O Professor tira dúvidas

Março 26 2012

 

 

http://www.fundacaoinesdecastro.com/

 

http://www.fundacaoinesdecastro.com/index.php?option=com_content&view=article&id=4&Itemid=2 bio

 

 

File:Tableau Inés de Castro.jpg

 

Na realidade, Inês foi decapitada e esteve enterrada seis anos antes da trasladação... e talvez fosse mais ambiciosa do que na leitura d'Os Lusíadas.

 

 

 

 

publicado por OPTD às 18:11

Março 13 2012

Carlos do Carmo : Uma flor de verde pinho

Música: José Niza
Letra: Manuel Alegre
Versos de Segunda, Carlos Nogueira
(vencedora do festival da canção de 1976)


Eu podia chamar-te pátria minha
dar-te o mais lindo nome português
podia dar-te um nome de rainha
que este amor é de Pedro por Inês.

Mas não há forma não há verso não há leito
para este fogo amor para este rio.
Como dizer um coração fora do peito?
Meu amor transbordou. E eu sem navio.

Gostar de ti é um poema que não digo
que não há taça amor para este vinho
não há guitarra nem cantar de amigo
não há flor não há flor de verde pinho.

Não há barco nem trigo não há trevo
não há palavras para dizer esta canção.
Gostar de ti é um poema que não escrevo.
Que há um rio sem leito. E eu sem coração.
publicado por OPTD às 06:00

Março 12 2012

Termina-se o reinado de D. Afonso IV. Neste episódio da História de Portugal, narrada pelo Gama ao Rei de Melinde, assistimos ao curto idílio amoroso de Pedro e Inês, a que se segue uma dura conversa com D. Afonso IV, em que Inês apela à bondade do Rei e sugere um exílio em vez da sua morte. Influenciado pelo povo, pelo Destino e pelo conselho de Pêro Coelho, Diogo Lopes Pacheco e Álvaro Gonçalves, Inês é morta. O narrador invoca o Sol e outros elementos da natureza, comparando a história de Pedro e Inês com a de outras personagens da Antiguidade. Caracteriza-se o reinado de Pedro I e inicia-se a descrição do reinado de D. Fernando, acentuando-se as diferenças entre pai e filho.

 

                                               Afonso IV

                                                          \

                                                 Pedro I  (+Constança1)                     (+Inês2)             (+Teresa3)

                                                               \                                              \                        \                     

                                                       Fernando+Leonor                     *Afonso               João, mestre de Avis

                                                                     \                                     Dinis                              

                                                                 Beatriz+João de Castela    João                      

 

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/In%C3%AAs_de_Castro

http://www.vidaslusofonas.pt/inesdecastro.htm

 

 

 

 

118

"Passada esta tão próspera vitória,
Tornando Afonso à Lusitana terra,
A se lograr da paz com tanta glória
Quanta soube ganhar na dura guerra,
O caso triste, e dino da memória,
Que do sepulcro os homens desenterra,
Aconteceu da mísera e mesquinha
Que depois de ser morta foi Rainha.

119
"Tu só, tu, puro Amor, com força crua,
Que os corações humanos tanto obriga,
Deste causa à molesta morte sua,
Como se fora pérfida inimiga.
Se dizem, fero Amor, que a sede tua
Nem com lágrimas tristes se mitiga,
É porque queres, áspero e tirano,
Tuas aras banhar em sangue humano.

120
"Estavas, linda Inês, posta em sossego,
De teus anos colhendo doce fruto,
Naquele engano da alma, ledo e cego,
Que a fortuna não deixa durar muito,
Nos saudosos campos do Mondego,
De teus fermosos olhos nunca enxuto,
Aos montes ensinando e às ervinhas
O nome que no peito escrito tinhas.

 

121
"Do teu Príncipe ali te respondiam
As lembranças que na alma lhe moravam,
Que sempre ante seus olhos te traziam,
Quando dos teus fermosos se apartavam:
De noite em doces sonhos, que mentiam,
De dia em pensamentos, que voavam.
E quanto enfim cuidava, e quanto via,
Eram tudo memórias de alegria.

