
http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=9&fileName=Info0.pdf datas dos testes intermédios
http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=9&fileName=TI_Inf_Out2011_EEA1.pdf testes intermédios
http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=407&fileName=PFC_Inf26_Jan2012_LP91_Republica__o.pdf teste e exame lp
FUNCIONAMENTO da Língua
• Texto; +
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
Articuladores entre parágrafos e frases
1 ideia=1 frase
1 assunto=1 parágrafo
parágrafo inicia-se com um espaço!
• Estrutura da frase;
Funções sintáticas
Orações coordenadas e subordinadas
• Classes de palavras;
nomes
próprios João, Portugal...
comuns cão, pedra...
concretos Joana, praia...
abstratos bola, cesto...
coletivos multidão, equipa, enxame, pomar, alcateia, armada, bando, cáfila, caravana, galeria, matilha...
género masculino/feminino menino/menina
Um substantivo comum de dois géneros/gêneros (frequentemente chamado simplesmente comum de dois) é um substantivo que tem dois valores de género/gênero possíveis, sendo que a escolha de um valor não tem consequências morfológicas (a palavra mantém-se inalterada independentemente do género) mas tem consequências sintácticas/sintáticas, pois este substantivo tem a capacidade de desencadear alterações morfológicas nas palavras que com ele concordam.
Exs.: «o intérprete/a intérprete, o jurista/a jurista».
sobrecomum é um substantivo que não admite contrastes de género/gênero, nem marcados morfologicamente nem marcados sintacticamente/sintaticamente, apesar de referir entidades de um e outro sexo. Ex.: «a pessoa, a criança, o indivíduo, o cônjuge, a testemunha, a estrela (de cinema)».
epiceno é um substantivo que designa animais e que possui apenas um género/gênero gramatical, embora possa referir animais de ambos os sexos. Ex.: «a cobra, a águia, o jacaré, a onça, a foca». O género/gênero natural do animal a que um nome epiceno se refere pode ser desambiguado pela aposição de «macho» ou «fêmea» ao nome, sem concordância de género/género entre este e o elemento aposto: «uma cobra-macho, um gavião-fêmea». Por vezes, o termo «epiceno» é utilizado também para falar de nomes sobrecomuns.
número singular/plural casa/casas
grau aumentativo, diminutivo, normal casarão, casinha, casa
determinantes
adjetivos
género
biforme homem alto/a
uniforme homem inteligente
número
graus
normal forte
comparativo
superioridade mais forte do que
igualdade tão forte como
inferioridade menos forte do que
superlativo
absoluto
sintético fortíssimo
analítico muito forte
relativo
superioridade o mais forte de
inferioridade o menos forte de
casos especiais: bom melhor ótimo, mau pior péssimo, baixo inferior ínfimo
agradabilíssimo, cristianíssimo, magnificentíssimo, crudelíssimo, frigidíssimo, aspérrimo, libérrimo, paupérrimo, docílimo, humílimo, dulcíssimo, sapientíssimo...
verbos
advérbios
conjunções
preposições
...
• Relações entre palavras; +
homónimas - mesma escrita, mesma pronúncia, significado diferente: eu rio, o rio, canto, banco
homógrafas - grafia idêntica, pronúncia e significado diferentes: o carpinteiro pregou o prego, o padre pregou o sermão, besta, demos, dêmos, lobo, pode, pôde, pôr, por, sábia, sabia, sabiá
homófonas - mesma pronúnica, escrita e grafia diferentes: coseu, cozeu, acento, assento, aço, asso, bucho, buxo, cegar, segar, censo, senso, conselho, concelho, era, hera, passo, paço
parónimas - significado diferente, palavras parecidas: ilegível, elegível, comprimento, cumprimento, descrição, discrição, emigrante, imigrante, eminente, iminente, moral, mural, mugir, mungir, perfeito, prefeito, rebelar, revelar
sinónimos - significado idêntico: bonito, lindo
antónimos - significado contrário: bonito, feio, dar, tirar
hiperónimo - palavras de sentido mais global relativamente a outras de sentido mais específico: animais>gato, cão, periquito...
hipónimo - palavras de sentido mais específico relativamente a outras de sentido mais geral: cão, gato, periquito...>animais
Holonímia
«Relação de hierarquia semântica entre duas unidades lexicais; uma denota um todo (holónimo) sem impor obrigatoriamewnte as suas prioridades semânticas à outra, considerada sua parte (merónimo)»
Exemplos «carro/volante – carro estabelece uma relação de holonímia com volante, sem porém lhe impor as suas propriedades; braço/corpo; vela/barco»
Meronímia
«Relação de hierarquia semântica entre duas unidades lexicais; uma denotando a parte(merónimo)» e criando uma relação de dependência ao implicar a referência a um todo (holónimo), relativo a essa parte»
Exemplo
«A unidade lexical «dedo» (merónimo) implica a unidade lexical «mão» (holónimo)»
família de palavras: palavra primitiva - terra>terraço, terrestre, desenterrar, terraplanagem, aterragem
campo semântico: palavras do mesmo tema - planetas, via láctea, sol, estrelas: Universo
• Processos de formação de palavras; +
palavras primitivas aqua>água... aguadeiro, desaguar... (derivadas da primitiva)
derivação prefixação, sufixação, parassíntese, regressiva
Prefixação desfazer
Sufixação aguar (água ar), rapidamente, felizardo, pequenino...
