O Professor tira dúvidas

Janeiro 25 2012

Num terraço de Quimeras me assentei,

cansado o coração, pesada a alma,

as doces recordações pela calma

lembrando e o mais que já não terei.

 

Ó ligeiros Sonhos que em vão dourei,

ternuras suaves em vis tornadas,

ó nuvens de Juno tão desejadas,

que por vós em fria pedra fiquei!

 

De quem é a culpa desta Ilusão,

desta alegria em tormento vertido?

Tu, só tu, ingénuo coração.

 

Assim que só por Imaginação

minha e tanto amor breve perdido

sofro eu e vivo em tamanha paixão.

publicado por OPTD às 17:27

Janeiro 25 2012
 
 
Com que voz chorarei meu triste fado,
que em tão dura paixão me sepultou.
Que mor não seja a dor que me deixou
o tempo, de meu bem desenganado.

Mas chorar não estima neste estado
aonde suspirar nunca aproveitou.
Triste quero viver, poi se mudou
em tisteza a alegria do passado.

Assim a vida passo descontente,
ao som nesta prisão do grilhão duro
que lastima ao pé que a sofre e sente.

De tanto mal, a causa é amor puro,
devido a quem de mim tenho ausente,
por quem a vida e bens dele aventuro.

 

publicado por OPTD às 13:07

Janeiro 23 2012

publicado por OPTD às 20:50

Janeiro 20 2012

 

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Onomatopeia onomatopeias

http://forum-patria.forum-livre.com/t1928-classe-das-preposicoes preposições

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Interjei%C3%A7%C3%A3o

http://www.prof2000.pt/users/lurdes_soa/Ficha%20infointerjei%C3%A7%C3%B5es.htm interjeições

 

 

Usando pelo menos 9 das expressões abaixo, conta uma história começada por «Era uma vez...»

 

onomatopeias interjeições preposições

truz truz

toc toc

pling

bum

cocoró

catrapum

oxalá

oh

ui

apre

adeus

bravo

 

à

àqueles

com

para

de

perto de

 

publicado por OPTD às 18:18

Janeiro 20 2012

Não se faz, mas vamos pontuar isto, porque sim...

Desculpa, S!

 

 

 

***

 

As ondas do mar quebravam uma a uma
Eu estava só com a areia e com a espuma
Do mar que cantava só para mim




( “ Dia do Mar “ 2005, Lisboa, Editorial Caminho)



Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1376#ixzz1jz4LVIOb

 

Inicial

 

O mar azul e branco e as luzidias
Pedras O arfado espaço
Onde o que está lavado se relava
Para o rito do espanto e do começo
Onde sou a mim mesma devolvida
Em sal espuma e concha regressada
À praia inicial da minha vida



Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=447#ixzz1jz4ZYLlG

 

Liberdade

 

O poema é
A liberdade

Um poema não se programa
Porém a disciplina
Sílaba por sílaba
O acompanha

Sílaba por sílaba
O poema emerge
Como se os deuses o dessem
O fazemos



Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=213#ixzz1jz4k9xwn

 

Musa

 

Aqui me sentei quieta
Com as mãos sobre os joelhos
Quieta muda secreta
Passiva como os espelhos

Musa ensina-me o canto
Imanente e latente
Eu quero ouvir devagar
O teu súbito falar
Que me foge de repente



Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=357#ixzz1jz52u1IH

 

 

As imagens pouco brilhantes, mas a música e a letra sim...

 

 

 

 

Camões e a tença

Irás ao paço. Irás pedir que a tença
Seja paga na data combinada
Este país te mata lentamente
País que tu chamaste e não responde
País que tu nomeias e não nasce

Em tua perdição se conjuraram
Calúnias desamor inveja ardente
E sempre os inimigos sobejaram
A quem ousou ser mais que a outra gente

E aqueles que invoscaste não te viram
Porque estavam curvados e dobrados
Pela paciência cuja mão de cinza
Tinha apagado os olhos no seu rosto


Irás ao paço irás pacientemente
Pois não te pedem canto mas paciência

Este país te mata lentamente



Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=107#ixzz1jz5MjKc6

 

 

Duas leituras do mesmo poema:


 

+++

 

 

 

publicado por OPTD às 08:09

Janeiro 10 2012

 

Usando apenas os pronomes pessoais e os verbos nos tempos que desejares, cria uma história...

 

Por exemplo:

 

Ele sorriu.

Ela fingiu que não viu.

Eles olharam-se.

Eles beijaram-se.

Ela sorriu.

Ele fugiu...