122
"De outras belas senhoras e Princesas
Os desejados tálamos enjeita,
Que tudo enfim, tu, puro amor, despreza,
Quando um gesto suave te sujeita.
Vendo estas namoradas estranhezas
O velho pai sesudo, que respeita
O murmurar do povo, e a fantasia
Do filho, que casar-se não queria,
123"Tirar Inês ao mundo determina,
Por lhe tirar o filho que tem preso,
Crendo co'o sangue só da morte indina
Matar do firme amor o fogo aceso.
Que furor consentiu que a espada fina,
Que pôde sustentar o grande peso
Do furor Mauro, fosse alevantada
Contra uma fraca dama delicada?

124"Traziam-na os horríficos algozes
Ante o Rei, já movido a piedade:
Mas o povo, com falsas e ferozes
Razões, à morte crua o persuade.
Ela com tristes o piedosas vozes,
Saídas só da mágoa, e saudade
Do seu Príncipe, e filhos que deixava,
Que mais que a própria morte a magoava,
125"Para o Céu cristalino alevantando
Com lágrimas os olhos piedosos,
Os olhos, porque as mãos lhe estava atando
Um dos duros ministros rigorosos;
E depois nos meninos atentando,
Que tão queridos tinha, e tão mimosos,
Cuja orfandade como mãe temia,
Para o avô cruel assim dizia:
126- "Se já nas brutas feras, cuja mente
Natura fez cruel de nascimento,
E nas aves agrestes, que somente
Nas rapinas aéreas têm o intento,
Com pequenas crianças viu a gente
Terem tão piedoso sentimento,
Como coa mãe de Nino já mostraram,
E colos irmãos que Roma edificaram;

127- "Ó tu, que tens de humano o gesto e o peito 

(Se de humano é matar uma donzela
Fraca e sem força, só por ter sujeito
O coração a quem soube vencê-la)
A estas criancinhas tem respeito,
Pois o não tens à morte escura dela;
Mova-te a piedade sua e minha,
Pois te não move a culpa que não tinha.
128- "E se, vencendo a Maura resistência,
A morte sabes dar com fogo e ferro,
Sabe também dar vicia com clemência
A quem para perdê-la não fez erro.
Mas se to assim merece esta inocência,
Põe-me em perpétuo e mísero desterro,
Na Cítia f ria, ou lá na Líbia ardente,
Onde em lágrimas viva eternamente.
129"Põe-me onde se use toda a feridade,
Entre leões e tigres, e verei
Se neles achar posso a piedade
Que entre peitos humanos não achei:
Ali com o amor intrínseco e vontade
Naquele por quem morro, criarei
Estas relíquias suas que aqui viste,
Que refrigério sejam da mãe triste." -
130"Queria perdoar-lhe o Rei benino,
Movido das palavras que o magoam;
Mas o pertinaz povo, e seu destino
(Que desta sorte o quis) lhe não perdoam.
Arrancam das espadas de aço fino
Os que por bom tal feito ali apregoam.
Contra uma dama, ó peitos carniceiros,
Feros vos amostrais, e cavaleiros?
131"Qual contra a linda moça Policena,
Consolação extrema da mãe velha,
Porque a sombra de Aquiles a condena,
Co'o ferro o duro Pirro se aparelha;
Mas ela os olhos com que o ar serena
(Bem como paciente e mansa ovelha)
Na mísera mãe postos, que endoudece,
Ao duro sacrifício se oferece:


132
"Tais contra Inês os brutos matadores
No colo de alabastro, que sustinha
As obras com que Amor matou de amores
Aquele que depois a fez Rainha;
As espadas banhando, e as brancas flores,
Que ela dos olhos seus regadas tinha,
Se encarniçavam, férvidos e irosos,
No futuro castigo não cuidosos.

133"Bem puderas, ó Sol, da vista destes

Teus raios apartar aquele dia,
Como da seva mesa de Tiestes,
Quando os filhos por mão de Atreu comia.
Vós, ó côncavos vales, que pudestes
A voz extrema ouvir da boca fria,
O nome do seu Pedro, que lhe ouvistes,
Por muito grande espaço repetisses!

134"Assim como a bonina, que cortada

Antes do tempo foi, cândida e bela,
Sendo das mãos lascivas maltratada
Da menina que a trouxe na capela,
O cheiro traz perdido e a cor murchada:
Tal está morta a pálida donzela,
Secas do rosto as rosas, e perdida
A branca e viva cor, coa doce vida.