Parassíntese desaguar, repatriar, amanhecer, embainhar
vogal/consoante de ligação agua d eiro, cafe z inho, cafe t eira...
Derivação regressiva (Nomes<verbos)
caça-caçar, censurar-censurar, atacar-ataque, tocar-toque...
composição justaposição, aglutinação
justaposição (duas palavras, mantém-se a acentuação) amor-perfeito, couve-flor, mestre-estrela, porco-espinho, belas-artes, guarda-roupa...
aglutinação (1 palavra, 1 acento) aguardente, bancarrota, fidalgo, girassol, malmequer, Monsanto, passaporte, planalto, vinagre...
• Processos fonéticos; +
Os fenómenos mais comuns são:
Acrescento de segmentos
Prótese
Epêntese
Paragoge
Supressão de segmentos
Aférese
Síncope
Apócope
Alteração de segmentos
assimilação
dissimilação
metátese
sonorização
vocalização
nasalização ou nasalação
desnasalação ou desnasalização
crase
sinérese
palatalização
CAPITULUM>capitulu>capituu>capitu>cabido
ABSENTEM>absente>ausente
FENESTRAM>fenestram>feestra>fresta
CLAVEM>clave>chave
IBI>ii>i>aí
DAT>dá
IPSUM>ipsu>issu>isso
LILIUM>liliu>lírio
IESUS>Jesus
CANES>cães
ARENA>area>areia
PECTUM>pectu>peito
ANTE>antes
ARANEA>aranha
PEDEM>pede>pee>pé
DOLOREM>dolore>dolor>door>dor
LEGEM>lege>lee>lei
SEMPER>sempre
flor>flori
telefone>tlofone>tofone
restaurante>restorante
Na passagem do LAtim ao Português algumas palavras com origens diferentes convergiram numa mesma forma:
SANU
SANCTU são
SUNT
(convergentes)
Outras, pelo contrário, divergiram (divergentes):
ARENA arena areia
MACULA mácula mancha
CATEDRA cátedra cadeira
Definições
http://www.notapositiva.com/resumos/portugues/fenomenosfoneticos.htm
Exercícios
http://estudarmais.no.sapo.pt/PDFPortugues/fonetica2.pdf
http://agsbmessines.sytes.net/web/passatempo/lpo/9/barca/fenomenos.htm
http://www.colegioportugal.pt/historia_da_lingua.htm
• Modos de representação do discurso; +
narração (pret.perfeito -ei, ou, ação)
descrição (pret. imperfeito -ia, - ava, descrição)
diálogo (-?!)
monólogo
discurso direto/indireto/indireto livre (personagem, narrador, personagem através do narrador)
• Pontuação; +
http://www.flip.pt/FLiP-On-line/Gramatica/Sinais-de-pontuacao.aspx
http://criarmundos.do.sapo.pt/Linguistica/pesquisaescrita013.html
A importância da Pontuação
Um homem muito rico estava extremamente doente, agonizando. Pediu papel e caneta
e escreveu, sem pontuação alguma, as seguintes palavras:
'Deixo
meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro
nada dou aos pobres. '
Não resistiu e se foi antes de fazer a
pontuação. Ficou o dilema, quem herdaria a fortuna? Eram quatro
concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2)
A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o texto:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos
pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha
dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados
da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga aconta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história: A vida pode ser interpretada e vivida de
diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. É isso faz toda a
diferença...
O conto da ilha
desconhecida
José Saramago
Um homem foi bater à porta do rei e disse-lhe, Dá-me um
barco. A casa do rei tinha muitas mais portas, mas aquela era a das petições.
Como o rei passava todo o tempo sentado à porta dos obséquios (entenda-se, os
obséquios que lhe faziam a ele), de cada vez que ouvia alguém a chamar à porta
das petições fingia-se desentendido, e só quando o ressoar contínuo da aldraba
de bronze se tornava, mais do que notório, escandaloso, tirando o sossego à
vizinhança (as pessoas começavam a murmurar, Que rei temos nós, que não atende),
é que dava ordem ao primeiro-secretário para ir saber o que queria o impetrante,
que não havia maneira de se calar. Então, o primeiro-secretário chamava o
segundo-secretário, este chamava o terceiro, que mandava o primeiro-ajudante,
que por sua vez mandava o segundo, e assim por aí fora até chegar à mulher da
limpeza, a qual, não tendo ninguém em quem mandar, entreabria a porta das
petições e perguntava pela frincha, Que é que tu queres. O suplicante dizia ao
que vinha, isto é, pedia o que tinha a pedir, depois instalava-se a um canto da
porta, à espera de que o requerimento fizesse, de um em um, o caminho ao
contrário, até chegar ao rei. Ocupado como sempre estava com os obséquios, o rei
demorava a resposta, e já não era pequeno sinal de atenção ao bem-estar e
felicidade do seu povo quando resolvia pedir um parecer fundamentado por escrito
ao primeiro-secretário, o qual, escusado se ria dizer, passava a encomenda ao
segundo-secretário, este ao terceiro, sucessivamente, até chegar outra vez à
mulher da limpeza, que despachava sim ou não conforme estivesse de maré.
Contudo, no caso do homem que queria um barco, as coisas não se
passaram bem assim. (...)
http://www.releituras.com/jsaramago_menu.asp
• Ortografia. +
http://cvc.instituto-camoes.pt/index.php?option=com_forca&Itemid=173 jogo da forca
Ver tag Acordo ortográfico
(...)