 

Pode acabar melhor...

 

 

http://profteresa.no.sapo.pt/pdf2007/modostemposverbais.pdf tabela

 

http://www.prof2000.pt/users/tcaetano/pages/espaços1.htm ex verbos

 

http://www.conjuga-me.net/ conjugador

 

http://educar2005.do.sapo.pt/lp/tempo_verbos1.html jogo para praticar

 

 

 

 

 

http://www.prof2000.pt/users/amsniza/pron-psal.htm exercício

 


Janeiro 10 2012

Num mínimo de 50 palavras e num máximo de 70 palavras, escreve um texto em que dês a tuas opinião sobre um livro real ou imaginário indicando o autor, título e exemplos do livros (partes da história, catracterísticas das personagens...).

Usa obrigatoriamente e na ordem que quiseres estes 10 advérbios:

 

hoje

sim

não

inicialmente

bem

antigamente

agora

finalmente

amanhã

muito

 

http://portuguesonline.no.sapo.pt/adverbios.htm

 

 


Janeiro 09 2012

 

 

Uma Aventura Literária 2012

http://www.uma-aventura.pt/index.php?s=novidades&id=36&title=Concurso_Uma_Aventura_Literaria_2012

 

 

 

Librería Atrevida

http://laatrevidaconcurso.blogspot.com/2012/01/caros-amigos-atraves-desta-carta.html


Janeiro 06 2012

                   

http://esohistoria.blogspot.com/2010/01/deuses-do-olimpo.html

 

 

 

 

 

 http://www.gforum.tv/board/1277/256628/deuses-gregos-arvore-da-familia.html a família toda grego/romano

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_grega

publicado por OPTD às 11:39
tags:

Janeiro 06 2012

 

http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=9&fileName=Info0.pdf datas dos testes intermédios

http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=9&fileName=TI_Inf_Out2011_EEA1.pdf testes intermédios

http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=407&fileName=PFC_Inf26_Jan2012_LP91_Republica__o.pdf teste e exame lp

 

 

FUNCIONAMENTO da Língua

 

 

• Texto; +

 

Introdução

Desenvolvimento

Conclusão

 

Articuladores entre parágrafos e frases

 

1 ideia=1 frase

1 assunto=1 parágrafo

 

parágrafo inicia-se com um espaço!

 

• Estrutura da frase;

 

Funções sintáticas

Orações coordenadas e subordinadas

 

• Classes de palavras;

 

nomes

próprios João, Portugal...

comuns cão, pedra...

concretos Joana, praia...

abstratos bola, cesto...

coletivos multidão, equipa, enxame, pomar, alcateia, armada, bando, cáfila, caravana, galeria, matilha...

 

género masculino/feminino menino/menina

 

Um substantivo comum de dois géneros/gêneros (frequentemente chamado simplesmente comum de dois) é um substantivo que tem dois valores de género/gênero possíveis, sendo que a escolha de um valor não tem consequências morfológicas (a palavra mantém-se inalterada independentemente do género) mas tem consequências sintácticas/sintáticas, pois este substantivo tem a capacidade de desencadear alterações morfológicas nas palavras que com ele concordam.

Exs.: «o intérprete/a intérprete, o jurista/a jurista».

 

sobrecomum é um substantivo que não admite contrastes de género/gênero, nem marcados morfologicamente nem marcados sintacticamente/sintaticamente, apesar de referir entidades de um e outro sexo. Ex.: «a pessoa, a criança, o indivíduo, o cônjuge, a testemunha, a estrela (de cinema)».

 

epiceno é um substantivo que designa animais e que possui apenas um género/gênero gramatical, embora possa referir animais de ambos os sexos. Ex.: «a cobra, a águia, o jacaré, a onça, a foca». O género/gênero natural do animal a que um nome epiceno se refere pode ser desambiguado pela aposição de «macho» ou «fêmea» ao nome, sem concordância de género/género entre este e o elemento aposto: «uma cobra-macho, um gavião-fêmea». Por vezes, o termo «epiceno» é utilizado também para falar de nomes sobrecomuns.

 

número singular/plural casa/casas

grau aumentativo, diminutivo, normal casarão, casinha, casa

 

 

determinantes

 

adjetivos

género

biforme homem alto/a

uniforme homem inteligente

número

graus

 

normal forte

 

comparativo

superioridade mais forte do que

igualdade tão forte como

inferioridade menos forte do que

 

superlativo

absoluto

sintético fortíssimo

analítico muito forte

 

relativo

superioridade o mais forte de

inferioridade  o menos forte de

 

casos especiais: bom melhor ótimo, mau pior péssimo, baixo inferior ínfimo

agradabilíssimo, cristianíssimo, magnificentíssimo, crudelíssimo, frigidíssimo, aspérrimo, libérrimo, paupérrimo, docílimo, humílimo, dulcíssimo, sapientíssimo...