135
"As filhas do Mondego a morte escura
Longo tempo chorando memoraram,
E, por memória eterna, em fonte pura
As lágrimas choradas transformaram;
O nome lhe puseram, que inda dura,
Dos amores de Inês que ali passaram.
Vede que fresca fonte rega as flores,
Que lágrimas são a água, e o nome amores.

136"Não correu muito tempo que a vingança
Não visse Pedro das mortais feridas,
Que, em tomando do Reino a governança,
A tomou dos fugidos homicidas.
Do outro Pedro cruíssimo os alcança,
Que ambos, imigos das humanas vidas,
O concerto fizeram, duro e injusto,
Que com Lépido e António fez Augusto.
137"Este, castigador foi rigoroso
De latrocínios, mortes e adultérios:
Fazer nos maus cruezas, fero e iroso,
Eram os seus mais certos refrigérios.
As cidades guardando justiçoso
De todos os soberbos vitupérios, 
Mais ladrões castigando à morte deu,
Que o vagabundo Aleides ou Teseu.
138"Do justo e duro Pedro nasce o brando, 
(Vede da natureza o desconcerto!)
Remisso, e sem cuidado algum, Fernando,
Que todo o Reino pôs em muito aperto:
Que, vindo o Castelhano devastando
As terras sem defesa, esteve perto
De destruir-se o Reino totalmente;
Que um fraco Rei faz fraca a forte gente. 

139"Ou foi castigo claro do pecado
De tirar Lianor a seu marido,
E casar-se com ela, de enlevado
Num falso parecer mal entendido;
Ou foi que o coração sujeito e dado
Ao vício vil, de quem se viu rendido,
Mole se fez e fraco; e bem parece,
Que um baixo amor os fortes enfraquece. (...)

142"Mas quem pode livrar-se por ventura
Dos laços que Amor arma brandamente
Entre as rosas e a neve humana pura,
O ouro e o alabastro transparente?
Quem de uma peregrina formosura,
De um vulto de Medusa propriamente,
Que o coração converte, que tem preso,
Em pedra não, mas em desejo aceso?

143"Quem viu um olhar seguro, um gesto brando,
Uma suave e angélica excelência,
Que em si está sempre as almas transformando,
Que tivesse contra ela resistência?
Desculpado por certo está Fernando,
Para quem tem de amor experiência;
Mas antes, tendo livre a fantasia,
Por muito mais culpado o julgaria.

publicado por OPTD às 16:31

Março 12 2012

Após o Consílio dos deuses, os Portugueses acostam em África (Mombaça), mas instruídos por Baco, os Mouros quase levam os Portugueses à perdição, não fosse a intervenção de Vénus e Mercúrio, interpretadas pelo Gama como uma ajuda de Deus. Camões compara o Homem a um bicho da terra, pequeno e indefeso sem a ajuda dos céus.

Entretanto, chegados a Melinde, Vasco da Gama explica ao rei quem são os Portugueses e a sua História e localização geográfica, invocando Calíope, musa da poesia épica. Conta-lhe também sobre Luso, Viriato, Sertório, o conde D. Henrique, D. Afonso Henriques, D. Teresa, Egas Moniz, as quinas, o milagre de Ourique, Sancho I, Afonso II e Sancho II, Afonso III, D. Dinis, Afonso IV e o episódio da batalha do Salado e da formosíssima Maria até à história de Pedro e Inês.

 

http://www.oslusiadas.com/content/view/18/41/

 

I, 106

No mar tanta tormenta, e tanto dano,
Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme, e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?

 

II, 30

"Ó caso grande, estranho e não cuidado,
Ó milagre claríssimo e evidente,
Ó descoberto engano inopinado,
Ó pérfida, inimiga e falsa gente!
Quem poderá do mal aparelhado
Livrar-se sem perigo sabiamente,
Se lá de cima a Guarda soberana
Não acudir à fraca força humana?

31

"Bem nos mostra a divina Providência
Destes portos a pouca segurança;
Bem claro temos visto na aparência,
Que era enganada a nossa confiança.
Mas pois saber humano nem prudência
Enganos tão fingidos não alcança,
Ó tu, Guarda Divina, tem cuidado
De quem sem ti não pode ser guardado!

