O Professor tira dúvidas

Dezembro 30 2011
publicado por OPTD às 12:21

Dezembro 27 2011
 
 
publicado por OPTD às 17:37

Dezembro 18 2011
publicado por OPTD às 16:59

Dezembro 11 2011
Chamar gordo a um gordo, japonês a um japonês, feio a um feio, deficiente a um deficiente, estúpido a um estúpido... só é mau, se a pessoa que chama tais coisas achar que essas palavras são más e isso tiver como pressuposto uma ideia de perfeição e superioridade da parte de quem diz tais coisas.
Já aconteceu tantas vezes nos últimos séculos... Até quando!?
 
 
 
 
 

O Sole Mio

tradicional napolitano

Che bella cosa na jurnata 'e sole,
n'aria serena doppo na tempesta!
Pe' ll'aria fresca pare gia` na festa,
che bella cosa na jurnata 'e sole.


Ma n'atu sole cchiu` bello, oje ne',

 'o sole mio, sta 'nfronte a te!
O sole, 'o sole mio, sta 'nfronte a te,

sta 'nfronte a te!


Quanno fa notte e 'o sole se ne scenne,

me vene quase 'na malincunia.
Sotto 'a fenesta toia restarria,
quanno fa notte e 'o sole se ne scenne.


Ma n'atu sole cchiu` bello, oje ne',

 'o sole mio, sta 'nfronte a te!
O sole, 'o sole mio,

sta 'nfronte a te,

sta 'nfronte a te!

publicado por OPTD às 15:15

Dezembro 11 2011

 

 

Com esta  apresentação, pode-se estudar cada pormenor.  

 

APÓS ABERTURA DA IMAGEM, ARRASTAR PARA CIMA, PARA BAIXO, PARA A ESQUERDA E PARA A DIREITA.

O SINAL + E - PERMITE AMPLIAR OU REDUZIR A IMAGEM.

 

 

 

publicado por OPTD às 15:04

Dezembro 09 2011

http://www.osonho.com/2011/home.html

 

Vejam em Espetáculos as fotos do ABI...

 

D e BV

 

 

Não se esqueçam das autorizações e do dinheiro!

publicado por OPTD às 17:41

Dezembro 02 2011

                                           

 

Tentações de Santo Antão (detalhe), Bosch 

 

 

 Inferno (reparem quem está na caldeira)

 

Disponíveis no Museu Nacional de Arte Antiga

 

 

 

 

publicado por OPTD às 16:51

Dezembro 02 2011

aqueles que têm nome e nos telefonam
um dia emagrecem - partem
deixam-nos
dobrados ao abandono
no interior duma dor inútil muda
e
voraz

arquivámos o amor no abismo do tempo
e para lá da pele negra do
desgosto
pressentimos vivo
o passageiro ardente das areias - o
viajante
que irradia um cheiro a violetas nocturnas

acendemos então
uma labareda nos dedos
acordamos trémulos confusos - a mão queimada
junto
ao coração

e mais nada se move na centrifugação
dos segundos - tudo
nos falta

nem a vida nem o que dela resta nos consola
e a ausência
fulgura na aurora das manhãs
e com o rosto ainda sujo de sono ouvimos
o
rumor do corpo a encher-se de mágoa

assim guardamos as nuvens breves os
gestos
os invernos o repouso a sonolência
o vento
arrastando para longe
as imagens difusas
daqueles que amámos mas não voltaram
a
telefonar

in Horto de Incêndio

 

publicado por OPTD às 16:48

Um blogue de apoio às minhas aulas e a todos os que gostam da Língua Portuguesa (e Francesa) e tudo...
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