 

verbos

advérbios

conjunções

preposições

...

 

• Relações entre palavras; +

 

 

homónimas - mesma escrita, mesma pronúncia, significado diferente: eu rio, o rio, canto, banco

homógrafas - grafia idêntica, pronúncia e significado diferentes: o carpinteiro pregou o prego, o padre pregou o sermão, besta, demos, dêmos, lobo, pode, pôde, pôr, por, sábia, sabia, sabiá

homófonas - mesma pronúnica, escrita e grafia diferentes: coseu, cozeu, acento, assento, aço, asso, bucho, buxo, cegar, segar, censo, senso, conselho, concelho, era, hera, passo, paço

parónimas - significado diferente, palavras parecidas: ilegível, elegível, comprimento, cumprimento, descrição, discrição, emigrante, imigrante, eminente, iminente, moral, mural, mugir, mungir, perfeito, prefeito, rebelar, revelar

sinónimos - significado idêntico: bonito, lindo

antónimos - significado contrário: bonito, feio, dar, tirar

hiperónimo - palavras de sentido mais global relativamente a outras de sentido mais específico: animais>gato, cão, periquito...

hipónimo - palavras de sentido mais específico relativamente a outras de sentido mais geral: cão, gato, periquito...>animais

 

 

Holonímia
«Relação de hierarquia semântica entre duas unidades lexicais; uma denota um todo (holónimo) sem impor obrigatoriamewnte as suas prioridades semânticas à outra, considerada sua parte (merónimo)»
Exemplos «carro/volante – carro estabelece uma relação de holonímia com volante, sem porém lhe impor as suas propriedades; braço/corpo; vela/barco»

Meronímia
«Relação de hierarquia semântica entre duas unidades lexicais; uma denotando a parte(merónimo)» e criando uma relação de dependência ao implicar a referência a um todo (holónimo), relativo a essa parte»
Exemplo
«A unidade lexical «dedo» (merónimo) implica a unidade lexical «mão» (holónimo)»

 

família de palavras: palavra primitiva - terra>terraço, terrestre, desenterrar, terraplanagem, aterragem

campo semântico: palavras do mesmo tema - planetas, via láctea, sol, estrelas: Universo

 

• Processos de formação de palavras; +

 

palavras primitivas aqua>água... aguadeiro, desaguar... (derivadas da primitiva)

 

derivação prefixação, sufixação, parassíntese, regressiva

 

Prefixação desfazer

Sufixação aguar (água ar), rapidamente, felizardo, pequenino...

Parassíntese desaguar, repatriar, amanhecer, embainhar

 

vogal/consoante de ligação agua d eiro, cafe z inho, cafe t eira...

 

Derivação regressiva (Nomes<verbos)

caça-caçar, censurar-censurar, atacar-ataque, tocar-toque...

 

 

composição justaposição, aglutinação

 

justaposição (duas palavras, mantém-se a acentuação) amor-perfeito, couve-flor, mestre-estrela, porco-espinho, belas-artes, guarda-roupa...

aglutinação (1 palavra, 1 acento) aguardente, bancarrota, fidalgo, girassol, malmequer, Monsanto, passaporte, planalto, vinagre...

 

• Processos fonéticos; +

 

 

Os fenómenos mais comuns são:

 

 

 

Acrescento de segmentos

 

 

 

Prótese

 

Epêntese

 

Paragoge

 

 

 

Supressão de segmentos

 

 

 

Aférese

 

Síncope

 

Apócope

 

 

 

Alteração de segmentos

 

assimilação

 

dissimilação

 

metátese

 

sonorização

 

vocalização

 

nasalização ou nasalação

 

desnasalação ou desnasalização 

 

 

 

crase

 

sinérese

 

palatalização

 

 

 

 

 

CAPITULUM>capitulu>capituu>capitu>cabido

 

ABSENTEM>absente>ausente

 

FENESTRAM>fenestram>feestra>fresta

 

CLAVEM>clave>chave

 

IBI>ii>i>aí

 

DAT>dá

 

IPSUM>ipsu>issu>isso

 

LILIUM>liliu>lírio

 

IESUS>Jesus

 

CANES>cães

 

ARENA>area>areia

 