32

"E se te move tanto a piedade
Desta mísera gente peregrina,
Que só por tua altíssima bondade,
Da gente a salvas pérfida e malina,
Nalgum porto seguro de verdade
Conduzir-nos já agora determina,
Ou nos amostra a terra que buscamos,
Pois só por teu serviço navegamos."

 


III, 1

Agora tu, Calíope, me ensina
O que contou ao Rei o ilustre Gama:
Inspira imortal canto e voz divina
Neste peito mortal, que tanto te ama.
Assim o claro inventor da Medicina,
De quem Orfeu pariste, ó linda Dama,
Nunca por Dafne, Clície ou Leucotoe,
Te negue o amor devido, como soe.

2

Põe tu, Ninfa, em efeito meu desejo,
Como merece a gente Lusitana;
Que veja e saiba o mundo que do Tejo
O licor de Aganipe corre e mana.
Deixa as flores de Pindo, que já vejo
Banhar-me Apolo na água soberana;
Senão direi que tens algum receio,
Que se escureça o teu querido Orfeio.

3

Prontos estavam todos escutando
O que o sublime Gama contaria,
Quando, depois de um pouco estar cuidando,
Alevantando o rosto, assim dizia:
"Mandas-me, ó Rei, que conte declarando
De minha gente a grão genealogia:
Não me mandas contar estranha história,
Mas mandas-me louvar dos meus a glória.

4

"Que outrem possa louvar esforço alheio,
Cousa é que se costuma e se deseja;
Mas louvar os meus próprios, arreceio
Que louvor tão suspeito mal me esteja;
E para dizer tudo, temo e creio,
Que qualquer longo tempo curto seja:
Mas, pois o mandas, tudo se te deve,
Irei contra o que devo, e serei breve.


20

"Eis aqui, quase cume da cabeça
De Europa toda, o Reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa,
E onde Febo repousa no Oceano.
Este quis o Céu justo que floresça
Nas armas contra o torpe Mauritano,
Deitando-o de si fora, e lá na ardente
África estar quieto o não consente.

21

"Esta é a ditosa pátria minha amada,
A qual se o Céu me dá que eu sem perigo
Torne, com esta empresa já acabada,
Acabe-se esta luz ali comigo.
Esta foi Lusitânia, derivada
De Luso, ou Lisa, que de Baco antigo
Filhos foram, parece, ou companheiros,
E nela então os Íncolas primeiros.

22

"Desta o pastor nasceu, que no seu nome
Se vê que de homem forte os feitos teve;
Cuja fama ninguém virá que dome,
Pois a grande de Roma não se atreve.
Esta, o velho que os filhos próprios come
Por decreto do Céu, ligeiro e leve,
Veio a fazer no mundo tanta parte,
Criando-a Reino ilustre; e foi desta arte:


23

"Um Rei, por nome Afonso, foi na Espanha,
Que fez aos Sarracenos tanta guerra,
Que por armas sanguinas, força e manha,
A muitos fez perder a vida o a terra;
Voando deste Rei a fama estranha
Do Herculano Calpe à Cáspia serra,
Muitos, para na guerra esclarecer-se,
Vinham a ele e à morte oferecer-se.

24

"E com um amor intrínseco acendidos
Da Fé, mais que das honras populares,
Eram de várias terras conduzidos,
Deixando a pátria amada e próprios lares.
Depois que em feitos altos e subidos
Se mostraram nas armas singulares,
Quis o famoso Afonso que obras tais
Levassem prémio digno e dons iguais.

25

"Destes Anrique, dizem que segundo
Filho de um Rei de Ungria exprimentado,
Portugal houve em sorte, que no mundo
Então não era ilustre nem prezado;
E, para mais sinal d'amor profundo,
Quis o Rei Castelhano, que casado
Com Teresa, sua filha, o Conde fosse;
E com ela das terras tornou posse.

26

"Este, depois que contra os descendentes
Da escrava Agar vitórias grandes teve,
Ganhando muitas terras adjacentes,
Fazendo o que a seu forte peito deve,
Em prémio destes feitos excelentes,
Deu-lhe o supremo Deus, em tempo breve,
Um filho, que ilustrasse o nome ufano
Do belicoso Reino Lusitano.

