher simples

amável, comum, fácil, breve, exemplar, exterior, cortês, capaz...

 

Casos especiais da formação do feminino:

 

trintão trintona

galileu galileia

judeu judia

réu ré

 

 

NÚMERO:

 

singular plural

triste tristes

 

GRAU:

 

1normal forte

 

2comparativo (a característica de 1 elemento face à mesma característica de outro elemento)

2.1superioridade mais forte do que

2.2igualdade tão forte como

2.3inferioridade menos forte do que

 

3superlativo

 

3.1absoluto ( a característica em absoluto num único elemento)

3.1.1sintético fortíssimo

3.1.2analítico muito forte

 

3.2relativo (a característica de 1 elemento face a um grupo de elementos)

 

Só tem 2!

 

3.2.1superioridade o mais forte de

3.2.2inferioridade o menos forte de

 

casos especiais: bom melhor ótimo, mau pior péssimo, baixo inferior ínfimo

agradabilíssimo, cristianíssimo, magnificentíssimo, crudelíssimo, frigidíssimo, aspérrimo, libérrimo, integérrimo, paupérrimo, docílimo, humílimo, dulcíssimo, sapientíssimo, amaríssimo, ...

 

http://profpaulo.weebly.com/adjetivo.html

 

{#emotions_dlg.style}advérbios

(intensificam o sentido do verbo, adjetivo... Não variam em género e número.)

 

subclasses:

negação não, nunca, jamais

afirmação sim, certamente

quantidade/grau muito, pouco, bastante

inclusão/exclusão mesmo, até, apenas, só

relativo onde

interrogativo onde, quando, como, porquê?

de predicado fiquem BEM, cheirava MAL

de frase felizmente, provavelmente...

 

{#emotions_dlg.sleeping}preposições

(palavras invariáveis que ligam palavras)

 

 

Contrações:

 

a+o,a, os, as=ao...

de+o, a, os, as=do...

por+o,a,os, as=pelo...

 

  • frase ativa passiva

Frase ativa (centrada no agente)

 

O carteiro entregou a carta.

sujeito                         cd

 

Frase passiva

 

A carta foi entregue pelo carteiro.

sujeito                       complemento agente da passiva

 

As frases passivas têm mais de um verbo.

 

  • funções sintáticas (vocativo, sujeito, predicado, complemento agente da passiva)

 

A frase é constituída pelo Grupo Nominal GN (núcleo: nome), adjetival GAdj (adjetivo), verbal GV (verbo), preposicional GPrep (preposição), adverbial GAdv (advérbio)

 

Cada grupo tem na frase uma diferente função, consoante a sua posição na frase.

 

Funções sintáticas (ver ppt, grupo ES facebook ou http://www.slideshare.net/timosteos/novos-programas-de-portugus-ix ou http://www.slideshare.net/guidaclaro/funes-sintticas-13331068 npp 2009):

 

Sujeito

O mar parecia de prata.

simples

O João foi à praia.

composto

O João e a Maria foram à praia.

 

 

predicado (o verbo e os seus complementos/modificadores)

O João e a Maria foram à praia.

 

complemento direto (geralmente à direita do verbo, um objeto, substituível por -o/a, os/as)

O homem comprou um ramo de flores. / O homem comprou-lhe o ramo de flores.

 

complemento indireto (geralmente à direita do c. direto, uma pessoa, substituível por -lhe/lhes)

O João deu um beijo à Maria. / O João deu-lhe um beijo.

 

Sujeito

nulo subentendido

___ Abriu os olhos e sorriu.

nulo indeterminado

Disseram-me que não havia tpc., Estudava-se muito dantes.

nulo expletivo

___ Choveu muito hoje.

 

complemento oblíquo (como o c indireto também pode começar por uma preposição (ou advérbio), mas não é substituível por -lhe, o que não for c. dir ou c. ind...)

Ele vem de autocarro.

Gosto de ti.

 

complemento agente da passiva (por, pelo/a, os/as)

O Presidente foi eleito pelo povo.

O corpo foi abandonado.

O livro foi comprado por mim.

O trabalho foi feito. _____

 

modificadores (NÃO É PEDIDO PELO VERBO, acrescentam informação, modificam o verbo, podem ser omitidos ou móveis - TESTE ao Suj: Quem foi à escola? quem chegou a horas? Se não aparece na resposta não é complemento)

De manhã eu fui à escola.

Eu fui à escola de manhã.

Felizmente, o Luís chegou a horas.

 

predicativo do sujeito (ser, estar, continuar, ficar, parecer, permanecer, revelar-se, tornar-se...)

A mãe era azeda.

Ele ficou irritado.

Ele estava crescido.

Ele ficou em casa.

 

predicativo do complemento direto (achar, considerar, julgar, eleger)

Eles achavam a Ana estranha.

Nomearam a Rita delegada de turma.

 

vocativo (nome, entre vírgulas... não confundir com sujeito)

E vós, Tágides minhas,..., Manuel, vira-te para a frente!

 

modificador da frase (advérbios de modo...)

Decididamente era muito grave.

 

 

 

 

Síntese e exercícios com correção

http://profpaulo.weebly.com/funccedilotildees-sintaacuteticas.html

 

 

Grupo III 30%

Texto dramático

 

A surpresa

 

Ato I

(À porta de um café)

 

João (irritado) - já te disse que estamos atrasados! O Manuel já deve estar à espera...

Ana (tentando acalmá-lo) - Desculpa, sabes que me demoro sempre a arrumar os livros na mala... E ainda por cima o Professor pediu-nos um texto dramático nas férias, mesmo no final da aula!

J - Ok! Mas não gosta de esperar, nem de fazer esperar... O Manuel disse-me para virmos cá ter porque tinha uma coisa para me dizer...

A - (a fingir-se interessada) - a sério?!

J - Sim, passou o dia todo a evitar-me e ainda por cima hoje que...

A (interrompendo-o) - Deixa lá isso agora!

 

Ato II

(Dentro do café. Não se vê ninguém.)

 

J - Mas onde estão todos?

A - Se calhar estão na sala lá de dentro... (sai)

J - Que estranho!

 

(As luzes apagam-se e surgem A Ana e o Manuel e todos os colegas do João com um bolo de aniversário.)

 

Todos - Surpresa!!! Parabéns a você...

J - não acredito! Obrigado!

 

Fim

 

Cf. apontamentos da aula, páginas do manual, fichas de trabalho, esquemas no final do manual e fichas respetivas do caderno de atividades.

 

publicado por OPTD às 20:54

Um blogue de apoio às minhas aulas e a todos os que gostam da Língua Portuguesa (e Francesa) e tudo...
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