PECTUM>pectu>peito

 

ANTE>antes

 

ARANEA>aranha

 

PEDEM>pede>pee>pé

 

DOLOREM>dolore>dolor>door>dor

 

LEGEM>lege>lee>lei

 

SEMPER>sempre

 

flor>flori

 

telefone>tlofone>tofone

 

restaurante>restorante

 

 

 

Na passagem do LAtim ao Português algumas palavras com origens diferentes convergiram numa mesma forma:

 

SANU

 

SANCTU são

 

SUNT

 

(convergentes)

 

 

 

Outras, pelo contrário, divergiram (divergentes):

 

ARENA arena areia

 

MACULA mácula mancha

 

CATEDRA cátedra cadeira

 

 

 

Definições

 

http://www.notapositiva.com/resumos/portugues/fenomenosfoneticos.htm

 

 

 

Exercícios

 

 

 

http://estudarmais.no.sapo.pt/PDFPortugues/fonetica2.pdf

 

http://agsbmessines.sytes.net/web/passatempo/lpo/9/barca/fenomenos.htm

 

http://www.colegioportugal.pt/historia_da_lingua.htm

 

 

 

• Modos de representação do discurso; +

 

 

narração (pret.perfeito -ei, ou, ação)

descrição (pret. imperfeito -ia, - ava, descrição)

diálogo (-?!)

monólogo

discurso direto/indireto/indireto livre (personagem, narrador, personagem através do narrador)

 

• Pontuação; +

 

http://www.flip.pt/FLiP-On-line/Gramatica/Sinais-de-pontuacao.aspx

http://criarmundos.do.sapo.pt/Linguistica/pesquisaescrita013.html

 

A importância da Pontuação

 

Um homem muito rico estava extremamente doente, agonizando. Pediu papel e caneta
e escreveu, sem pontuação alguma, as seguintes palavras:

'Deixo
meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro
nada dou aos pobres. '

Não resistiu e se foi antes de fazer a
pontuação. Ficou o dilema, quem herdaria a fortuna? Eram quatro
concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2)
A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o texto:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos
pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha
dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados
da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga aconta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história: A vida pode ser interpretada e vivida de
diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. É isso faz toda a
diferença...

O conto da ilha
desconhecida

 

José Saramago

 

Um homem foi bater à porta do rei e disse-lhe, Dá-me um
barco. A casa do rei tinha muitas mais portas, mas aquela era a das petições.
Como o rei passava todo o tempo sentado à porta dos obséquios (entenda-se, os
obséquios que lhe faziam a ele), de cada vez que ouvia alguém a chamar à porta
das petições fingia-se desentendido, e só quando o ressoar contínuo da aldraba
de bronze se tornava, mais do que notório, escandaloso, tirando o sossego à
vizinhança (as pessoas começavam a murmurar, Que rei temos nós, que não atende),
é que dava ordem ao primeiro-secretário para ir saber o que queria o impetrante,
que não havia maneira de se calar. Então, o primeiro-secretário chamava o
segundo-secretário, este chamava o terceiro, que mandava o primeiro-ajudante,
que por sua vez mandava o segundo, e assim por aí fora até chegar à mulher da
limpeza, a qual, não tendo ninguém em quem mandar, entreabria a porta das
petições e perguntava pela frincha, Que é que tu queres. O suplicante dizia ao
que vinha, isto é, pedia o que tinha a pedir, depois instalava-se a um canto da
porta, à espera de que o requerimento fizesse, de um em um, o caminho ao
contrário, até chegar ao rei. Ocupado como sempre estava com os obséquios, o rei
demorava a resposta, e já não era pequeno sinal de atenção ao bem-estar e
felicidade do seu povo quando resolvia pedir um parecer fundamentado por escrito
ao primeiro-secretário, o qual, escusado se ria dizer, passava a encomenda ao
segundo-secretário, este ao terceiro, sucessivamente, até chegar outra vez à
mulher da limpeza, que despachava sim ou não conforme estivesse de maré.

Contudo, no caso do homem que queria um barco, as coisas não se
passaram bem assim. (...)

 

http://www.releituras.com/jsaramago_menu.asp

 

 

• Ortografia. +

 

http://cvc.instituto-camoes.pt/index.php?option=com_forca&Itemid=173 jogo da forca

 

Ver tag Acordo ortográfico

 

(...)

publicado por OPTD às 11:17

Um blogue de apoio às minhas aulas e a todos os que gostam da Língua Portuguesa (e Francesa) e tudo...
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