 

 

 (...)

publicado por OPTD às 16:28

Março 09 2012

1. Completa com os marcadores discursivos adequados:

 

_____________, escrevia sempre o sumário, ____ nunca ouvia o professor.

_____________, comecei a deixar de ouvir o professor, ________ ___ gostar muito dele e _____________ deixei de ir às aulas.

 

2. Indica a classe e/ou subclasse das palavras sublinhadas nas frases seguintes:

 

Uma vez, o meu gato que tinha botas mágicas fez um filme.

 

3. Qual o tipo e forma das frases abaixo:

 

a Não vou ao cinema.

b Vou ao cinema?

c Vou ao cinema!

d Vai ao cinema!

 

4. Qual a função sintática?

 

O João vai à escola. __________________

A Joana e o João vão à escola. __________________

___Vão à escola de manhã? __________________

Alguém foi à escola? __________________

___Choveu. ___________________

___Há cada questão! __________________

Quem vai ao ar perde o lugar. ______________

O Pedro caiu. ___________________

A Ana e a Joana ofereceram um bolo à mãe. _______________________

Ontem, na escola, O António viu o Pedro, apressadamente, com a Ana. _____________________________________________________________

O Luís é simpático. (ser, estar, ficar, continuar, parecer, permanecer) ___________________________________

O diretor de turma nomeou-o delegado de turma. (eleger, nomear, designar...) _________________________________

Jeremias, cala-te! _________________________

Eu telefonei-lhe. __________________________

O carro azul é meu. ___________________________

D. Dinis, o lavrador, era poeta. _______________________

O bolo foi comido pelo João. ___________________________

 

5. Faz frases com os adjetivos indicados nos graus entre parêntesis:

 

grande (comparativo de inferioridade) ______________________________________________

bonito (superlativo relativo de inferioridade) ____________________________________

inteligente (comparativo de igualdade) ___________________________________

pobre (superlativo absoluto sintético) ______________________________________

exigente (superlativo absoluto analítico) ______________________________

distraído (comparativo de superioridade) ________________________________________

 

6. Completa com os modos/tempos indicados:

 

indicativo

presente eu _______(ir)

pretérito perfeito tu ______(falar)

pret. imperfeito ele ________(comer)

pret. mais-que-perfeito ela _________ (prometer)

futuro nós ________(desejar)

 

condicional vós ___________(ter)

 

conjuntivo,

presente (que) eles _______ (fazer)

imperfeito (se) elas ________ (querer)

 

imperativo (vós) ________ (estudar)

gerúndio eu estava __________ (dormir) profundamente

particípio passado ele tinha __________ (estar)

infinitivo pessoal se nós ____________ (fazer)

 

7. Transforma a frase para a voz ativa ou passiva: (Suj<>CD, verbo composto, pelo...)

 

O Pedro foi chamado à direção.

______________________

 

O bolo foi comido pelo João.

____________________

 

A Ana leu a carta.

___________________

 

O filme foi projetado.

___________________

 

8. Transforma em discurso direto ou indireto:

 

- João chega aqui!

 

________________________________________________

 

A Mariana perguntou ao Pedro onde ia.

 

________________________________________________

 

9. Pontua:

 

O João__a Maria e o António foram à praia___

Quando chegaram___a Ana disse__

___Meninos___onde vamos ficar___

___Para mim___ficamos já aqui___

 

10. Corrige:

 

PRECEBER_______________

PRA___________

UTRAPASSAR_____________

APOCOPE______________

METAFORA_______________

AÇOSISSAO________________

ONTEONTEM__________________

JANEIRO_________________

HORRORROSO___________________

CORAJEM___________________

VEJETAREANO__________________

 

11. Classifica o tipo de oração coordenada:

 

Eu fui a Espanha, mas não gostei. __________________

Vais-te embora ou ficas? ______________________

Vens de casa e vais para lá outra vez? _____________________

Estudaste, portanto vais ter boa nota. _______________________

O aluno teve bons resultados, pois estava atento. ________________________

 

12. Classifica o tipo de oração subordinada:

 

Chegaste atrasada, porque adormeceste. _________________________

Caso não te lembres, hoje tens teste! __________________________

Eu vou à escola para que aprenda mais. _______________________

Mal saí de casa, começou a chover. ____________________________

Mesmo que tenha negativa, vou recuperar. _____________________________

Fiz como o professor me disse... ________________________________

Disse tantos disparates que nem ouvi. ___________________________

Digo-te isto para te ajudar. _______________________________

Se não te calas, vais para a rua. _______________________________

Embora não goste dele, tenho de admitir que é um rapaz inteligente. _______________________________________________________

 

Espero que não te demores. _________________________________________________

Disse-me que afinal o teste era fácil. __________________________________________

 

O aluno que tem um gorro azul foi para a rua. __________________________________________

Portugal, que fica na Europa, é um país de poetas.

 

13. Indica os fenómenos presentes na sequência:

 

CAPITULUM>capitulu>capituu>capitu>cabidu>cabido

____________________________________________________

 

SPECULUM>speculu>speclu>especlu>espelhu>espelho

____________________________________________________

 

OCTUM>octu>oitu>oito

____________________________________________________

 

ANTEM>ante>antes

____________________________________________________

 

14. Narração ou descrição?

 

Ela tinha a pele morena, queimada do sol e do cansaço dos dias. Nos olhos a mágoa da traição e a esperança do que sabia nunca chegar. _____

Levantou-se, dirigindo-se apressada para o quarto e deitou-se. _____

 

15. Discurso direto, indireto ou indireto livre?

 

E vagarosamente disse a sua mãe: ________

- Vem, é tempo de descansar... _______

Dizia isto, mas sabia que não era assim, quem lhe dera! ______

 

16. Completa com as preposições adequadas:

 

Eu vou ___ Algarve hoje se não chover. _____ chegar lá, tenho ___ apanhar dois autocarros que passam ___ várias cidades da costa alentejana.

 

17. Indica o hiperónimo ou hipónimo adequado:

 

_________: rosa, cravo, _______ .

 

__________: ________, __________, ________, pombo.

 

18. Indica a relação de palavras presente nos exemplos seguintes:

 

____________: eu canto, o canto, o canto I de Os Lusíadas.

____________: A besta tem quatro patas. / Os soldados usavam bestas.

____________: Já não tem conserto, vamos antes ao concerto...

____________: discrição, descrição.

____________: magnífico, grandioso...

____________: rápido, veloz/lento, vagaroso...

____________: Carro>volante, roda, farol...

 

19. Classifica a formação das palavras seguintes:

 

desfazer ________________________________________

rapidamente _____________________________________

amanhecer __________________________________

brincos-de-princesa ________________________________

planalto __________________________________________

 

20. Num texto organizado, entre 180 e 240 palavras, comenta a importância do estudo da gramática e a tua relação com esta parte da disciplina de Português, argumentando e justificando sempre os teus pontos de vista.

 

Boa sorte!!!

 

 

 Esta é uma alegoria da Gramática. Que medo!!!

 

 

 

 

 

publicado por OPTD às 05:34
Tags: ,

Março 04 2012

 

 

Vai ser um grande dia e uns 90' demasiado rápidos.

 

Sugiro que consultem os tags ou busquem na caixa de pesquisa, por cima do contador: camões e gil vicente, narrativa, figuras de estilo, em especial, e a publicação de 6 de janeiro de 2012 (logo abaixo dos deuses)* com a síntese possível dos conteúdos gramaticais e ligações para fichas e testes on-line.

 

A consulta ponderada do sítio do GAVE.PT é obrigatória também em casa.

 

Enviei agora mesmo alguns powerpoints com resumos de matéria para dois colegas de turma.

 

De resto é responder a tudo, bem, rever e dar o máximo até ao fim.

 

Esferográfica(s) azul ou preta, nada de corretor e inteligência em ação.

 

Não se esqueçam de dormir bem, comer melhor e respirar!

 

Bom trabalho e acreditem!!!

 

*podem ir a Arquivo e clicar no dia indicado.

 

Para quem quiser respirar...

 

http://www.youtube.com/watch?v=2n_MOpl2LE4

http://www.youtube.com/watch?v=J1B4IALb0HQ&feature=relmfu

http://www.youtube.com/watch?v=rWpIb6EV3SE&NR=1&feature=endscreen

http://www.youtube.com/watch?v=P9hCnbxsF1k

 

 

publicado por OPTD às 15:52

Um blogue de apoio às minhas aulas e a todos os que gostam da Língua Portuguesa (e Francesa) e tudo...
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